POLÍCIA FEDERAL

PF encerra atividade de rádio clandestina em Nova Xavantina/MT

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Barra do Garças/MT – A Polícia Federal prendeu em flagrante delito, nesta terça-feira (23/2), no município de Nova Xavantina, um homem identificado como sendo proprietário e responsável pelas atividades de uma rádio clandestina que funcionava naquele Município.

A Polícia Federal recebeu denúncias de que determinada rádio funcionava em Nova Xavantina sem a competente concessão, permissão ou autorização de serviço. Foram iniciadas diligências policiais para identificação e prisão em flagrante delito do proprietário e responsável pela referida rádio. Foram ainda apreendidos os equipamentos que eram utilizados para o desenvolvimento da atividade ilícita, interrompidos pela PF e Fiscalização Federal da ANATEL na presente data.

As rádios clandestinas emitem sinais eletromagnéticos que podem interferir na comunicação entre as torres de controle com as aeronaves brasileiras e, com isso, provocar acidentes fatais, dentre outras diversas consequências indesejáveis como a interferência nos meios de comunicação devidamente autorizados.

O auto de prisão em flagrante foi imediatamente remetido à Justiça Federal, para providências cabíveis.

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso

[email protected]

(65) 992488987

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POLÍCIA FEDERAL

Polícia Federal investiga desvio de recursos do Fundo Eleitoral no Amapá

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Macapá/AP. A Polícia Federal deflagrou, nesta segunda-feira (8/3), a Operação Octanagem*, na capital amapaense e em Santana, cidade na região metropolitana de Macapá. Cerca de 24 policiais federais dão cumprimento a seis mandados de busca e apreensão em residências, uma empresa de combustíveis e na sede de um partido político.

A investigação teve início após o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AP) apontar inconsistências nas contas do partido no pleito de 2018.

O objetivo é elucidar possível ocorrência de desvios de recursos do fundo partidário em favor de um determinado candidato, que concorreu nas eleições daquele ano. De acordo com o que se investigou até o momento, há indícios de que determinadas pessoas lançaram suas candidaturas apenas para arrecadar dinheiro do fundo partidário.

De posse desses valores, elas repassavam a maior parte ao político mais conhecido e ficavam com valor menor do dinheiro. Existiam, de certa forma, candidaturas fictícias apenas para pegar os recursos do fundo partidário e destiná-lo a terceiros.

Os envolvidos poderão responder pelo crime de falsidade ideológica eleitoral, cuja pena pode chegar a cinco anos de reclusão.

*Parte dos recursos teria sido usada para compra de combustíveis com emissão de notas fiscais aparentemente frias; octanagem é o índice que mede a pureza da gasolina. Daí o nome da operação.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá

Telefone: (96) 3213-7500
E-mail: [email protected]

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