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Pantanal mato-grossense será tema de exposição fotográfica; 1ª Expo Fine Art

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Os apaixonados por fotografia já têm compromisso para esta quinta-feira (26.05). As belezas do Pantanal mato-grossense serão homenageadas durante a 1ª Expo Fine Art. Na exposição, realizada pela Nobre Photo Printing, os mais renomados fotógrafos de Mato Grosso, como José Medeiros, Rai Reis e Amaury Santos expõem suas belas obras.

O início do evento será às 19h na sede da empresa com coquetel de abertura. Além disso, para abrilhantar a noite, o artista plástico Adriano Ferreira fará uma performance ao vivo.

“Nossa intenção é colocar a arte regional em evidência. Também queremos realizar mais mostras com obras de outros artistas”, declara o diretor da Nobre Photo Printing, Rodrigo Berro. Criada em 2011, a SIS LAB Foto Express sempre buscou atender com excelência seus clientes, em especial os profissionais da área fotográfica e apaixonados por fotografias. “Trabalhando com alegria, entusiasmo e seguindo a rota do constante aperfeiçoamento, conseguimos em 2018 apresentar em nosso portfólio de produtos, algo único em Mato Grosso: impressões em grande formato, inovando e atendendo novas tendências. Dessa forma, nasceu a Nobre Photo Printing, para transformar imagens em verdadeiras obras de arte por meio da Fine Art. E este é somente o começo”, destaca o proprietário.

O ambiente foi pensado para oferecer um novo espaço cultural em Cuiabá, voltado para a fotografia Fine Art, um mercado que está crescendo muito na capital. A galeria vai dar oportunidade para vários profissionais mostrarem seus trabalhos e as belezas de nossa região.

O fotógrafo Amaury Santos sente-se honrado por ter sido convidado a participar de um projeto como esse. “Poder somar com esse trabalho ao lado de José Medeiros e Rai Reis, grandes artistas na área da fotografia, é motivo de muito orgulho para mim”, afirma.

Um pouco mais sobre a Fine Art

A impressão Fine Art é o processo de transferir fotografias, pinturas ou arte digitais para papéis e outras mídias de qualidade. Isso requer um gerenciamento rigoroso dos equipamentos e dos insumos utilizados, além de atenção e de cuidados especializados. O trabalho em Fine Art é feito para ser uma reprodução fiel da imagem, com qualidade e durabilidade própria com uma exigência superior às confeccionadas de qualquer outra forma.

Museus, galerias e artistas imprimem trabalhos em Fine Art  porque a durabilidade e a fidelidade da imagem são exigências requeridas para o trabalho que deve durar mais de um século, sem alteração de cor, por exemplo. As imagens produzidas com a intenção de serem colecionadas e expostas como arte são, geralmente, gravuras, pinturas, fotografias  com tiragem pequena, assinadas pelo autor, e com valor de arte.

Serviço:

1ª Expo Fine Art: abertura dia 26 de maio (quinta) às 19h.

Ficará aberta até 15 de junho, das 9h às 11h e das 14h às 17h

Local: Sede da Nobre Photo Printing – Av. Marquês de Pombal, 86, bairro Morada dos Nobres

Evento Gratuito

 

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Artesanato do Centro-Oeste compõe exposição no Rio; rede de Mato Grosso faz sucesso

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Rede das redeiras de Limpo Grande de Várzea Grande

O Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB), localizado na Praça Tiradentes, região central do Rio de Janeiro, oferece ao público a exposição gratuita Casa do Brasil Central, do Cerrado ao Pantanal, que pode ser vista de terça-feira a sábado, das 10h às 17h, até o próximo dia 30 de outubro. Após a visitação, as peças artesanais podem ser adquiridas.

© Divulgação CRAB

A exposição é promovida pelas unidades do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.

“Os estados e o Distrito Federal se juntaram para fazer uma ocupação, como se fossem um território só, com os biomas do Pantanal e Cerrado”, disse o curador da mostra Renato Imbroisi à Agência Brasil.

