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ONU: ataques israelenses em Gaza podem ser crimes de guerra

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A alta comissária dos Direitos Humanos da ONU, Michelle Bachelet, disse nesta quinta-feira (27) que os ataques israelenses letais em Gaza podem constituir crimes de guerra e que o grupo islâmico Hamas também violou a lei humanitária internacional disparando foguetes contra Israel.

Bachelet afirmou que seu escritório verificou 270 mortes de palestinos em Gaza, na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, incluindo 68 crianças, durante os episódios de violência deste mês. A maioria morreu em Gaza, controlada pelo Hamas, onde Israel enfrentou militantes durante 11 dias, em conflito que terminou com um cessar-fogo.

Os foguetes do Hamas mataram dez israelenses e moradores.

Bachelet falou em sessão especial do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), realizada a pedido de Estados muçulmanos que solicitaram que o fórum crie uma comissão de inquérito para investigar possíveis crimes e determinar as responsabilidades.

“Apesar das afirmações de Israel de que muitos dos edifícios [em Gaza] estavam abrigando grupos armados ou sendo usados para propósitos militares, não vimos indícios a esse respeito”, acrescentou.

“Se considerados indiscriminados e desproporcionais, tais ataques podem constituir crimes de guerra”, disse Bachelet ao fórum de 47 membro. Ela também pediu ao Hamas que se abstenha de disparar foguetes indiscriminadamente contra Israel.

Referindo-se aos 4.400 foguetes disparados, ela afirmou: “Cada um desses foguetes constitui um crime de guerra”.

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Avião retorna a aeroporto após passageira se recusar a usar máscara durante voo

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Passageira se recusou a usar máscara de proteção contra a Covid-19 durante voo
reprodução / Twitter

Passageira se recusou a usar máscara de proteção contra a Covid-19 durante voo

Na madrugada desta sexta-feira (30), um voo que saiu de Belém (PA) e partia em direção a Belo Horizonte (MG) precisou retornar ao aeroporto após uma passageira se recusar a usar máscara de proteção contra a Covid-19 a bordo. A mulher não chegou a ser detida, de acordo com a Polícia Federal. As informações foram apuradas pelo portal UOL .

O incidente ocorreu no voo AD4501, da Azul, que disse que o avião voltou ao aeroporto para que a passageira pudesse ser retirada da aeronave. Depois disso, o percurso continuou normalmente. 

Em nota, a companhia também se desculpou com os demais passageiros. “O cliente foi contido e conduzido pela Polícia Federal e, em seguida, o voo decolou novamente para a capital mineira. A companhia lamenta eventuais aborrecimentos ocorridos aos seus clientes e ressalta que medidas como essas são necessárias para conferir a segurança de suas operações”.

O voo decolou de Belém às 2h20 da manhã. O percurso, que geralmente é feito em cerca de três horas, levou mais de cinco horas, por causa do ocorrido. O avião só pôde retomar o trajeto às 4h44, chegando em Belo Horizonte apenas às 7h35, segundo o site FlightStats


Em 17 de dezembro de 2020, uma norma aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e presente na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) institui o uso obrigatório de máscaras em aeroportos e aeronaves como forma de evitar o contágio da Covid-19.

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