POLÍCIA FEDERAL

PF investiga fraude em fornecimento de materiais hospitalares de combate à Covid-19

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Goiânia/GO – A Polícia Federal, com apoio da Controladoria Geral da União – CGU, deflagrou nesta quinta-feira (3/12) a Operação Aventura, objetivando investigar irregularidades na contratação de empresas para a prestação de serviços de saúde no município de Crixás (GO), em fornecimento de materiais hospitalares no âmbito do combate à COVID-19. 

Cerca de 70 policiais federais e 10 servidores da CGU estão cumprindo 15 mandados de busca e apreensão nas cidades de Crixás(GO), Rubiataba(GO), Aparecida de Goiânia(GO) e Goiânia(GO).

A investigação constatou que aproximadamente R$ 4 milhões em recursos públicos federais recebidos pelo município de Crixás, destinados a fazer frente ao enfretamento da emergência de saúde mundial referente à pandemia, foram repassados às empresas investigadas, com sobrepreço de itens entre 100% e 300% se comparados à média nacional de preços do Painel de Contratações relacionada à COVID-19.

Esta etapa investigativa busca a obtenção de indícios e provas dos crimes perpetrados. Com a análise do material apreendido, juntamente com os relatórios de fiscalização da CGU, as apurações se concentrarão em identificar o destino dado aos recursos apropriados/desviados.

Estão sob investigação os crimes de fraudes a procedimentos licitatórios (artigo 90 da lei 8.666/93), dispensa indevida de licitações em procedimentos administrativos (artigo 89 da lei 8.666/93) ou com direcionamento da contratação (artigo 92 da lei 8.666/93), desvio/apropriação indevida de recursos públicos, (artigo 96, inciso IV, da lei 8.666/93 e art. 312 do CP), corrupções passiva e ativa (artigo 317 e 333 do CP) e associação criminosa (artigo 288 do CP).

 

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Goiás

 [email protected] | www.pf.gov.br

Contato: (62)  3240-9607 / (62)99216-6260

 

 

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POLÍCIA FEDERAL

PF combate lavagem de dinheiro no Distrito Federal e em Goiás

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Brasília/DF – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (22/1) a Operação Gravame, com o objetivo de coletar provas acerca de possível crime de lavagem de dinheiro cometido por servidor público e por terceiros a ele associados, tendo por base eventuais crimes antecedentes de corrupção passiva, sonegação fiscal ou outros crimes contra a Administração Pública.

Policiais federais cumprem quatro mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de contas-bancárias, veículos e imóveis dos investigados em Brasília/DF e na Cidade Ocidental/GO, expedidos pela 12 ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal. A Justiça Federal também determinou o afastamento preventivo do servidor público suspeito de suas funções pelo prazo inicial de 30 dias.

As investigações criminais foram iniciadas no ano de 2020, a partir de apurações provenientes da Controladoria Geral da União – CGU e da Subsecretaria de Conformidade e Integridade – SCI do Ministério da Infraestrutura, e demonstram que o servidor suspeito apresentou crescimento patrimonial incompatível com sua renda, bem como a realização de gastos incompatíveis com sua remuneração.

Os dados e informações já obtidos também apontam para a possível utilização de parentes na lavagem de ativos, bem como a construção de uma casa de luxo e aquisição de veículos com os valores não declarados.

 

 

Comunicação Social da Polícia Federal no DF

Contato: (61) 2024-7557

[email protected]

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