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Orçamento: Guedes é comparado com navio que encalhou em Suez por travar acordo

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, sofre pressão da base aliada do governo
O Dia

O ministro da Economia, Paulo Guedes, sofre pressão da base aliada do governo


Nos corredores da Praça dos Três Poderes uma nova brincadeira surgiu entre deputados e senadores. O chefe da pasta da Economia, Paulo Guedes, foi apelidado de “Evergreen”, a empresa cujo  navio bloqueou o fluxo do canal de Suez durante seis dias.

A embarcação, de 400 m de comprimento, encalhou no canal no dia 23 de março e interrompeu uma das rotas comerciais mais importantes do mundo.

O centrão não perdeu a deixa e, devido ao entrave, atribuiu o mesmo nome ao ministro que tem tido resistência em aceitar a demanda de congressistas por emendas no Orçamento e, assim, destravar um acordo para a sanção da peça.

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Guedes considera a atual proposta de Orçamento inexequível por propor cortes bilionários em gastos obrigatórios, como aposentadorias, para ampliar o valor de emendas parlamentares. O ministro argumenta que a sanção da peça, tal como está, poderia fazer o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) incorrer em crime de responsabilidade, o que abriria caminho para a abertura de um processo de impeachment.

Em março, o governo prometeu mais R$ 16,5 bilhões em emendas parlamentares em troca da aprovação da PEC (proposta de emenda à Constituição) Emergencial. O projeto prevê medidas de controle de despesas e permitiu a nova rodada do auxílio emergencial.

Para a equipe econômica, o relator do Orçamento, senador Márcio Bittar (MDB-AC), extrapolou o acordo quando sugeriu o acréscimo de R$ 29 bilhões que acabaram distribuídos em negociações políticas.

A demora em uma definição retomou a pressão no centrão por uma troca de Guedes.

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Governo vai enviar R$ 15 bilhões para programas de crédito a empresas

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Jair Bolsonaro e Paulo Guedes
Antonio Cruz/Agência Brasil

Jair Bolsonaro e Paulo Guedes


O governo pretende destinar até R$ 15 bilhões para ajudar micro e pequenas empresas afetadas pela retomada da pandemia de covid-19, anunciou o Ministério da Economia.

A pasta aguarda a sanção de projeto que flexibiliza a Lei de Diretrizes Orçamentárias ( LDO ) de 2021,  que foi aprovado nesta segunda-feira (19) pela Câmara e vai para votação do Senado.

Dos R$ 15 bilhões, R$ 10 bilhões iriam para o Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda ( BEM ), que complementa a renda de empregados de empresas que reduzem jornadas ou suspendem contratos de trabalho em função da pandemia.

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Os R$ 5 bilhões restantes iriam para o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte ( Pronampe ), que financia pequenos negócios com juros baixos e regras simplificadas.

O projeto que altera a LDO de 2021 retira um dispositivo que obrigaria o governo a compensar os dois programas temporários com corte de despesas em outras áreas ou com aumento de tributos e de outras fontes de receita.

As medidas de ajuda aos negócios de menor porte têm sido uma das reivindicações dos setores mais atingidos pela segunda onda da pandemia de covid-19. Segundo pesquisa da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), 91% das empresas do segmento não conseguiram pagar integralmente as folhas salariais em abril.

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