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Padre é acusado de usar doce para atrair crianças e cometer abusos sexuais

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Padre Delson Zacarias dos Santos, acusado de pedofilia
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Padre Delson Zacarias dos Santos, acusado de pedofilia

O padre Delson Zacarias dos Santos, 47 anos, da Arquidiocese de Brasília, é acusado de assedias e abusar sexualmente de crianças. Uma nova vítima teria procurado o site Metrópoles e denunciado que o pároco oferecia “doce de banana” para atrair coroinhas. Investigado na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) por casos ocorridos desde 2014, ele foi afastado de suas funções.

Segundo um servidor público, hoje com 31 anos, o padre cometeu assédio contra ele quando ele tinha entre 14 e 15 anos e fazia parte de um grupo formado por participantes do sexo masculino com idades até 18 anos na igreja Riacho Fundo. 

Certa noite, em 2004, o padre teria passado de carro na frente do então adolescente e o convidado para entrar no veículo.

“Minha mãe, que é muito católica e frequentava aquela igreja, avisou que o padre Zacarias estava me chamando. Quando cheguei do lado de fora, ele me falou para entrar que iríamos até a casa dele pegar um doce de banana que ele havia feito para minha mãe”, lembrou.

Chegando à casa do padre, o religioso teria perguntado ao garoto se ele tinha o costume de se masturbar. “Respondi que sim, achando que ele fosse me corrigir. Depois, pediu que eu tirasse a blusa, pois queria ver se eu era magrinho. Em seguida, pediu para ver minhas ‘coxinhas’. Naquele momento, o padre foi além e pediu para que eu tirasse o short”, contou.

“Ele pediu para que eu ficasse de cueca. Naquele momento, fiquei com o corpo todo tremendo, mas tive a reação de dizer que queria ir embora. Ele, então, me levou de volta, sem dizer uma palavra durante o trajeto até a minha casa”, continuou. O servidor disse que, durante o assédio, o padre pegou uma câmera digital, afirmando que faria algumas fotos do adolescente. 

Ao  Metrópoles , a Arquidiocese de Brasília disse que presta assistência protetiva e psicológica aos envolvidos e instaurou um processo de investigação. 

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BRASIL E MUNDO

Estados Unidos descartam lockdown; OMS alerta para novos surtos

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou hoje (29) que a variante Ômicron do novo coronavírus impõe alto risco de novos surtos de infecção.

A OMS advertiu as 194 nações afiliadas de que a possibilidade de um novo surto pode ter consequências severas, mas ressaltou que nenhuma morte foi registrada até o momento em decorrência da nova variante.

Também hoje, o presidente norte-americano, Joe Biden, afirmou em discurso na Casa Branca que a nova variante é motivo de preocupação, mas não de pânico. Segundo Biden, a variante chegará em solo americano cedo ou tarde; portanto, a melhor abordagem no momento é a vacinação.

Na próxima quinta-feira (2), a Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos, divulgará uma nova estratégia para lidar com a pandemia e suas variantes durante o inverno. Joe Biden adiantou que o plano não incluirá novas ações restritivas à circulação de pessoas ou contenção de aglomerações. “Se as pessoas estiverem vacinadas e usarem máscaras, não há necessidade de novo lockdown [confinamento]”, afirmou.

O presidente ressaltou, entretanto, que ainda demorará algumas semanas até a comprovação da eficácia dos imunizantes disponíveis contra a Ômicron.

O especialista em saúde Anthony Fauci, conselheiro do governo nas ações contra a pandemia, disse que que o país “obviamente está em alerta vermelho”. “É inevitável que se espalhe amplamente”, afirmou em entrevista a uma rede de televisão neste sábado (27), de acordo com a agência internacional de notícias Reuters.

Segundo projeções de órgãos de saúde internacionais, o número de casos da variante Ômicron deve ultrapassar 10 mil nesta semana, em comparação aos 300 registros feitos na semana passada, informou o professor Salim Abdool Karim, infectologista que trabalha no combate à pandemia no governo sul-africano.

Ontem (28), o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, denunciou em redes sociais o que chamou de abordagem “injustificada e anticientífica” em relação país. Para Ramaphosa, o fechamento de fronteiras e a proibição de voos de países da África Austral fere profundamente economias que dependem do turismo, além de serem “uma espécie de punição pela capacidade científica de detectar novas variantes”.

O presidente da África do Sul fez um apelo para que autoridades internacionais não estabeleçam restrições de voo para a região.

*Com informações da Reuters

Edição: Nádia Franco

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