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Polícia fecha rinha de galo, prende suspeitos e apreende pescado irregular

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Em operação realizada simultaneamente em diversos municípios mato-grossenses entre os dias 3 e 5 de fevereiro, equipe do Batalhão Proteção Ambiental e a unidade do Comando Especializado da Polícia Militar prenderam diversos suspeitos, apreenderam pescado, desmontaram uma rinha de galo, entre outras ações de repressão aos crimes ambientais.

No município de Cláudia (620 km de Cuiabá), policiais da 1ª Companhia de PM Ambiental desmontaram um acampamento de pesca à margem do lago de usina hidrelétrica do Rio Teles Pires.

No local foram encontraram redes de dormir, apetrechos de pesca e documentos pessoais de três pessoas, além de isopores, gelo e dezenas de pescados das espécies pacu, cachara, piau, entre outras.

A poucos metros no local, prenderam três homens (de 62, 54 e 39 anos) que pescavam no lago. Eles estavam em um barco com motor. Os peixes que levavam tanto na embarcação como o que o do acamamento estavam fora de medida mínima estabelecida em lei. A cachara menos de 85 centímetros, por exemplo, se for fisgada é obrigatória sua devolução ao rio, viva.

Os três suspeitos entregues na Delegacia de Polícia Civil de Sinop. Já o pescado, por ser produto altamente perecível, foi doado para o Lar Vicentino, entidade filantrópica que abriga idosos de baixa renda.

Já em Rondonópolis (212 km de Cuiabá), no Jardim Europa, na região do Parque Dom Osório Stoffel, uma área urbana à margem da BR-163, a operação da 2ª Cia Ambiental, com apoio de policiais da Força Tática e agentes da Polícia Civil desmontaram uma rinha de galo onde apreenderam oito galos que estavam sendo maltratados, um deles cego de um olho, e 11 gaiolas usadas para mantê-los aprisionados antes dos confrontos aos quais as aves eram obrigadas.

Diversas pessoas que estavam no local foram abordadas pelos policiais, porém somente uma conduzida para a delegacia, um homem de 69 anos, que seria o dono da rinha e organizador dos eventos ilícitos e outros crimes.

 

 

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Preservação de local de crime e balística são temas de palestra em Seminário

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O diretor-geral em substituição legal da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Emivan Batista de Oliveira, apresentou, nessa quarta-feira (29.07), a palestra ‘Balística e Preservação de Local de Crime’ no 2º Seminário de Patrulhamento Tático, realizado no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá.

Durante sua apresentação, o diretor pontuou o papel da perícia criminal no processo investigativo, destacando a importância da preservação do local de crime, considerando que, quanto maior o número de vestígios preservados em uma cena de crime, melhor e mais fácil será a resolução do caso. 

De acordo com o parágrafo único do artigo 169 do Código Processo Penal (CPP), quando isso não ocorre, o perito oficial criminal deve registrar no laudo as alterações, bem como as consequências dessas alterações na dinâmica dos fatos. 

O diretor destacou também a necessidade de policiais trabalharem em prol de garantir a preservação do local de ocorrência. “Estamos abertos a dar instruções com mais tempo e mais técnica sobre essa questão, porque, no meu entendimento, os colegas que possuírem esse conhecimento serão muito beneficiados. Com isso nós conseguimos elaborar um laudo pericial muito mais concreto, relatando a veracidade dos fatos e a dinâmica em que ocorreu aquele fato”, disse.

Ainda durante a palestra, Emivan abordou a perícia de balística, que realiza exames em armas de fogo e projéteis. Esses exames são realizados mediante requisição policial ou judicial, buscando responder os quesitos oficiais que compõem o inquérito criminal. 

No âmbito da Politec são realizados Entre esses: exame de identificação de arma de fogo com ou sem elementos identificadores; exame de caracterização de projétil de arma de fogo; exame de caracterização de estojo de munição de arma de fogo; exame de verificação da possibilidade de ocorrência de tiro acidental; entre outros.

No circuito de palestras do 2º Seminário de Patrulhamento Tático, evento que integra a celebração dos 20 anos do Batalhão da Rotam, ainda foram debatidos temas como a Lei de Abuso de Autoridade, sancionada em setembro de 2019; e também sobre o trabalho das Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam-MT), precursora e referência no País em patrulhamento tático.

 *Com supervisão de Tita Mara Teixeira 

 
Fonte: GOV MT

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