Renato Imbroisi decidiu transformar a mostra em uma grande casa cenográfica, montada em uma área de 440 metros quadrados (m²) do CRAB, em cujos cômodos o visitante tem a oportunidade de apreciar as riquezas naturais, objetos artesanais e a culinária típica da região conhecida como Coração do Brasil ou Berço das Águas.

“Cada espaço tem a força de mostrar o artesanato de cada um desses estados, com uma diversidade grande. A gente tem cerâmica, madeira, bordados, trabalhos com fibras, crochê, pintura, escultura. São mais de 200 artesãos”.

A casa

A exposição tem duas entradas. A primeira exibe os monumentos de Brasília, seguindo-se o Pantanal e o Cerrado, ilustrados por esculturas de animais em fibra de vidro, madeira, barro e produto reciclado. A partir dessa área, o público entra em uma varanda, decorada por redes de Várzea Grande bordadas, além de objetos de mestres artesãos tradicionais dos estados do Centro-Oeste.

De acordo com Imbroisi, a ideia é também gerar negócios para os artesãos participantes da exposição. “É uma vitrine de oportunidades. A exposição inteira está à venda.”

Na varanda, são encontradas também peças indígenas, principalmente de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

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No quarto, uma projeção na cama oferece ao visitante animações em cima de vários tipos de bordados. Há também painéis com flores do Cerrado, em fotos dos profissionais Lena Trindade e Lucas Moura, feitas para a mostra.

Na cozinha, estão expostos vários utensílios, desde panelas de barro, panos de prato, jogos americanos, até frutos do Cerrado. A sala de jantar expõe cavalhadas de Goiás, esculturas de cenas do cotidiano da região, ilustrando a lida no campo, utensílios de vaqueiros, animais, além de uma parte religiosa com terços de sementes de buriti. No fundo, ouve-se uma trilha sonora de conversas dos artesãos trocando receitas e falando de seus trabalhos.

O banheiro representa as águas cristalinas. Há uma série de projeções de filmes dos rios, cachoeiras, das águas correntes da região. Na sala de estar, um painel gigante de madeira esculpida retrata boiadeiros que atravessam o Pantanal levando gado. No corredor, aparece em tamanho real a maioria dos artesãos com sua obra na mão e, em frente a eles, há paisagens do Cerrado e do Pantanal e dos animais desses biomas.

A segunda entrada exibe uma quantidade grande de ipês feitos de troncos de árvores, com flores e pássaros esculpidos em madeira.

Diversificação

Casa do Brasil Central, do Cerrado ao Pantanal Casa do Brasil Central, do Cerrado ao Pantanal

Casa do Brasil Central, do Cerrado ao Pantanal – Divulgação CRAB Sebrae

O diretor de Desenvolvimento do Sebrae Rio, Sergio Malta, destacou que esta é uma das maiores e mais diversificadas mostras de artesanato brasileiro já expostas no CRAB.

“Queremos, com isso, não só contribuir para essa arte popular e para a cultura do país, como também gerar renda para o artesão do Centro-Oeste, região que ocupa 19% do território nacional”.

Programa Ocupação

Criado em março de 2016, em um prédio histórico da Praça Tiradentes, no Rio de Janeiro, o CRAB está, atualmente, conectado com todo o país para reposicionar e qualificar estrategicamente os produtos feitos à mão no Brasil e capacitar os agentes da sua cadeia produtiva.

O primeiro passo para reforçar essa conexão foi a criação do Programa Ocupação: um convite para que as áreas de artesanato de todas as unidades do Sebrae ocupassem o espaço do CRAB com mostras temporárias todos os anos, apresentando ao público o que há de mais significativo e relevante na produção de cada estado.

De acordo com a gerente do CRAB, Ana Paula Moura, a ideia é “vestir” o CRAB com todas as riquezas existentes no Brasil.

A mostra de artesanato organizada pelo Sebrae Pará, chamada Círio de Cores e Sabores, inaugurou o projeto Ocupação do CRAB, em setembro do ano passado.

Fonte: EBC Geral

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