POLÍCIA FEDERAL

PF combate facilitação na regularização fundiária no Amapá

Publicado


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Macapá/AP – A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira (18/9) a Operação Capitania Hereditária*, com objetivo de desarticular organização criminosa especializada em regularização fundiária ilegal, no Amapá.

Cerca de 20 policiais federais dão cumprimento a cinco mandados de busca e apreensão e um de afastamento de função pública, em Macapá/AP.

As investigações apontaram a prática de inserção de dados ideologicamente falsos de imóveis rurais pertencentes à União, atribuindo-os a particulares, no Sistema de Gestão Fundiária (SIGEF).

Os investigados irão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de falsidade ideológica, inserção de dados falsos no sistema de informações, invasão de terras públicas da União e organização criminosa. Se condenados, as penas poderão chegar a 30 anos de reclusão.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá

[email protected]

www.pf.gov.br

 (96) 3213-7602

 

*Capitania Hereditária – lotes de terra nos quais o governo português decidiu dividir o Brasil para facilitar a colonização

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POLÍCIA FEDERAL

PF combate migração ilegal de pessoas para o exterior

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou na terça-feira (27/10) a Operação TARRAFA, para combater a promoção de migração ilegal de pessoas com destino aos Estados Unidos.

Participaram da operação 16 policiais federais, dando cumprimento a quatro mandados judiciais de busca e apreensão na cidade de Pescador/MG, todos expedidos pela 1ª Vara da Justiça Federal de Govenador Valadares, que resultaram na apreensão de aparelhos celulares, mídias e documentos, que serão analisados para instrução da investigação.

ENTENDA O CASO

Os investigados têm como prática o envio ilegal de pessoas da região mineira do Vale do Mucuri para os EUA. Eles atuavam conforme esquema já conhecido como “Cai Cai”, no qual há a utilização de crianças e adolescentes ou até mesmo adultos se passando por adolescentes mediante o uso de documentos falsos, simulando um parentesco de pai e filho, para facilitar a entrada e permanência de maiores de idade no território norte americano. Os custos da viagem eram patrocinados por pessoas conhecidas como “Coyotes”, que posteriormente recebiam vultosos valores daqueles que conseguiam ingressar no país estrangeiro, como contrapartida pelos serviços prestados. Em muitos casos, havia a confecção de falsos registros de paternidade dos menores, para permitir que terceiros os utilizassem no esquema.

A investigação foi originada da prisão em flagrante de dois indivíduos que tentaram tirar passaporte na Delegacia de Polícia Federal de Cachoeiro de Itapemirim/ES, utilizando documentos falsos. Com o aprofundamento das investigações, foram identificados outros suspeitos que residiriam na cidade de Pescador/MG, inclusive um cartório que pode ter fornecido documentos falsos.

CRIMES INVESTIGADOS

Os envolvidos responderão pelos crimes definidos nos artigos 232 – A, 245, § 1º e 2º, 297, 299 e 304 do Código Penal, bem como artigos 238 e 239 da Lei n° 8069/90 (Estatuto da Criança e Adolescente).

O nome da operação é uma alusão ao nome da cidade onde foram cumpridas as buscas, Pescador/MG.

                  


Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santo
Telefone: (27) 3041-8051/8029

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