AGRO & NEGÓCIO

Origem Premium: pecuarista ressalta as vantagens da Raça Araguaia que permitiram uma produção rentável

Publicado


.
O mercado pecuário segue em expansão e com o crescimento das oportunidades de negócio, o produtor tem buscado cada vez mais qualidade. Dentro deste contexto, o bovino da Raça Araguaia através de seu aprimoramento genético se apresenta entre as melhores opções para compor plantéis e garantir a rentabilidade na pecuária de corte.
Os animais Araguaia são resultantes dos trabalhos de cruzamentos e seleção entre raças adaptadas ao clima quente e especializadas na produção de carne, assegurando excelentes resultados econômicos. Por ser uma raça completa vem se consolidando no mercado nacional, diante de seus atributos de fertilidade, precocidade, rusticidade, performance, e principalmente, as propriedades da carne com relação a maciez, sabor e baixo teor de gordura.

Considerando as vantagens e o sucesso de utilizar reprodutores da Raça Araguaia, o pecuarista Eduardo Barcelos Bonfim, de 29 anos, se convenceu em criar na Estância Barcelos & Bonfim, propriedade da família, localizada em Nova Galiléia, Distrito de Rondonópolis (MT), o gado Araguaia.

O criador buscava um rebanho produtivo e com retorno financeiro em menor prazo de tempo. Na propriedade, são criados cerca de 700 animais Araguaia reprodutores, Araguaia em vacada Nelore, e também, em matrizes F1 Angus.
“Nós começamos a criar animais da Raça Araguaia há pouco mais de três anos. No início, tínhamos 20 novilhas. E depois, adquirimos mais animais, para ir apurando a raça”, explica o pecuarista.

Ciclo de produção reduzido
A Raça Araguaia, permite planejar com alto grau de confiança, os resultados a serem atingidos desde o início da estação de monta até o destino final de seu projeto, seja na comercialização de bezerros, reposição de matrizes, comercialização de touros e especialmente, para a produção de carne de qualidade.
“Antes, quando eu criava um bezerro era quase um ano e meio na fazenda. Hoje, com a Raça Araguaia, em dez meses eu consigo abater e colocar outro animal. Então, o sistema de produção se torna mais rotativo e também mais lucrativo, por conta da boa genética”, relata Bonfim.

Manejo facilitado
De acordo com o pecuarista, a Raça Araguaia foi uma excelente opção de investimento pela facilidade de manejo. O rebanho respondeu rápido ao estímulo e atendeu as expectativas, apresentando comportamento adequado que contribuiu para alcançar bons resultados pela aceitabilidade e adaptação do animal ao clima da propriedade.
“As matrizes Araguaia são melhores na produção de leite e criam melhor os bezerros. Os animais são mais calmos, então é melhor para se trabalhar com relação a remédios e vacinas. E quanto mais calmo, mais peso ele ganha e mais rápido é o ciclo de produção”, diz o produtor.

Retorno financeiro
Um fator indispensável para todo investimento de sucesso é o planejamento da produção, visando qualidade, produtividade da criação, custo de produção e eficiência econômica. Para atuar com essa visão empreendedora, o criador recebeu o apoio do programa Origem Premium que permitiu alcançar desempenho expressivo, com foco na gestão técnica e econômica da produção.
“Desde o primeiro abate, eu já percebi que o retorno financeiro era diferenciado porque o giro que eu tive na fazenda era bem maior do que com outra raça. Com uma rotatividade maior de animais, os resultados financeiros também aumentam”, comenta Bonfim.
Além da maior produtividade animal, o Programa Origem Premium remunera o produtor com um bônus de 5% sobre o valor da arroba do boi gordo para o macho castrado e pratica o valor da arroba do boi gordo para aquisição das novilhas Araguaia. A idade máxima dos animais aceita para o Programa é de 28 meses ou duas quedas de dentes.

Serviço

Contribua de maneira positiva para o seu projeto e para o agronegócio do Brasil. A Origem Premium possui uma equipe especializada em buscar o plano de negócio para expandir a produção de corte e valorizar a criação bovina nacional. Conheça o manejo sustentável da Origem Premium, acesse a nossa Home: www.origempremium.com.br

Comentários Facebook
publicidade

AGRO & NEGÓCIO

Trabalhos de acadêmicos são premiados na VI Jornada Científica da Embrapa Amapá

Publicado


Resultados de pesquisas foram apresentados por bolsistas e estagiários.

