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Oito raças de cães que fazem o Pit Bull se sentir como um pinscher

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Quando se vê aquela conhecida placa com a frase “Cuidado: Cão Bravo” pendurada no portão de uma casa, é bom tomar cuidado. Provavelmente um cachorro enorme com dentes afiados pode estar do outro lado à espera de algum invasor. Às vezes, a realidade pode ser exatamente contrária. No entanto, não é bom apostar na segunda opção.

De acordo com alguns especialistas, caso se encontre um cão bravo, o procedimento é nunca olhá-lo nos olhos, já que ele encarará a situação como um enfrentamento.

Antes de falarmos sobre as raças, é bom você saber como identificar a suspeita de um ataque. Não é tão difícil perceber, pois, o animal tende a rosnar, mostrar os dentes com fúria e late com extrema ansiedade. Os pelos localizados no dorso e na nuca ficam totalmente em pé. As orelhas permanecem levantadas ou voltadas para frente. A postura do animal é totalmente rígida, as patas se mantêm afastadas e o dorso fica todo encurvado.

Até ai, tudo bem. Agora, o que fazer se o cão atacar? Ao observar que o cão está lhe encarando, interrompa seus passos e fique de cabeça baixa. Não fixe o olhar nos olhos do animal, já que esse procedimento será encarado por ele como uma afronta.

De modo algum faça movimentos exagerados. Ande vagarosamente para trás, sem, no entanto, virar de costas para o agressor.

Quando já estiver ao menos com uma distância considerável de 2 metros, tente se esconder em algum lugar, ou até mesmo subir num carro ou até pular o muro de alguma casa próxima. Já que, teoricamente você sabe se defender, vamos às oito raças mais ferozes e que colocam o Pit Bull no chinelo. Antes, uma recomendação: Antes de escolher qualquer raça de cão para criar, consulte um médico veterinário sobre os cuidados que se deve ter e faça opção pelo tipo de animal que mais se adapte à sua rotina, casa, família e vizinhos.

Kangal Turco

Vamos começar com o Kangal Turco.  Trata-se de uma antiga raça de cães guardiã de rebanhos, originária do distrito de Kangal na província de Sivas, Turquia. Este tipo de cão foi descrito pela primeira vez por Evliya Celebi, no século 17. Acredita-se que estes cães de grande porte foram trazidos para a região da Turquia e cercanias pelos Otomanos que utilizavam seus possíveis ancestrais como cães de guerra.

O kangal foi e ainda é utilizado para proteger rebanhos contra o ataque de predadores (lobos, ursos, leopardos e cães assilvestrados), e portanto, apresenta notória agressividade contra outros animais, principalmente contra outros cães.

Apesar de algumas especulações a respeito de seu temperamento, o kangal não demonstra ser territorialista contra humanos, apenas contra outros animais. Sendo assim, considera-se que a raça não deve possuir instinto de guarda contra pessoas estranhas, a menos que seu dono seja ameaçado. Comportamento agressivo contra pessoas ou contra animais de criação, não é admitido pelos criadores.

Bandog

Já o Bandog, também chamado de Bandogge, é um termo genérico que nomeia cães de trabalho sem raça definida(mestiços). O Bandog é um cão desenvolvido para guarda e caça de animais de grande porte. Para obter um Bandog sempre são cruzados cães de duas ou mais raças diferentes, para agregar qualidades resultando em um cão saudável, rústico e principalmente funcional. A sua pelagem é sempre curta e apresenta-se comumente nas cores: tigrado, preto, azul (cinza), marrom, castanho e amarelo.

Surgiu na Inglaterra, por volta do ano 1250, e era literalmente equivalente ao termo “Cão de guarda. Quem resgatou esta nomeação foi o veterinário americano John Swinford, por volta de 1960, quando tentou criar o melhor cão de guarda do mundo (o cão Swinford bandog) à partir de cruzamentos entre Mastiff e Pit Bull. No entanto, seu projeto foi interrompido com o seu prematuro falecimento em 1971. Porém, o conceito “bandog” resistiu e persiste até hoje.

