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Parque dos Lençóis Maranhenses é reaberto para visitação

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Após serem fechados para visitação em razão da pandemia do novo coronavírus, os parques nacionais começaram a reabrir gradualmente. No último dia 1°, foi a vez do Parque dos Lençóis Maranhenses que volta a receber turistas com restrições, obedecendo regras de segurança e orientações sanitárias.

A retomada das atividades dos parques nacionais é feita pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), vinculado ao Ministério do Meio Ambiente. A orientação é que as unidades reduzam a capacidade de público e priorizem a venda de ingressos on-line para evitar filas. Também é preciso manter distanciamento mínimo de 2 metros, a partir do balcão e entre os clientes.

 O Parque dos Lençóis Maranhenses estava fechado desde o dia 22 de março. Com a retomada das atividades turísticas pelo governo do Maranhão e municípios que abrigam o parque, a reabertura ocorre obedecendo regras locais.

“Tudo o que for determinado pelos municípios será adotado pelo ICMBio. Caso o município entenda que precisará restringir, se houve algum aumento de casos de Covid-19 e achar que deverá suspender por mais um tempo, automaticamente o Instituto também suspenderá a visitação nessa área específica ou alterará as normas estabelecidas”, explicou o chefe substituto do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, Yuri Teixeira Amaral.

Segundo ele, estão sendo seguidas regras para reabertura, como os materiais de uso coletivo são higienizados, é obrigatório o uso de máscaras e os atrativos que tem equipamentos são higienizados. Os veículos que transportam visitantes transitam com apenas 55% de lotação. 

No caso de banho nas lagoas, a decisão fica a critério dos turistas. O prestador de serviço deverá orientar o visitante quanto ao banho nas piscinas naturais, de modo a evitar aglomerações e interações sociais entre os grupos familiares. Caberá aos moradores tradicionais, a visitação nos locais de posse que ofereçam hospedagem, alimentação ou outros serviços.

O chefe substituto do parque disse que as medidas de segurança devem ser seguidas para garantir a retomada gradativa de toda a atividade turística nos Lençóis Maranhenses. “Que o visitante cumpra com as normas para que a gente possa fazer um retorno seguro das atividades e não haja necessidade de retroceder e fechar novamente o parque. Se tudo der certo, vamos reabrir o parque os poucos, retomar a atividade econômica no município”, disse Yuri Teixeira Amaral.

Os visitantes deverão ser orientados quanto ao cumprimento das restrições impostas e receber informações referentes aos atrativos disponíveis no parque.

O parque dos Lençóis Maranhenses foi criado em junho de 1981 e tem uma área de 155 mil hectares, dos quais 90 mil são dunas livres e lagoas.   

Confira aqui a portaria do ICMBio que estabelece a reabertura do parque e normas de segurança 

Retomada gradual

 Também foram reabertos o Parque Nacional Aparados da Serra (RS), Parque Nacional da Serra Geral (RS) e Parque Nacional de Brasília (DF). 

Após voltar a receber visitantes, o Parque Nacional do Iguaçu (PR) foi fechado novamente no dia 1º de julho atendendo a decreto do governo do Paraná que impõe medidas restritivas no estado para conter o avanço da Covid-19.

Entre as regras estabelecidas pelo ICMBio para reabertura dos parques estão:

Máquinas de débito e crédito devem estar fixas ou envelopadas com filme plástico e desinfetadas após cada uso 

Remover jornais, revistas, panfletos e livros dos locais de comum acesso para evitar a transmissão indireta 

Transportes terrestres e aquaviários de visitantes deverão priorizar a ventilação natural. Ao final de cada viagem, deve ser realizada a limpeza e desinfecção dos veículos 

Disponibilizar álcool gel 70% ou produto de higienização para as mãos nas estruturas abertas à visitação e nos transportes terrestres e aquaviários, por meio dos operadores e prestadores de serviços.

