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Outono e inverno de 2021: veja quais as apostas para a nova estação

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Cores vivas em contraste com preto e cinza são tendência
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Cores vivas em contraste com preto e cinza são tendência

O outono está chegando. Aos poucos, marcas e lojas fast shop já começam a renovar as peças de seus catálogos. Para saber como compor um  look incrível  na estação mais charmosa do ano, conversamos com especialistas da moda saber o que será  tendência no outono e no inverno de 2021. Confira.

As tendências vão mudar por conta da pandemia, já que a moda também foi afetada pela Covid-19. Segundo Fernanda Graneiro, gerente de imagem e estilo, a tendência por conta da pandemia é o conforto. “A maioria está em casa, mas não é porque estão em casa, que elas não querem deixar de se arrumar”, diz. 

Marcela Moura, influenciadora e consultora de imagem relembra que o “homewear” é uma tendência que veio para ficar. O estilo é mais despojado e confortável, ideal para quem quer aproveitar os looks para não desleixar no home office. “Roupas, acessórios e tênis confortáveis que caíram no gosto em 2020 continuarão em alta neste ano. A pandemia segue ditando as regras da moda”, diz. 

Apesar da pandemia, a moda irá mudar

Graneiro aponta que algumas tendências perderam força e deram espaço para outras. “Peças prezando o conforto e versatilidade substituíram as de tendências como alfaiataria e manga bufantes, essas continuam, porém, um pouco mais contidas. Mesmo assim, algumas tendências continuam, como tons terrosos por exemplo”, diz. 

A moda terá essas mudanças e seguirá com um tom mais suave. “O inverno traz as transparências, um ar romântico e feminino com mangas bufantes e cores como os caramelos, beges e avermelhados desdobrados do verão. As novidades ficam por conta dos tecidos xadrezes, das misturas de estampas e texturas e dos tons de verde escuro e marrom”, diz. 

Couro segue em alta

O material pode ser combinado com muitas peças jeans, tecidos de alfaiataria, malha e seda. “Particularmente, acho mais interessante quando misturamos com um material mais fluído ou com algum brilho, traz um ar fashion e novo a esse material”, diz a especialista. 

“O que muda são as apostas em novas cores e modelagens. É possível usar uma jaqueta de couro com um vestidinho básico ou um jeans em várias ocasiões do dia.”, completa Marcela. Use a criatividade! A peça é muito versátil e rende looks muito estilosos. 

Recicle looks do verão

Mesmo nas estações mais frias, ainda podemos aproveitar as temperaturas quentes. Felipe ressalta a facilidade de reciclar e reutilizar as peças de outras estações. Além de completar o seu look, ainda é bom para o seu bolso. “Sobreposição é a solução, usar peças mais leves por baixo de peças mais pesadas e quentes é uma ótima saída! regatas podem ser usadas com um tricô por cima e finalizadas com um casaco mais pesado”, aponta.

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Moura diz que mesmo com o outono e inverno, você tem dias mais quentes, que são perfeitos para o uso de peças de verão com acessórios de inverno. “O uso de coletes por cima de camisarias ou de blusas mais quentes também é uma boa pedida para dar um up na produção”, diz. 

Como o Brasil é um país tropical, fica fácil aproveitar as peças do verão. “Os vestidos são super versáteis, basta colocar uma meia calça e uma parka e já vira um look de inverno. A mesma dica serve para as saias, uma meia calça e uma bota já transformam o look”, diz Graneiro.

Tons vivos em alta

As cores Pantone deste ano são o amarelo e o cinza. Para compor looks usando essas cores a dica é usar um item em amarelo e cortar com o tom mais sóbrio do cinza. O preto, clássico da estação, pode ser combinado com essas e outras cores vivas. “Cores sóbrias como os tons de verde, marrom, azul escuro e o cinza, contrastadas com tons vivos e vibrantes como o laranja, roxo magenta, vermelho e amarelo funcionam muito bem”, diz. 

Além das cores vivas, Fernanda indica tons claras e sóbrias. “Esse ano temos o lavanda, super presente no inverno, assim como o verde militar e o rosa, que vai ganhar muito espaço na nossa nova coleção. Porém, sempre mantendo tons mais fechados que são base nas coleções de inverno”, indica. 

