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Ocupação de UTIs por pacientes Covid-19 despenca na Itália

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Ocupação de UTIs por pacientes Covid-19 despenca na Itália
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Ocupação de UTIs por pacientes Covid-19 despenca na Itália

Apenas 2% das unidades de terapia intensiva (UTIs) dos hospitais italianos estão atendendo pacientes com Covid-19, mostrou um levantamento publicado pela Agência Nacional para os Serviços Sanitários Regionais (Agenas) nesta terça-feira (6).

Com os números computados até esta segunda-feira (5), o monitoramento mostrou ainda que a taxa de ocupação de internação de pacientes não graves em departamentos de doenças infecciosas, medicina interna e pneumologia também está em 2%.

A queda é evidente quando se analisa os dados do fim de março, quando os pacientes com coronavírus Sars-CoV-2 representavam 41% das internações nas UTIs e 44% nos demais departamentos médicos.

A Agenas destaca que o principal motivo para a desaceleração nas hospitalizações está atrelado ao aumento da cobertura vacinal, que foi intensificada desde março deste ano. Atualmente, quase 40% da população italiana alvo da campanha já completou o ciclo de imunização.

Por região, a Calábria é a que tem o maior percentual de UTIs ocupadas, com 4%, e se iguala à Campânia na questão dos demais departamentos médicos (6%).

Já Basilicata, Friuli Veneza Giulia, Marcas, Molise, Província Autônoma de Bolzano, Sardenha, Úmbria, Vale de Aosta e Vêneto estão sem nenhum paciente Covid na UTI. A região de Friuli Veneza Giulia, inclusive, é a única a não ter nenhuma internação pela doença. 

Fonte: IG SAÚDE

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Estudo comprovou a relação entre dinheiro e a felicidade; entenda

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Maiores rendas estão associadas a mais felicidade e bem-estar
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Maiores rendas estão associadas a mais felicidade e bem-estar

Um estudo feito pelo pesquisador Matthew A. Killingsworth da The Wharton School, da Universidade da Pensilvania, vai de encontro à crença de que “dinheiro não traz felicidade”. O trabalho, publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, concluiu que quanto mais dinheiro você tem, mais feliz você provavelmente será.

A pesquisa foi feita com dados de renda e classificações de felicidade do aplicativo Track Your Happiness. Ao longo do dia, os usuários eram convidados a responder à pergunta “como você se sente agora?”, cujas opções de respostas eram “muito mal” a “muito bem”. Também foi feita a pergunta “no geral, quão satisfeito você está com sua vida?”, com respostas em uma escala de “nada” a “extremamente”.

Foram coletados dados de 1.725.994 relatórios de bem-estar feitos por 33.391 adultos em idade ativa, com emprego e que vivem nos EUA. Killingsworth descobriu que a relação entre os níveis de renda e felicidade era bastante linear, tanto em termos de bem-estar experimentado (com base em quão bem se sentiram quando solicitados ao longo do dia) e satisfação com a vida.

O estudo era quantitativo, mas Killingsworth propôs uma série de explicações sobre por que existe essa relação entre renda e bem-estar e satisfação com a vida.

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“Uma possibilidade é que as pessoas gastem dinheiro para reduzir o sofrimento e aumentar o prazer, e que o dinheiro que sobra seja aplicado de forma diferente dependendo da renda”, escreveu ele no estudo. O autor explicou no trabalho que pessoas com renda aproximada de U$ 80 mil anuais apresentaram menos sentimentos negativos. Ele ainda apontou mais uma possibilidade, de que “a mudança de renda baixa para moderada possa ser especialmente útil para evitar (ou mitigar) as causas do sofrimento”.

Ou seja, quanto mais renda disponível você tiver, mais poderá gastar para se sentir menos triste (ou mais feliz). O estudo não conseguiu encontrar um ponto de corte para a relação entre dinheiro e bem-estar (não estabeleceu a partir de quais valores  a renda começa ou não a influenciar no bem-estar).

“Também não havia um limite de renda no qual o bem-estar experimentado e satisfação com a vida divergisse. Em vez disso, rendas mais altas estavam associadas a sentir-se melhor momento a momento e estar mais satisfeito com a vida em geral”, concluiu o pesquisador no estudo, complementando: “Embora possa haver algum ponto além do qual o dinheiro perca seu poder de melhorar o bem-estar, os resultados atuais sugerem que esse ponto pode estar mais alto do que se pensava anteriormente”.

Fonte: IG SAÚDE

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