Cane Corso

O Cane Corso é uma antiga raça canina oriunda da Itália, valorizada em seu país como cão de guarda e de caça. Sua origem, bem como a de outras raças, é antiga e imprecisa, embora alguns historiadores afirmem que seja um descendente direto do canix pugnax, antigos cães de guerra usados pelos romanos.

Apesar disso, sua criação organizada só se deu em meados da década de 1980, sendo reconhecida internacionalmente a partir da década seguinte. Fisicamente, pde chegar a pesar 50 kg e medir 68 cm na altura da cernelha. Se apresentam nas cores preto, cinza(azul), fulvo, tigrado, vermelho-cervo e variações dessas cores.

O Cane Corso não é recomendado para donos de cães sem experiência. Como todo cachorro, ele requer forte liderança e treino consistente. O seu instinto natural é ser desconfiado com estranhos e por esta razão é altamente recomendável que comecem a socializá-lo desde filhote. Idealmente, o Cane Corso deve ser indiferente quando abordado e deve apenas reagir de um modo protetor quando uma ameaça real estiver presente.  Em 1994, a raça foi totalmente aceita pelo Italian Kennel Club (ENCI)” como a 14ª raça de cães italiana.

Dogue Canário

Também conhecido como Dogo Canário ou Presa canário, é uma raça oriunda das Ilhas Canárias, na Espanha. Utilizado originalmente como cão de boiadeiro, a raça é agora conhecida como um ótimo cão de guarda.

De origem acidental, é o resultado dos cruzamentos de diversas raças molossóides, cuja principal foi a nativa da área, o perro majorero. Com a chegada de diversos outros molossos (provavelmente o Alano espanhol, e/ou o Mastim espanhol) à ilha, levados com o objetivo de ajudar na lida com o gado, os cruzamentos foram possíveis e o Presa Canário desenvolveu-se praticamente em isolamento nas ilhas por quase 500 anos. Sendo muito utilizado na lida com o gado, a raça foi depois introduzida nos combates tão populares da época. Com os melhoramentos da pecuária e a proibição dos combates, estes caninos foram praticamente extintos por falta de utilidade, tendo sua criação retomada em meados do século 20.

Boerboel

O Boerboel (pronúncia “Buerbull”) é uma raça de cão de grande porte originária da África do Sul. Esta raça foi criada para ser um cão de trabalho de fazenda, servindo como cão de guarda e boiadeiro. É uma raça pesada e com coloração que pode variar entre castanha com uma máscara preta, todo preto, todo castanho e tigrado.

“Boerboel” deriva de “boer”, palavra holandesa/africana para “fazendeiro”. A palavra inglesa “Bull” soa aos ouvidos holandeses como “Boel,” daí o nome Boerboel. Boerboel, portanto, se traduz como “Bulldog de fazendeiro” ou “Cão touro de Boer”. O Boerboel é a única raça sul-africana.

Apesar da longa história de criação do Boerboel, existe uma grande incerteza sobre quais raças foram usadas para criá-lo. Acredita-se geralmente que a raça foi criada a partir de cruzamentos entre cães da raça nativa africana Landrace – assim como o cão Africanis – com raças trazidas para a África do Sul por colonos holandeses, franceses e britânicos.

O Boerboel é uma raça inteligente e enérgica. É um cão fiel e ótimo com crianças. Tem tendência a ser protetor com a família e com território, e não hesitará em defender seus entes queridos até a morte.

Fila Brasileiro

É uma raça de cão de grande a gigante porte desenvolvida no Brasil, e a primeira raça brasileira a ser reconhecida internacionalmente. O fila brasileiro é utilizado como cão de guarda.

A origem deste canino está atrelada à colonização do país, quando os europeus trouxeram para cá os seus cães de trabalho. A teoria mais antiga (a primeira) sobre sua origem especula que através de vários cruzamentos entre raças europeias (em especial 3 raças) de grande porte, surgiu um cão que teria herdado a grande e forte estrutura óssea dos mastiffs ingleses, a pele solta e as orelhas baixas dos bloodhounds e a resistência dos antigos buldogues.

Porém a teoria considerada mais provável e com mais embasamento, é de que o fila brasileiro descenda de cães portugueses e espanhóis — principalmente do Mastín leonês (variedade do Mastim espanhol) e do Cão de Castro Laboreiro — trazidos ao Brasil durante a União Ibérica.

