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Para discutir e encaminhar as prioridades dos Municípios, XXIII Marcha será em outubro

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Para que seja possível discutir e encaminhar as principais pautas dos Municípios brasileiros, o maior evento municipalista da América Latina, a XXIII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, será de 4 a 7 de outubro. A novidade foi anunciada aos gestores sulistas pelo presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Glademir Aroldi, ao final do seminário Novos Gestores, na tarde desta quinta-feira, 28 de janeiro.

Ao encerrar a série de encontros on-line, que recebeu prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e demais agentes municipalistas, Aroldi lembrou da última Marcha e falou da expectativa em torno do XXIII encontro municipalista na capital federal, cancelado no ano passado por conta da pandemia do novo coronavírus. “Nós contamos sempre com uma forte presença de autoridades dos três poderes e do Tribunal de Contas da União”.

Além dos presidentes da República, da Câmara e do Senado, o evento recebeu, em 2019, centenas de parlamentares, ministros, governadores e mais de 9 mil lideranças municipalistas. “Havíamos nos preparado para realizar a Marcha, novamente, no mês de maio. Mas, chegamos a conclusão, de que talvez o mês de maio ainda não ofereça as condições sanitárias necessárias para um evento dessa proporção”, relatou o líder municipalista ao explicar o motivo na nova data.

“Nós transferimos para a primeira semana de outubro, e pedimos que reservem na agenda esta data para estarem conosco, presencialmente em Brasília”, pediu. O presidente da CNM acredita que a presença maciça dos gestores locais, dentro dos protocolos de segurança, é uma forma de mostrar a força e a união do movimento municipalista na luta pela pauta prioritária, junto ao Congresso Nacional, ao governo federal e ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Carta Aberta
Ao encerrar as atividades com o gestores municipais do Rio Grande do Sul (RS), Aroldi também falou sobre a Carta Aberta ao Congresso Nacional e ao Governo Federal divulgada ontem, apresentando cinco reivindicações urgentes para que os prefeitos possam fazer o enfrentamento da Covid-19 e garantir a imunização dos grupos de risco e profissionais de saúde. “A vacina é o único caminho e ferramenta para que possamos resolver e amenizar a situação sanitária complicada que estamos vivendo”, afirmou.

“Vamos salvar vidas, diminuir a árdua tarefa que estão tendo os nossos profissionais da saúde e criar condições necessárias para a retomada das atividades econômicas, do desenvolvimento econômico e social do Brasil”, sinalizou o presidente da CNM. Ele completou: “estamos vivendo um novo pico, uma segunda onda com a disseminação do vírus e precisamos da prorrogação do decreto criando as condições necessárias para os gestores federais, estaduais e municipais fazerem o enfrentamento à crise”.

Coleção
Aroldi falou sobre as demais exigências da carta e, antes de encerrar o evento, avisou que a Coleção Novos Gestores, com 23 cartilhas, das mais diversas áreas da administração local, está disponível para acesso na Biblioteca CNMO Livro do Prefeito, é um dos exemplares indicados, pois orienta o gestor na sua atuação para os próximos quatros anos. “Vamos encaminhar a todas as prefeituras, nos próximos dias”, contou.

Os últimos minutos do evento virtual foram reservados para agradecer a cada participante, cada colaborador, consultor, técnicos que fizeram o evento acontecer. O líder municipalista voltou a destacar a parceria com as entidades estaduais e microrregionais e os consórcios intermunicipais. “Estaremos juntos pelos próximos quatro anos, sofrendo com as dificuldades, tentando encaminhar soluções e vibrando com cada conquista”, finalizou.

Fonte: AMM

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CIDADES

Mato Grosso registra 371.781 casos e 10.076 óbitos por Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta sexta-feira (07.05), 371.781 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 10.076 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 1.545 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 371.781 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 8.512 estão em isolamento domiciliar e 351.604 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 432 internações em UTIs públicas e 352 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 81,51% para UTIs adulto e em 45% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (78.765), Rondonópolis (27.274), Várzea Grande (25.257), Sinop (19.523), Sorriso (12.906), Tangará da Serra (12.225), Lucas do Rio Verde (11.520), Primavera do Leste (10.182), Cáceres (7.925) e Alta Floresta (7.106).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 321.613 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 562 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na quinta-feira (06), o Governo Federal confirmou o total de 15.003.563 casos da Covid-19 no Brasil e 416.949 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 14.930.183 casos da Covid-19 no Brasil e 414.399 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados desta sexta-feira (07).

Recomendações

Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança.

Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: AMM

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