Floral e xadrez sempre na moda 

Neste ano, a tendência é utilizar estas estampas sem medo. “O xadrez está muito presente, aparecendo tanto em casacos como em camisas, calças e saias. Os florais meio anos 70, com flores. Além disso, estampas de animais, onças, zebras, cobras também aparecem como tendência, assim como as estampas étnicas e folk”.

Moura também indica o “tweed”, um tecido estruturado e quentinho com estampas atemporais. “Ainda, uma aposta que temos visto nas passarelas são as estampas autorais, assinadas por grandes marcas”, diz.

Acessórios da vez

Fundamentais para qualquer look, os acessórios no inverno são diferentes. “Com certeza um dos principais acessórios que não podem faltar na coleção Outono/Inverno são cachecóis, lenços, pashiminas e xales. Além de aquecer, eles dão charme e elegância ao look. Essas são sempre boas apostas para diversificar os looks”, diz Marcela.

Uma tendência que voltou e permanece são as pochetes. “Elas aparecem com um cinto duplo, mais discreto e estilizado, para incrementar a produção. As botas também são peças chaves na estação e, seguindo a tendência atual do “homewear”, estarão mais confortáveis”, afirma Moura.

“Escolha acessórios que complementam o seu look de acordo com seu estilo”, diz Fernanda. Correntes, bolsas coloridas, colares, pulseiras com contas, maxi miçangas coloridas e com emojis também são as promessas da estação e vão garantir mais estilo e diversão no seu look.

Fonte: IG Mulher

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“Elas se protegem”, diz mãe de gêmeas, uma delas com Síndrome de Down

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Renata Pinheiro e as filhas: Marina e Marcela
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Renata Pinheiro e as filhas: Marina e Marcela

Como muitas  mulheres , a dentista Renata Pinheiro, sonhava em ter filhos. Ela  engravidou aos 34 anos e teve uma bela surpresa: ao invés de um, eram dois bebês. “Nos exames de pré-natal eu e o meu marido descobrimos que seriam bivitelinos, pois elas tinham peso e tamanho diferentes.

Foi uma surpresa, uma alegria, mas também veio o medo de ser difícil financeiramente e de cuidar de duas crianças ao mesmo tempo”, conta. No nascimento, outra descoberta: Marina tinha Síndrome de Down e Marcela não. “No começo foi muito turbulento. Eu, mãe de primeira viagem, de duas meninas e cada uma com características individuais, me assustou”, diz.

Renata conta que ter uma filha com Síndrome de Down a fez descobrir toda uma área de conhecimento. “Aprendi sobre os direitos que estão na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, fiz cursos e participo de palestras. Mas os fatos que vivenciamos na rotina é que nos ensinam e nos fortalecem”, conta.

Além de buscar informação por conta própria, ela conta que também encontra apoio para em grupos de mães e famílias com crianças com a mesma condição. “Faço parte de grupos de mães que vivem realidades parecidas e é muito bom. A sociedade precisa se preparar, tanto no aspecto físico e estrutural quando no pessoal. As pessoas com deficiência estão aí e têm o direito de estarem em todos os lugares”, afirma.

Essa rede de apoio, somada ao acolhimento que recebe de sua família, foram fundamentais para que ela soubesse lidar com situações de preconceito envolvendo a filha. “Já tive matrícula recusada em escola particular e na escola de natação da cidade. Nesse período eu era imatura frente a discriminação, mas hoje sei reinvidicar e lutar pelos direitos dela”, conta Renata, que já venceu um processo contra uma empresa de recreação por discriminação. 

“Infelizmente sei que novos absurdos podem acontecer, porém, eu tenho que prepará-la para a sociedade. A sociedade que não está preparada para ela”, diz. 

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Mesmo com as diferenças, a criação das duas é a mesma. A única diferença é que Marina faz acompanhamento com uma fonoaudióloga e psicopedagoga. “Para as duas, mantemos a mesma rotina, exigimos disciplina e buscamos que sejam educadas dentro dos nossos critérios. As duas fazem as mesmas atividades, só isso que difere mesmo”, conta.

Felizmente, o preconceito não abala as relações familiares e a amizade entre as irmãs Marina e Marcela, hoje com oito anos. “As duas são muito companheiras. Estão na fase de ‘ranhetice’, mas elas se protegem. Uma briga com a outra, mas não venha ninguém falar ou brigar com uma que a outra a defende”, conta. 

Fonte: IG Mulher

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