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Parceria foca em profissões do futuro

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O mundo do trabalho passa por uma profunda transformação em função da dinâmica da economia global. Pensando nisso, o Ministério da Educação (MEC) e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) formalizaram uma parceria para favorecer a formulação de políticas públicas e a criação de programas e projetos voltados para a qualificação profissional de jovens e adultos brasileiros. A intenção é atender necessidades do mercado de trabalho e demandas da economia digital.

O Acordo de Cooperação Técnica, assinado nessa quinta-feira (3), prevê as seguintes entregas:

Mobilização e diálogo com o setor produtivo para alinhamento sobre cursos ofertados e as necessidades do mercado de trabalho;

Fornecimento de informações técnicas e estudos relativos às novas tendências e demandas do mercado de trabalho como subsídios para a elaboração e atualização do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT), Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia (CNCST) e guia de cursos de qualificação profissional;

Levantamento de informações junto ao setor produtivo sobre demandas profissionais atuais e futuras; e

Estudo com informações do sistema de formação educacional e do mercado de trabalho, construído a partir de diversas bases de dados, sobre a demanda profissional atual, projeções e competências emergentes.

Para o secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Wandemberg Venceslau, a integração entre a educação profissional e tecnológica e o setor produtivo é essencial para assegurar que a formação dos estudantes seja compatível com as dinâmicas de transformação que ocorrem na economia.

Igor Calvet, presidente da ABDI, explica que é fundamental entender a demanda do setor produtivo para a formulação de políticas públicas para a qualificação profissional de jovens e adultos. “A nossa intenção é contribuir de forma efetiva para a formação qualificada de profissionais, que estejam aptos a ser absorvidos pelo mercado de trabalho”, reforça. Calvet espera ainda que a retomada da economia deva gerar novos postos de trabalho, que exigirão habilidades específicas e, por isso, os trabalhadores precisam ser qualificados desde já.

Com informações do Ministério da Educação

Fonte: Brasil.gov

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Monstro do Lago Ness: cientista dos EUA declara ter solucionado mistério

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Montagem feita de brinquedos de um suposto do Monstro do Lago Ness
Arquivo/Reprodução

Montagem feita de brinquedos de um suposto do Monstro do Lago Ness

O cientista norte-americano, Henry Bauer, afirmou ter descoberto o grande mistério sobre o Monstro do Lago Ness . Após anos de pesquisa, Bauer, chegou à resposta de que o tão famoso mito folclórico dos lagos escoceses é sobre uma espécie ancestral das tartarugas marinhas. As informações foram apuradas pelo Uol. 

O professor aposentado, de 89 anos, é um grande adorador e pesquisador sobre o tema desde de 1960, quando Tim Dinsdale, propagou um vídeo em que o suposto monstro aparecia. Com isso, segundo ele, “a ideia mais popular é que o Monstro do Lago Ness tem uma relação com plesiossauros extintos”. 

Porém, Bauer foi percebendo ao longo de suas pesquisas, que o monstro não poderia ter a forma de um dinossauro. Outra ideia descartada, foi a de que o monstro também poderia ser uma enguia gigante, mas na natureza não existem comprovações de que esse animal poderia chegar a uma forma tão grande para se encaixar nas características do Ness. 

O cientista então concluiu que, com as comprovações geológicas e primitivas reunidas por ele, o monstro se adequa a uma espécie de tartaruga marinhas que teria ficado presa nas águas do lago no fim na era do gelo

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“Os Monstros do Lago Ness são uma variedade de tartarugas marinhas de grande porte que ainda não foram descobertas e descritas de maneira adequada e que provavelmente ainda existem em alguns nichos nos oceanos”, declarou o professor em entrevista ao jornal escocês Daily Record. 

O conteúdo apresentado tem fortes indícios de que as tartarugas, vivas ou já extintas, realmente podem ser as criados por trás de toda essa lenda urbana . Características como passar muito tempo debaixo d’água e subir rapidamente para respirar e possuir longos pescoços, são algumas das similaridades encontradas. 

Entretanto, o cientista fala sobre um ponto que poderia fazer com que sua tese perdesse o sentido. “É difícil de conciliar [a conclusão] com a raridade de avistamentos de superfície, muito menos avistamentos ocasionais em terra”. 

Mesmo com tal ponto negativo ressaltado, o professor aposentado teve seu trabalho aceito pela comunidade cientifica , ao ponto de ter sua pesquisa publicada em uma revista. Bauer chegou a participar da Deep Scan, uma ação que junta vários barcos equipados para que uma busca pelo monstro seja efetuada nas profundezas do lago. 

O monstro do Lago Ness, conhecido mundialmente, faz parte da cultura ocidental e foi mencionado pela primeira vez no século 6, em uma biografia de São Columbia, um monge que teria sido o primeiro a avistar a criatura. 

Fonte: IG Mundo

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