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Operação do Gaeco desarticula grupo que operava ‘Pirâmide Financeira’

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O Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado de Mato Grosso (Gaeco-MT) realiza nesta terça-feira (10.08) a operação “Easy Money” (dinheiro fácil) com cumprimento de 17 ordens judiciais, incluindo mandados de prisão preventiva, busca e apreensão domiciliar e sequestro de bens, com alcance em cinco estados da Federação.

A iniciativa tem como alvo organização criminosa investigada em razão de suposto esquema fraudulento conhecido como “Pirâmide Financeira”, operado sob o disfarce de marketing multinível, relacionado à prestação de serviços de aplicação no mercado financeiro.

De acordo com as investigações, as ações do esquema piramidal eram realizadas por meio da empresa King Investimentos, posteriormente chamada de King-Bentley e King Prime, com sede em Rondonópolis-MT, e renderam ao grupo lucro de milhões de reais, em prejuízo de inúmeras pessoas enganadas em diversos locais do país. Indícios apontam para a prática de crimes de lavagem de dinheiro e contra a economia popular.

A operação, fruto de investigação realizada no âmbito do Procedimento de Investigação Criminal (PIC) nº 01/2019, tem o apoio operacional da unidade do Gaeco em Rondonópolis (MT) e dos Gaecos de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Alagoas. Na cidade mato-grossense deverão ser cumpridos mandados de prisão e busca e apreensão.

O Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) é integrado por membros do Ministério Público Estadual (MPMT), da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso (PJC-MT) e da Polícia Militar (PM-MT).

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Nota pública de apoio à vacinação infantil é divulgada

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Em nota divulgada nesta quarta-feira (19), o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) defende a vacinação de crianças de cinco a onze anos contra a Covid-19. A instituição ressalta a importância da priorização dos interesses das crianças e conclama aos familiares e responsáveis legais que as levem aos locais de vacinação de acordo com os calendários divulgados pelas autoridades de saúde de cada localidade.

“Assim como outras vacinas aplicadas na infância, a vacina contra a Covid-19 pode evitar agravamentos e diminuir a taxa de óbitos pela doença, protegendo indivíduos vulneráveis e ainda em formação”, diz um trecho da nota.

Afirma ainda que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adotou as providências cabíveis para uma decisão segura e responsável a respeito da extensão da campanha de imunização para crianças.

Cita também que várias instituições já manifestaram apoio à decisão da Anvisa.

Assinam a nota pública o procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges Pereira; o membro titular da Procuradoria de Justiça Especializada em Defesa da Criança e do Adolescente, procurador de Justiça Paulo Roberto Jorge do Prado; o promotor de Justiça Nilton César Padovan, coordenador do Centro de Apoio Operacional da Infância e Juventude; e a promotora de Justiça Enaile Laura Nunes da Silva, coordenadora adjunta do referido CAO.

Confira a nota na  íntegra
 

Fonte: MP MT

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