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Omar Aziz diz que redes sociais devem ajudar na investigação sobre fake news

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Omar Aziz diz que redes sociais devem ajudar na investigação sobre fake news
Divulgação/Agência Senado/Pedro França

Omar Aziz diz que redes sociais devem ajudar na investigação sobre fake news

O presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz (PSD-AM), defendeu neste domingo a investigação a respeito da disseminação de notícias falsas na internet — um problema que, segundo ele, também atinge a comissão — e disse que gigantes do setor de tecnologia, como Google, Facebook e Twitter podem contribuir para o enfrentamento a este fenômeno.

“É importante investigar a disseminação de notícias falsas na internet. No âmbito da CPI da Pandemia, também enfrentamos este problema e os representantes do YouTube, Facebook e Twitter podem contribuir sim. Bom domingo a todos”, escreveu Aziz em uma rede social, ao reproduzir uma matéria que diz que a “CPI chamará plataformas”.

A convocação de representantes das chamadas Big Techs foi aprovada no dia 23 de junho, após um requerimento apresentado pelo vice-presidente da CPI, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Nos requerimentos , Randolfe argumentou que empresas devem responder a respeito das medidas tomadas para conter a disseminação de notícias falsas em suas plataformas “que geram consequências reais e dificultam o combate à pandemia”.

Apesar de as convocações terem sido aprovadas, as datas para os depoimentos jamais chegaram a ser marcadas. Nos bastidores, o que se comenta é que isso ocorreu porque os trabalhos da comissão passaram a se concentrar na apuração de suspeitas de corrupção em contratos firmados pelo Ministério da Saúde com empresas de logística e na compra de vacinas.

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No último dia 12, O GLOBO mostrou que representantes dessas empresas vinham procurando senadores com o objetivo de sair da mira da CPI da Covid e evitar medidas consideradas danosas à imagem, como a convocação de seus executivos e quebra de sigilos. Havia o temor de que a CPI pudesse enveredar de forma mais profunda por uma linha investigativa sobre a participação ou omissão delas no processo de disseminação de notícias falsas sobre a Covid-19.

O GLOBO também revelou que o YouTube, que pertence ao Google, permitiu a monetização de vídeos que divulgavam informações falsas sobre a Covid-19. Em documento enviado à CPI, o Google informou que canais faturaram pelo menos R$ 230 mil com esse tipo de conteúdo.

Instalada em 27 de abril, a CPI da Covid está em recesso e retoma os trabalhos no próximo dia 3 de agosto. O prazo final de funcionamento era 7 de agosto, mas a comissão teve o funcionamento prorrogado por mais 90 dias pelo presidente do Senado, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG). Com isso, as atividades devem se estender até o início de novembro.

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Esposa de Eduardo Bolsonaro diz que está tomando cloroquina: “Não fui vacinada”

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Heloísa Bolsonaro relata diagnóstico positivo para coronavírus
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Heloísa Bolsonaro relata diagnóstico positivo para coronavírus

Heloísa Bolsonaro, mulher do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), e a filha de 11 meses do casal testaram positivo para a Covid-19 . O anúncio foi feito nesta segunda-feira (27) pelas redes sociais de Heloísa, em resposta a um internauta que perguntou se ela e bebê também estavam infectados. Eduardo havia anunciado o diagnóstico positivo para a doença na última sexta-feira (24), depois de voltar de Nova York, onde esteve com a comitiva do governo federal para a Assembleia-Geral da ONU.

Com o anúncio, Heloísa também afirmou que sentiu dores no corpo, dor de cabeça, coriza, secreção e espirros no primeiro dia. O bebê do casal, segundo ela, teve febre e coriza, foi tratado com medicamentos sintomáticos e já se alimenta e brinca normalmente. Segundo ela, esta foi sua segunda infecção para a Covid-19 e a primeira de Eduardo Bolsonaro.

Heloísa também disse ter tomado medicamentos que compõem o chamado ‘tratamento precoce’, como ivermectina, azitromicina e hidroxicloroquina, mas disse não ter feito uso desses remédios quando foi infectada durante a gravidez. No entanto, não há comprovação científica para a eficácia desses medicamentos contra a Covid-19. Ao ser perguntada se já havia tomado alguma vacina, Heloísa respondeu: “Eu não fui vacinada. Eduardo tomou a 1º dose da Pfizer um mês atrás”.


No dia 22 de outubro, antes de anunciar sua infecção e quando ainda estava nos Estados Unidos, o filho mais velho do presidente da República chegou a compartilhar fotos de uma visita a sede da rede social Gettr, em Nova York. Em nenhuma das imagens, o filho do presidente usa máscara, item considerado essencial para conter a disseminação do vírus.

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