Fonte: Brasil.gov

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Novas regras para gasolina passam a ser obrigatórias a partir desta segunda (3)

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As novas regras para a gasolina automotiva passam a ser obrigatórias a partir desta segunda-feira (3). As especificações foram definidas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) para melhorar a qualidade da gasolina, garantir mais eficiência aos veículos e diminuir as emissões atmosféricas. Confira a resolução aqui.

A partir de agora, toda a gasolina produzida no País e importada deverá atender às especificações da Resolução nº 807/2020, da ANP. As distribuidoras terão 60 dias para se adequarem e os revendedores, 90 dias. Esse prazo é para permitir a venda do combustível que foi adquirido antes das novas especificações se tornarem obrigatórias.

O texto estabelece novos parâmetros para a massa específica, a destilação e a octanagem da gasolina automotiva vendida no país. “Esses três parâmetros, juntos, conferem à gasolina uma característica que vai fazer com que o veículo tenha melhor dirigibilidade, funcione de forma mais adequada e tenha uma redução no consumo de combustível”, explicou a especialista em regulação da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Ednéia Caliman.

Massa específica

Em relação a massa específica, foi fixado o valor mínimo de 715 quilos por metro cúbico, o que significa mais energia e menos consumo. A gasolina com densidade maior fará com que os veículos sejam capazes de circular mais, com menos combustível.

“A densidade está diretamente relacionada com a quantidade de energia que é gerada no momento da queima do combustível. Então, uma gasolina com maior massa específica vai gerar maior rendimento no carro. O carro vai passar a consumir menos combustível por quilômetro rodado”, detalhou Ednéia Caliman.

Destilação

Outro parâmetro é a determinação de um valor mínimo para a temperatura de destilação. Os parâmetros de destilação afetam questões como o desempenho do motor, dirigibilidade e aquecimento do motor.

“Com a curva de destilação, conseguimos avaliar como é a queima de gasolina no motor. Uma gasolina que tem um bom perfil de destilação é uma gasolina que vai fazer com que o veículo funcione adequadamente, tenha boa partida fria, boa resposta nas acelerações, dirigibilidade. Ela leva a um bom funcionamento do motor”, disse a especialista em regulação da ANP.

Resistência à denotação

A terceira alteração é o estabelecimento de limites para a octanagem RON (Research Octane Number), já presente nas especificações da gasolina de outros países. A medição da octanagem é importante para controlar a resistência da gasolina à detonação. A necessidade desse parâmetro ocorre devido às novas tecnologias de motores e resultará em uma gasolina com maior desempenho para o veículo.

“A octanagem, podemos dizer que ela é uma medida da resistência do combustível à detonação. Quanto mais essa gasolina consegue resistir à denotação, mais ela permite um melhor funcionamento do motor”, afirmou Ednéia Caliman.

Além de estabelecer as novas especificações da gasolina, a resolução determina as obrigações quanto ao controle da qualidade a serem atendidas pelos agentes econômicos

Meio Ambiente

As mudanças também buscam a redução de emissões de gases, considerando as próximas fases do Programa de Controle de Emissões Veiculares (Proconve), coordenado pelo Ibama, e do Programa Rota 2030 – Mobilidade e Logística, do Governo Federal.

“Um dos pontos que nos levou a fazer essas mudanças, além de estarmos buscando harmonizar nossa especificação com o que é praticado internacionalmente, também estamos tentando fazer com que essa nova gasolina atenda aos novos os limites de emissões”, detalhou a especialista em regulação ANP, Ednéia Caliman.

Para o técnico em laboratório, que vive em Brasília, Guilherme Magalhães, as mudanças vão trazer benefícios para os motoristas e para o meio ambiente. “Com certeza, a qualidade é muito importante para o desempenho do carro. É importante sim ter uma qualidade melhor. Hoje em dia a gente tem que levar em consideração o meio ambiente para que a gente possa ter um mundo com mais qualidade”, afirmou.

Fonte: Brasil.gov

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