POLÍCIA FEDERAL

PF combate caça ilegal em Unidade de Conservação no Amapá

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 Macapá/AP – A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (24/9) a Operação Órion II*, com objetivo de desarticular organização criminosa que, de forma reiterada, realiza caça ilegal no interior da Unidade de Conservação – Floresta Nacional do Amapá – FLONA, no centro do estado do Amapá.

Cerca de 40 Policiais Federais dão cumprimento a oito mandados de busca e apreensão, no município de Porto Grande/AP. Até o momento, as buscas resultaram na apreensão de 40 kg de carne de caça de animais silvestres entre paca, jacaré e porco do mato. Dois homens, de 37 e 47 anos, foram presos em flagrante por receptação e armazenamento de espécie de fauna silvestre sem a devida autorização.

Segundo a investigação, ocorrida a partir de denúncia promovida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), apurou-se que os investigados se aproveitaram do momento de vulnerabilidade social causado pela pandemia da Covid-19 e promoveram incursões ilegais na FLONA para a caça de animais silvestres.

A ação de hoje é desdobramento da Operação Órion deflagrada em novembro de 2017, quando foram apreendidas aproximadamente 93 kg de carne de caça de animais silvestres entre macaco, veado, jacaré e outros, além de armas de fogo e artesanais e munições utilizados na prática criminosa.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelo crime de associação criminosa e caça ilegal em Unidade de Conservação, e, se condenado, poderão cumprir pena de até 6 anos de reclusão.

* Órion foi um gigante caçador, um dos melhores a serviço de Ártemis.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá

[email protected] | www.pf.gov.br

Fone: (96) 3213-7500

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POLÍCIA FEDERAL

Polícia Federal combate trabalho escravo no Pará e na Bahia

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Brasília/DF – A Polícia Federal participou, no período de 3 a 24 de outubro, de operações de repressão ao trabalho escravo em apoio ao Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM), uma força tarefa de repressão ao trabalho escravo que conta com a participação da PF, MPT e SIT.

Foram realizados os resgates de 5 trabalhadores no Estado do Pará e de mais 37 trabalhadores no Estado da Bahia.

O resgate no Pará ocorreu no município de Portel/PA, na Ilha do Marajó, local de difícil acesso em que a equipe policial, e demais integrantes da fiscalização, tiveram que navegar durante 3 dias pelos rios Pará e Flechal para chegarem ao local onde os trabalhadores foram encontrados em péssimas condições de vida e de trabalho.

Já no Estado da Bahia, o resgate ocorreu em Várzea Nova, Jacobina e Mulungu do Morto, áreas de produção de sisal, atividade tradicional no centro norte baiano.

Entre os trabalhadores resgatados havia um idoso de 67 anos que recebia, semanalmente, ínfimo rendimento, tendo revelado que nunca recebeu os direitos trabalhistas.

O resgate, em ambos os Estados, foram realizados em razão das condições degradantes existentes e pelas precárias condições de trabalho, vida e moradia encontradas, além da constatação da exploração econômica e do risco à integridade física dos resgatados.

Os responsáveis foram notificados a regularizar a situação dos trabalhadores, quitando as verbas salariais, rescisórias e demais direitos trabalhistas, além do dano moral individualmente estipulado.

A Polícia Federal, em conjunto com as instituições parceiras, ao longo desse ano, vem intensificando a sua atuação no combate ao crime de redução à condição análoga à de escravo, efetuando operações policiais voltadas a reprimir essas violações de direitos humanos e a efetuar o resgate das vítimas.

 

Comunicação Social da PF
61 2024 8142

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