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Operação Rodovida integra fiscalização e educação para reduzir mortes

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Começou na manhã de hoje (18) a Operação Rodovida, de âmbito nacional, que integra órgãos municipais, estaduais e federais em ações de fiscalização e educação. O lançamento ocorreu na Ponte Rio-Niterói. A ação que vai até fevereiro terá atividades também nas áreas de saúde e infraestrutura, com o objetivo de diminuir a violência no trânsito.

O porta-voz da Polícia Rodoviária Federal no Rio de Janeiro, José Hélio Macedo, lembra que ocorreram 33.414 mortes em acidentes de trânsito em 2018, sendo 5.271 nas rodovias federais, segundo o Ministério da Saúde. Entre janeiro e setembro de 2020, foram 1.734 óbitos nas rodovias federais em acidentes com veículos de carga.

“Historicamente, nesse período de festas, de final de ano, até o carnaval, a gente tem um aumento nas ocorrências, com acidentes mais graves, muitas situações que poderiam ter sido evitadas, principalmente pela conduta dos motoristas. Então, com isso, a gente vem reforçando o nosso trabalho, tanto de fiscalização quando de educação para o trânsito pra que a gente consiga atuar nesse período de forma efetiva e pelo menos reduzir a gravidade dos acidentes”, diz Macedo.

Ele explica que o diferencial da Operação Rodovida é a integração e coordenação entre os órgãos.

“Cada um na sua área de atuação, na sua circunscrição, faz operações coordenadas de forma integrada, para que a gente consiga dar mais efetividade na fiscalização. Por exemplo, um motorista que está numa rodovia federal e por um acaso ele não é parado naquela fiscalização, ele pode ser abordado mais adiante ao sair para uma via estadual, uma via municipal, devido ao fato dessas ações coordenadas”.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Geral

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Manual ajuda empresas a atuarem contra fake news

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A divulgação de notícias falsas – as fake news – resulta a cada ano, em todo o planeta, em prejuízos de quase R$ 500 bilhões. Boa parte desse montante é arcado por empresas. Diante desse cenário e com o objetivo de criar uma espécie de anticorpo social contra o problema – que vem ganhando escala por meio da internet – a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) elaborou um manual que pretende transformar os empregados das empresas “em verdadeiros agentes imunizadores contra notícias falsas na sociedade”.

O Manual Prático de Combate à Desinformação nas Empresas é o primeiro material de educação midiática que a Aliança Aberje de Combate às Fake News disponibiliza para o setor produtivo no Brasil, explica à Agência Brasil o diretor-geral da Aberje, Hamilton dos Santos.

Segundo o diretor, a ideia inicial do projeto foi aproveitar uma “iniciativa inspirada pelas lideranças de comunicação das grandes empresas para promover a instrução informativa dos funcionários dessas mesmas organizações” – todas ligadas à Aberje.

“Trata-se aqui de um universo nada desprezível de 6 milhões de trabalhadores. Em outras palavras, é um esforço inicial para transformar esses empregados em verdadeiros agentes imunizadores contra notícias falsas na sociedade”, detalha.

Manual

O manual apresenta nove capítulos que ajudam as empresas a identificar suas vulnerabilidades informativas, de forma a aumentar o nível de consciência midiática dos seus funcionários, a engajar lideranças contra notícias falsas e, sobretudo, a estabelecer planos de prevenção e contingência em relação a fake news.

Para isso, conta também com um glossário dos principais termos sobre o tema. Possibilita, ainda, que seja feito um check-up interno para identificar o nível de preparação dessas organizações. Também indica as principais agências de checagem no Brasil e apresenta uma relação de treinamentos e jogos gratuitos.

Custo pesado

Citando um estudo da Universidade de Baltimore, nos Estados Unidos, Santos diz que notícias falsas custam US$ 78 bilhões por ano para toda a sociedade mundial. “É quase meio trilhão de reais. As fake news se tornaram, portanto, um novo e pesado custo de transação na economia mundial”, argumenta ao explicar que os custos de transação são valores necessários à realização de uma atividade, mas que não fazem parte direta do sistema de produção, tais como acerto de contratos, questões regulatórias, burocracias internas, monitoramentos e segurança.

“Quanto mais o setor produtivo é obrigado a pagar por essas questões, menos competitivo ele é”, completa ao explicar que o combate às fake news busca fazer da educação midiática uma ferramenta para eliminar a desinformação, e que, além de divulgar o manual para as empresas, a Aberje pretende em breve lançar um dossiê com os principais desafios e propostas sobre as notícias falsas na sociedade.

De acordo com o diretor, esse dossiê apontará também o papel do setor empresarial como um dos principais árbitros dessa desordem informacional. “Pretendemos investir em mais palestras e em parcerias na checagem de fatos que afetem especificamente o setor organizacional”.

Edição: Nélio Neves de Andrade

Fonte: EBC Geral

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