O fila brasileiro é ainda considerado um personagem anônimo da História do Brasil desde os tempos do Brasil-colônia, quando ajudou os colonizadores na conquista de território, protegendo as comitivas dos Bandeirantes de ataques de nativos e onças ou suçuaranas; e até mesmo sendo usado pelos colonizadores para recapturar escravos fugitivos.

Dogo Argentino

Trata-se de uma raça oriunda da Argentina, que foi criada para o combate e para a caça e captura de animais de grande porte, como javalis e pumas. A origem desta raça é recente e está quase totalmente documentada.

Esta raça é o resultado dos esforços de dois irmãos, António e Augustin Nores Martinez, que desejavam um cão perfeito e eficiente nas caçadas a pumas e javalis. Os irmãos usaram uma raça de cães destemidos locais, chamados de “viejo perro de Pelea Cordobés” (Cão Lutador da Córdoba), que atualmente estão extintos; usaram também o dogue alemão, antigo buldogue ingles, bull terrier (ou o extinto Bull-and-terrier), mastin dos Pirenéus, pointer ingles, irish wolfhound, dogue de bordeáux, boxer e o mastiff espanhol; no intuito de acrescentar características particulares de cada raça, como peso e tamanho, resistência, insensibilidade à dor, inteligência, vivacidade, melhor olfato e adaptação a todos os tipos de climas, melhor mandíbula e potência, a apenas uma raça. Eles buscavam obter exemplares totalmente brancos, sem prognatismo, com cabeça pesada e de focinho longo. Posteriormente, foi adotado como cão policial, guarda e até mesmo cão guia.

Bully Kutta

Também chamado de Mastiff Paquistanês, é uma raça rara de cães do oriente médio, utilizada em rinhas. O Bully Kutta descende do extinto Alaunt, cães usados pelo Exército Persa em batalhas. Hoje a raça é usada no Paquistão como cão de guarda e como cão de briga.

Um Bully Kutta tem quase o mesmo tamanho de um Dogue Alemão, porém é mais musculoso que ele. Possui cerca de 1,10 metros na altura da cernelha e pesam até 90 quilos. Se apresentam em várias cores, mas o mais comum é o branco. Suas orelhas são comumente cortadas. São cães extremamente rústicos e independentes. É um dos cães de guarda mais dedicados. É uma raça rara e informações sobre seu temperamento são escassas.

Devido a lealdade ao seu treinador e a grande maioria de exemplares de personalidade “dominante”, esta raça tem sido usada, ilegalmente, em rinhas extremamente populares no Paquistão. Isto tem criado uma imagem muito ruim para a raça, que está sendo retratada de forma sensacionalista como “extremamente feroz”.

 

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Donos encontram chihuahua em mala após serem notificados por excesso de bagagem

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O animal estava dentro de uma bota que estava na mala
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O animal estava dentro de uma bota que estava na mala

Um casal estadunidense teve uma surpresa ao embarcar para uma viagem no aeroporto de Lubbock, no Texas, com destino a Las Vegas, em Nevada. Ao serem notificados sobre o excesso de peso na bagagem, Jared e Kristi Owens encontraram o animal de estimação da família dentro da mala. 

A chihuahua, chamada Icky, estava escondida dentro de uma bota que estava na bagagem do casal. A funcionária da companhia aérea avisou o casal que a mala estava excedendo dois quilos e meio além do que é permitido, o peso exato do animal. 

Sem a possibilidade de levar a cachorra para a viagem, o casal precisou recorrer ao cunhado que levou o animal de volta para a casa da família. Em publicação no Facebook, Jared conta que uma funcionária da companhia também se prontificou a cuida de Icky:

“Você sabe que vai ser uma viagem épica a Las Vegas quando você chegar ao aeroporto para despachar suas malas… .6 libras acima do peso e um chihuahua sai da sua bota !! Irreal! Que as travessuras comecem !! Grite para Cathy com #southwestairlines por seu incrível atendimento ao cliente !! Ela se ofereceu para assistir Icky até que voltássemos !! Vamos lá!!”, escreveu.

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