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Parada cardíaca de menina foi causada por doença rara e não por vacina

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A menina foi hospitalizada na tarde da última quarta-feira (19/01), cerca de 12 horas depois de tomar a dose pediátrica
Jefferson Peixoto/Secom

A menina foi hospitalizada na tarde da última quarta-feira (19/01), cerca de 12 horas depois de tomar a dose pediátrica

A Secretaria da Saúde de São Paulo concluiu nesta quinta-feira (20) que a vacina contra a Covid-19 da Pfizer não causou uma parada cardíaca em uma menina de 10 anos, notificada em Lençóis Paulista.

O comitê científico da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, que reúne técnicos da vigilância sanitária e especialistas médicos, analisou o caso e chegou à conclusão. A menina foi hospitalizada na tarde da última quarta-feira (19/01), cerca de 12 horas depois de tomar a dose pediátrica.

De acordo com as informações do prontuário hospitalar da paciente, a parada cardíaca da criança ocorreu em decorrência de uma doença rara pré-existente.

A análise apontou que foi uma doença congênita rara, até então desconhecida pela família, que desencadeou a parada cardíaca. A criança já teve o quadro revertido e se encontra hospitalizada, apresentando quadro estável. Ela foi internada em uma UTI de um hospital de Botucatu, onde permanece em observação. 

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid: Ministério da Saúde libera terceira dose para adolescentes

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Intervalo para a terceira dose será de quatro meses após a segunda
Tomaz Silva/Agência Brasil – 17.01.2022

Intervalo para a terceira dose será de quatro meses após a segunda

O Ministério da Saúde decidiu liberar nesta sexta-feira a dose de reforço da  vacina contra a Covid-19 para adolescentes de 12 a 17 anos. O intervalo para a terceira dose, exclusivamente de Pfizer, será de quatro meses após a segunda. Até agora, a terceira aplicação estava disponível apenas para quem tinha acima de 18 anos ou imunossuprimidos.

O ministério deve publicar uma nota técnica nesta sexta-feira para orientar como estados e municípios devem conduzir essa aplicação, ainda sem data para começar. Cabe à pasta enviar as doses, mas cada unidade federativa tem autonomia para definir os próprios calendários de vacinação.

Técnicos da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19 (CTAI-Covid) já haviam recomendado a medida há cerca de duas semanas. Agora, a pasta chancelou a aplicação da terceira dose no grupo após receber os últimos dados epidemiológicos que faltavam antes de bater o martelo.

Dados do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP-Gripe), alimentado pelo ministério, registram que pelo menos 8.059 jovens de 12 a 17 anos foram internados por Covid-19 no Brasil desde o início da pandemia até o último domingo. 


Do montante, 729 tiveram a morte confirmada pela doença. A letalidade hospitalar da faixa etária está em 9,04%, o que aponta para os riscos e as complicações da doença para o grupo.

A recomendação anterior da pasta definia que apenas os adolescentes imunossuprimidos deveriam receber a dose de reforço, além da quarta dose. No grupo, incluem-se pacientes em tratamento de quimioterapia, com HIV/Aids ou que passaram por transplante, entre outros.

Segundo as orientações do ministério, adolescentes podem receber duas doses de Pfizer ou de CoronaVac. A pasta, contudo, não indica a vacina produzida pelo Instituto Butantan como opção para reforço por gerar menor produção de anticorpos contra a Covid-19. 

Já a AstraZeneca e a Janssen não têm aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para aplicação em pessoas menores de idade.

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Fonte: IG SAÚDE

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