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Osteoporose e os implantes dentários

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Pacientes com osteoporose podem sim receber implantes dentários. A taxa de sucesso é semelhante a de pacientes sem a doença. Entretanto, isso não exclui a necessidade de se seguir todas as etapas antes do procedimento.

O que é a osteoporose?

É mais comum em mulheres acima dos 45 anos (por questões hormonais), a osteoporose trata-se de uma doença caracterizada pelo enfraquecimento dos ossos, deixando os mesmos mais frágeis e, portanto, aumentando o risco de ocorrerem fraturas em consequência a traumas. Por exemplo: sentar numa cadeira ou subir uma escada, traumas estes que acometem principalmente os ossos da bacia, do fêmur e do antebraço.

E, dependendo do grau da doença, essa redução pode afetar diversas partes do corpo, inclusive os ossos maxilares. A questão é que alguns remédios utilizados para combater a osteoporose podem causar problemas à saúde bucal, como problemas de cicatrização após a cirurgia de implante dental.

O procedimento adotado pelo cirurgião dentista é, acima de tudo, avaliar as condições do paciente, tempo de uso e tipo de bisfosfonato (o medicamento que é utilizado).

Dentro dessa avaliação, o cirurgião dentista poderá entrar em contato com o médico responsável pela indicação do tratamento da osteoporose, a fim de planejar a possível interrupção do mesmo por no mínimo 6 meses.

O importante é realizar acompanhamento constante, por meio de exames específicos, que deverão ser repetidos até que se encontre uma condição com menos risco cirúrgico.

É importante salientar que essa medicação (bifosfonato) se mantém no tecido ósseo por até 8 anos após a interrupção e, dependendo da quantidade e do tipo de medicamento tomado, os riscos para o surgimento de um problema poderão levar uma década ou mais para serem eliminados.

Sendo assim, em casos de extrações de urgência nos quais a interrupção prévia do medicamento não pode ser realizada, o risco do surgimento de necrose no osso do paciente pode aumentar seriamente.

O cirurgião dentista pode empregar medidas preventivas para diminuir esse risco. Em relação ao sucesso cirúrgico do implante, é importante que o paciente tenha controle da própria saúde como um todo, pois, fatores como diabetes sem controle, problemas gengivais presentes, deficiência de vitamina D e outros, também podem contribuir para a perda precoce dos implantes.

A higienização oral completa, realizada de forma criteriosa com escovação e fio dental, além de visitas periódicas ao dentista, diminui o risco de problemas orais de forma significativa , sendo a melhor maneira de reduzir a necessidade de tratamentos invasivos odontológicos.

Fonte: IG SAÚDE

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Você tem estrias? Pode ser Síndrome de Cushing. Saiba mais aqui

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Por Edmundo Pacheco | Portal Mato Grosso

A Síndrome de Cushing é uma doença provocada pelo desequilíbrio de um hormônio chamado cortisol. O cortisol é produzido pela chamada glândula suprarrenal (por ficar próxima aos rins) e é frequentemente relacionado ao armazenamento de gordura e à perda de massa muscular.

Apesar de ser classificado como um dos “hormônios ruins” que produzimos (como o colesterol ruim) o cortisol tem uma função fundamental para o organismo e qualquer desequilíbrio pode provocar complicações graves à saúde. O excesso de cortisol no corpo causa a síndrome de Cushing.

Essa síndrome provoca o aparecimento de depósitos de gordura no corpo, estrias na pele, principalmente nas regiões do abdômen, coxas, seios e braços; emagrecimento e pele frágil, cicatrização lenta, acne, períodos menstruais irregulares ou ausentes, diminuição da libido, diminuição da fertilidade, disfunção erétil, fadiga, fraqueza muscular, depressão, ansiedade e irritabilidade, perda de controle emocional, dificuldades cognitivas, pressão arterial elevada, intolerância à glicose que pode levar à diabetes, dor de cabeça e perda óssea, levando a fraturas ao longo do tempo.

Top 10 – os principais sintomas:

  1. Ganho de peso, com maior concentração de gordura na face, pescoço, nas costas e/ou no abdome;
  2. Pele fina; maior tendência ao aparecimento de estrias vermelhas;
  3. Interrupção da menstruação ou presença de ciclos irregulares (nas mulheres);
  4. Aumento de pelos no corpo, pele oleosa ou acne;
  5. Fraqueza muscular nos braços e nas pernas;
  6. Enfraquecimento dos ossos, com maior tendência à fratura;
  7. Diabetes (aumento dos níveis de açúcar no sangue);
  8. Aumento da pressão arterial e problemas cardíacos;
  9. Alterações no humor, como depressão, angústia, irritabilidade;
  10. Maior facilidade para o aparecimento de infecções.

O que pode desencadear essa doença é o uso constante de corticoides. A função do medicamento é elevar os níveis de cortisol no organismo, mas a alta concentração do hormônio por muito tempo provoca essa síndrome.

Por isso, pessoas que têm artrite, artrite reumatoide, asma, lúpus, dor nas articulações, bursite, dor nas costas e outras doenças inflamatórias, e são tratadas com corticoides, devem ficar atentas aos sintomas descritos acima, que podem indicar o aparecimento da Cushing.

Embora ela seja mais comum em mulheres que homens (na proporção de três por um) na faixa de idade dos 20 aos 50 anos, essa doença acomete pessoas de ambos os sexos e de qualquer idade, principalmente se tiverem obesidade e diabetes. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 50 mil pessoas vivem com essa doença atualmente ao redor do mundo.

SAIBA MAIS

Essa síndrome foi descoberta pelo médico e neurocirurgião norte-americano Harvey William Cushing.

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