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Outdoor com críticas a Bolsonaro é destruído; UNE promete instalar outros

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Outdoor foi instalado em Goiânia pela UNE
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Outdoor foi instalado em Goiânia pela UNE

Menos de 24 horas após ser instalado em Goiânia, um outdoor da União Nacional dos Estudantes (UNE) — com críticas ao governo e os dizeres “Bolsonaro genocida” — foi destruído na tarde desta quinta-feira. A iniciativa foi feita em solidariedade à professora Ericka Suruagy, da Universidade Federal Rural de Pernambuco, e ao sociólogo Tiago Costa Rodrigues, investigados pela Polícia Federal por também promoverem outdoors críticos ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

“É uma postura de autoritarismo por parte dos apoiadores do presidente. Querem calar a voz dos e das estudantes. Mas agora estaremos ainda mais mobilizados para recolocar esse e novos outdoors por todo país. Seguiremos denunciando os crimes de Bolsonaro”, afirma Regina Brunet, 1ª Vice-Presidente da UNE.

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A entidade lançou hoje uma vaquinha online para arrecadar doações e financiar outros painéis pelo país. Segundo a UNE, a quantidade de doações teve crescimento expressivo após outdoor ter sido destruído e, em menos de cinco horas de campanha, já arrecadaram mais de R$ 10 mil. Os estudantes planejam começar a instalar os novos painéis onde houver maior número de doações.

Em uma rede social, a organização afirmou que não vai se calar, que está em contato com a empresa para recolocar o outdoor em outros lugares. “Vamos estampar no Brasil inteiro que Bolsonaro é genocida!”, postou.

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Bolsonaro deve quase R$ 100 mil por não utilizar máscara em locais públicos

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Bolsonaro deve quase R$ 100 mil por não utilizar máscara em locais públicos
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Bolsonaro deve quase R$ 100 mil por não utilizar máscara em locais públicos

O hábito de circular pelo país sem máscara e de promover aglomerações mesmo em momentos críticos da pandemia da Covid-19 pode pesar no bolso do  presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O Maranhão já o inscreveu na dívida ativa do estado por causa de uma multa de R$ 80 mil, valor que pode vir a ser cobrado judicialmente. Há ainda autuações não pagas em São Paulo que podem somar R$ 3.868,97, no mínimo.

Bolsonaro esteve na cidade de Açailândia (MA) para entregar 287 títulos de propriedade rural no dia 21 de maio deste ano. Como de costume, ao chegar ao local, o presidente, sem máscara, cumprimentou apoiadores que se aglomeravam atrás de uma grade de proteção.

No discurso, ele fez críticas ao governador e seu adversário político Flávio Dino, na época no PCdoB, e perguntou para a plateia quem era “o gordinho ditador do Maranhão”.


Um decreto estadual proibia a realização de eventos com mais de cem pessoas. O auto de infração diz que fotos e vídeos não deixam dúvida de que Bolsonaro cometeu “transgressões da legislação sanitária vigente”.

Foi ainda considerado que houve agravante porque, supostamente, ele agiu com dolo (intenção). O documento também diz que a Presidência realizou o ato “sem os mínimos cuidados exigidos nas normas referentes à Covid-19”.

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