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Para Damares, menina de 10 anos grávida após estupro deveria ter feito cesárea

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Anderson Riedel/PR

Ministra Damares Alves, da Família, Mulher e Direitos Humanos

A Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, falou em entrevista ao jornalista Pedro Bial nesta quinta-feira (17) sobre o caso de aborto em uma menina de dez anos estuprada no Espírito Santo . Ela criticou o procedimento e apontou a possibilidade da criança passar por uma cirurgia de cesárea para dar à luz.

Segundo Damares, os médicos do Espírito Santo, que negaram o aborto alegando não ter condições de fazer o procedimento em uma gestação tão avançada, tinham disponibilidade para esperar mais duas semanas de gestação e fazer uma cirurgia para retirar o bebê gerado após o estupro.

“Mais duas semanas poderia ter sido feita uma cirurgia cesárea nessa menina, tirar a criança, colocar numa incubadora, se sobreviver, sobreviveu. Se não, teve uma morte digna”, afirmou Damares. Após ter procedimento negado no Espírito Santo, a menina foi até o Recife, onde fez o procedimento de 17 horas para interromper a gestação.

O aborto em caso de risco de vida à gestante e em caso de estupro (duas condições na qual a criança se encaixava) é permitido por lei.

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WhatsApp bane mais de 250 contas suspeitas de disparo em massa

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Eleições: TSE tem canal para denúncia de disparos em massa no WhatsApp
Agência Brasil

Eleições: TSE tem canal para denúncia de disparos em massa no WhatsApp

O WhatApp  baniu 256 contas do seu aplicativo após denúncias de disparo em massa relacionados às eleições municipais que ocorrerão no país em Novembro. O anúncio foi feito nesta quarta (28), e foi divulgado pela empresa junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Para evitar os problemas vistos nas eleições de 2018, o TSE abriu um canal de denúncias de suspeitas de disparo em massa, que consiste no envio automático de mensagens para um grande número de pessoas, normalmente feito por programas de computador.

Do dia 27 de setembro , 1º dia oficial de campanha até a última segunda (26) , o Tribunal recebeu 1037 denúncias. Após investigação, 1020 foram encaminhadas para o WhatsApp para análises maiores sobre o padrão de envio.

Segundo o aplicativo, as denúncias se referiam a 720 contas , e após apuração, 256 foram banidas permanentemente, as outras seguem sendo investigadas.

No final de 2019, o TSE decidiu pela proibição dos disparos em massa por aplicativos de mensagem nas campanhas eleitorais. Em 2018, na eleição presidencial, o WhatsApp divulgou que 400 mil contas foram banidas no Brasil e tinham relação com a eleição no Brasil.

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