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Pazuello poderá utilizar habeas corpus em novo depoimento à CPI, diz jornalista

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Ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello continuará protegido com o habeas corpus durante a CPI da Covid
Jefferson Rudy/Agência Senado

Ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello continuará protegido com o habeas corpus durante a CPI da Covid

A nova convocação do ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, para a CPI da Covid não altera sua condição perante o habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal. As informações são da jornalista Bela Megale.

Segundo fontes da Suprema Corte, a decisão do ministro Ricardo Lewandowski segue a proteger Pazuello enquanto o general for convocado com o status de testemunha. A decisão, porém, reforça que ele precisará responder e falar a verdade em assuntos relacionados a terceiros.

A Advocacia-Geral da União (AGU) poderá tentar um ‘reforço’ na blindagem ao ex-ministro e, assim, pedir uma extensão do habeas corpus. Mas, ao menos até o fim da CPI, a decisão de Lewandowski assegura a Pazuello o direito ao silêncio em condições que o general possa se auto-incriminar.

Omar Aziz (PSD-AM), senador e presidente da CPI, falou sobre o episódio em transmissão ao vivo realizada no último sábado (22). De acordo com o parlamentar, “se o ministro Lewandowski assistiu (ao depoimento), ele vai pensar que não pode dar um habeas corpus para ele (Pazuello) mentir”.


O Supremo Tribunal Federal entendeu que, enquanto a comissão parlamentar de inquérito convocar o ex- ministro nas mesmas condições, não há o que justifique uma nova análise do tema.

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Avião retorna a aeroporto após passageira se recusar a usar máscara durante voo

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Passageira se recusou a usar máscara de proteção contra a Covid-19 durante voo
reprodução / Twitter

Passageira se recusou a usar máscara de proteção contra a Covid-19 durante voo

Na madrugada desta sexta-feira (30), um voo que saiu de Belém (PA) e partia em direção a Belo Horizonte (MG) precisou retornar ao aeroporto após uma passageira se recusar a usar máscara de proteção contra a Covid-19 a bordo. A mulher não chegou a ser detida, de acordo com a Polícia Federal. As informações foram apuradas pelo portal UOL .

O incidente ocorreu no voo AD4501, da Azul, que disse que o avião voltou ao aeroporto para que a passageira pudesse ser retirada da aeronave. Depois disso, o percurso continuou normalmente. 

Em nota, a companhia também se desculpou com os demais passageiros. “O cliente foi contido e conduzido pela Polícia Federal e, em seguida, o voo decolou novamente para a capital mineira. A companhia lamenta eventuais aborrecimentos ocorridos aos seus clientes e ressalta que medidas como essas são necessárias para conferir a segurança de suas operações”.

O voo decolou de Belém às 2h20 da manhã. O percurso, que geralmente é feito em cerca de três horas, levou mais de cinco horas, por causa do ocorrido. O avião só pôde retomar o trajeto às 4h44, chegando em Belo Horizonte apenas às 7h35, segundo o site FlightStats


Em 17 de dezembro de 2020, uma norma aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e presente na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) institui o uso obrigatório de máscaras em aeroportos e aeronaves como forma de evitar o contágio da Covid-19.

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