Durante o webinar de encerramento da VI Jornada Científica da Embrapa Amapá, na tarde da última sexta-feira, 23/10, foi anunciado o rankeamento dos 12 trabalhos de Iniciação Científica apresentados por bolsistas e estagiários vinculados a pesquisas de inovação tecnológica para os segmentos agropecuário e florestal do Amapá e Estuário Amazônico. A Comissão Científica avaliadora foi formada pela professora doutora Lúcia de Fátima Henriques Lourenço, da Universidade Federal do Pará (Presidente), e pelos professores doutores Alan Cavalcanti da Cunha e Caio Pinho Fernandes, ambos da Universidade Federal do Amapá (Unifap). As apresentações dos acadêmicos foram avaliadas com base nos critérios de clareza das informações, fundamentação teórica, análise dos resultados, entre outros.

O trabalho intitulado “Monitoramento da produção de frutos de castanheiras-da-amazônia nos anos de 2019 e 2020”, da bolsista Suellen Oliveira, conquistou o primeiro lugar na categoria oral. Aluna de Engenharia Ambiental da Universidade do Estado do Amapá (Ueap) e vinculada ao Programa de Iniciação Científica da Embrapa, financiado pelo CNPq, ela considera esta oportunidade uma fase rica da sua formação.  “A iniciação científica foi um divisor de águas na minha vida acadêmica, não só no incentivo na escrita científica, mas também me levando a conhecer outras realidades e comunidades tradicionais. Costumo dizer que a iniciação científica é um passo muito real para mostrar como será minha vida profissional”, destacou a bolsista. Seu estudo foi supervisionado pelo pesquisador Marcelino Guedes e o resumo do trabalho é assinado, além do orientador e da bolsista Suellen Oliveira, pelos acadêmicos Rafael Lucas Figueiredo de Souza, Ediglei Gomes Rodrigues e Thamires Viana Alves de Souza.  

Entre os premiados na categoria vídeo-pôster está a pesquisa “Comercialização e variação do preço do açaí produzido nas Ilhas do Pará e Araramã”, do acadêmico Gabriel dos Santos Madureira, aluno de Engenharia Florestal da Ueap. Ele assina o trabalho com Juliana Chagas Gurjão Nunes; Danielle Miranda de Souza Rodrigues; Ana Margarida Castro Euler; e Marcelino Carneiro Guedes, este último seu orientador no estágio pela Embrapa. “A Iniciação Científica me auxiliou positivamente na minha vida acadêmica e profissional, agregando conhecimento científico com conhecimento empírico, através das famílias tradicionais do estuário amazônico e das famílias da reserva extrativista”, destacou Madureira.    

 

Trabalhos apresentados na forma oral: avaliação do resumo escrito e da apresentação oral

• 1º Lugar

Monitoramento da produção de frutos de castanheiras-da-amazônia nos anos de 2019 e 2020 (Suellen Patrícia Oliveira Maciel; Rafael Lucas Figueiredo de Souza; Ediglei Gomes Rodrigues; Thamires Viana Alves de Souza; Marcelino Carneiro Guedes)

• 2º Lugar

Criação de insetos para pesquisa sobre controle biológico: Bactrocera carambolae e Fopius arisanus (Jhulie Emille Veloso dos Santos; Adriana Bariani; Cristiane Ramos de Jesus)

• 3º Lugar

Caracterização química de frutos de açaizeiros com perfil ao mercado (Jullie Nicole Jansen Siqueira; Valeria Saldanha Bezerra; Leandro Fernandes Damasceno; Silas Mochiutti)

 

Trabalhos apresentados na forma de pôster: avaliação do resumo escrito e da apresentação virtual

• 1º Lugar

Variabilidade genética em progênies de açaí branco (Ana Késsia Freitas de Matos; Gilberto Ken Iti Yokomizo; Rayane da Mota Rios)

• 2º Lugar

Comercialização e variação do preço do açaí produzido nas Ilhas do Pará e Araramã (Gabriel dos Santos Madureira; Juliana Chagas Gurjão Nunes; Danielle Miranda de Souza Rodrigues; Ana M. C. Euler; Marcelino Carneiro Guedes)

• 3º Lugar

Espécies florestais nativas prioritárias para produção de sementes e mudas no Amapá (Lara Vivares Veras; Henrique Nery Cipriani; Ana Margarida Castro Euler)

Esta programação fez parte da VI Jornada Científica da Embrapa Amapá, evento realizado de 19 a 23 de outubro repleto de conhecimento científico, com minicursos, apresentações de trabalhos de Iniciação Cientifica, mesa redonda sobre inteligência artificial, palestras e lançamentos de publicações. A sexta edição da Jornada Científica foi realizada totalmente em plataformas digitais devido à pandemia do novocoronavírus e necessidade de distanciamento social.

 

Fonte: Embrapa

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Agronegocio

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana