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Orgasmo durante o parto? Sim, existe! Conheça o parto orgásmico

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Apesar do parto ser quase sempre associado a dor e sofrimento, é possível ter orgasmos nesse momento
Reprodução/Instagram/Kalu Gonçalves

Apesar do parto ser quase sempre associado a dor e sofrimento, é possível ter orgasmos nesse momento


Sim, parto orgásmico. Apesar de quase sempre estar associado a dor e sofrimento parto tem muito mais a ver com o sexo do que se imagina e, por consequência, com o orgasmo. Os dois eventos têm muito em comum, a começar pelos hormônios, como serotonina, endorfina, ocitocin. Todos eles agem mais intensamente no trabalho de parto do que em um orgasmo.

Mas, afinal,  se orgasmo e parto tem tudo a ver, por que a maioria das mulheres não goza quando seus filhos nascem?  “A gente desconhece uma vida prazerosa. É muito incomum você encontrar uma mulher que tenha prazer, por exemplo, em menstruar. Aquilo que vai gerar uma vida e está presente todos os meses é combatido e tido como algo muito ruim”, explica a doula Kalu Gonçalves, que teve seu próprio parto orgásmico sem nem saber que era possível.

O que é o parto orgásmico?

Ao contrário do que se pode imaginar,  o parto orgásmico não é sobre casais que transam durante o trabalho de parto ou uma mulher que se masturba enquanto seu colo do útero dilata. Nele, o orgasmo é visto como uma consequência pelo prazer que se tem em fazer a travessia. Isso não quer dizer que as contrações não sejam dolorosas, assim como a abertura que o corpo faz para o nascimento do bebê. Mas sim que, de forma geral, a mulher e seu corpo vão responder a mais receptores de conforto e prazer do que de medo e dor.

Segundo a doula. o ambiente influencia muito para que o parto orgásmico ocorra. Na maioria dos partos, há muitas pessoas presentes, o que acaba deixando a mulher numa situação pouco confortável e mais difícil para se entregar ao momento, incluindo o prazer que faz parte dele.

“Eu acho que toda mulher deveria pensar não no orgasmo em si, mas no prazer. E, sobretudo, na liberdade de ser protagonista porque isso é o que vai fazer com que ninguém faça exames ou intervenções desnecessárias, que ninguém faça nenhum tipo de procedimento que não seja de efetividade contra a vontade”, diz. Para a doula, o parto é um espelho de toda violência sexual que as mulheres acabam vivendo ao longo da sua vida, o que inclui a violência obstétrica

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O papel do acompanhante

A doula comenta que já acompanhou quase 800 partos e deste número, somente dois partos orgásmicos com um companheiro junto. Além destes, ela presenciou um onde a mulher sozinha viveu o parto orgásmico. 

Segundo ela, o papel desempenhado pelo acompanhante durante o trabalho de parto influencia bastante na influência ou não do parto orgásmico, já que muitos não saberm qual é o seu papel e lugar naquele momento ou causar constrangimentos à parturiente. 

“Sensações que são de como dar conta ou como um bebê grande sai dessa vagina e como meu pequeno elemento vai entrar aí depois? Esse paralelo existe. Então tem isso de não conseguir lidar com o parto de uma forma sexual. Também acho que ainda existe muita coisa dentro desse companheiro que tem medo. Medo do do trabalho de parto, da dor, de dar alguma coisa dar errado. Nesse contexto, como é que você vai conseguir se envolver e sentir prazer, manifestar prazer em si, passar prazer pro outro?”, diz.

Como se preparar para o parto orgásmico

Segundo a doula, não há um curso que casais possam fazer para ter um parto orgásmico. Por isso, o que se recomenda são mudanças de atitudes, como o diálogo sobre o que lhesndá prazer:  onde gostam de ser tocadas, como querem ser acariciadas, com que intensidade. Além disso, ela diz que é preciso entender a dor como parte do processo do parto, mas que ele não se resume a essa única sensação.

“O companheiro tem que estar junto, mergulhar junto nesse processo, de se beijar na boca, desse olho no olho, deitar na cama junto e ter essa atitude sensual. O parto é muito sexual e é um momento muito de sensualidade. Nesse momento que a mulher vai estar em trabalho de parto, ele vai servir a ela no seu lugar. Vai ficar em silêncio, vai olhar nos olhos, vai vai tocar o corpo dela com muita ocitocina mesmo. Sem adrenalina, sem medo, sem estado, sem querer fazer sexo, mas querendo estar junto dessa mulher. É isso que vai fazer com que essa parto possa ter a possibilidade de um parto orgásmico”.


Fonte: IG Mulher

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Mulher dá à luz bebê de 6,4 quilos no Arizona; bebê vira celebridade na Internet

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Cary Patonai
Reprodução/Instagram

Cary Patonai



Cary Patonai deu à luz um bebê de 6,4 quilos após sofrer 19 abortos espontâneos nos últimos 13 anos. A mãe do recém-nascido vive no Arizona (13), tem 36 anos e já é mãe de outras duas crianças de 10 e 2 anos de idadade. Finnley, o bebê gigante, rapidamente viralizou na web, já que pelo seu tamanho incomum saiu do ventre materno usando roupas de tamanho de 6 a 9 meses.  


Finnley nasceu de cesárea no dia 4 de outubro, mas precisou ficar 8 dias internado antes de poder ir pra casa com a família. “Foi muito difícil para mim (visitar a UTI)… Isso reacendeu muitas coisas a respeito dos meus 19 abortos; sair do hospital sem um bebê”, contou Cary ao jornal The Epoch Times.

Durante a internação, Cary contou que o bebê virou uma “pequena celebridade” pelo o seu tamanho acima do normal. Os dois obstetras presentes no nascimento da criança disseram nunca ter visto um recém-nascido tão grande em quase 30 anos de profissão. 

Fonte: IG Mulher

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