Saúde

Ocupação das UTIs para pacientes com Covid-19 está em 77,57% em Mato Grosso

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 299 internações em UTIs públicas e 290 em enfermarias públicas. A taxa de ocupação está em 77,57% para UTIs adulto e em 33,37% para enfermarias adulto.

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde de quinta-feira (20.08), 79.715 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 2.518 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram registradas 1.480 novas confirmações de coronavírus no Estado. Dos 79.715 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 18.919 estão em monitoramento e 58.278 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 299 internações em UTIs públicas e 290 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 77,57% para UTIs adulto e em 33,37% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19, estão: Cuiabá (16.101), Várzea Grande (6.327), Rondonópolis (5.623), Lucas do Rio Verde (4.083), Sorriso (3.951), Tangará da Serra (3.501), Sinop (2.897), Primavera do Leste (2.452), Nova Mutum (1.752) e Campo Novo do Parecis (1.562).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos de coronavírus em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19 em Mato Grosso, disponível neste link.

A plataforma ainda aponta que um total de 70.280 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 1.200 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na última quarta-feira (19), o Governo Federal confirmou 3.456.652 casos da Covid-19 no Brasil e 111.100 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 109.888 óbitos e 3.407.354 casos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados desta quinta-feira (20).

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: GOV MT

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Saúde

Não há pedido de pesquisa no Brasil sobre vacina russa, diz Anvisa

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa) afirmou hoje (30) que não recebeu, até o momento, nenhum pedido de registro referente à vacina russa, batizada de Sputnik V. Ainda segundo a autarquia, também não há nenhum pedido formal que trate da autorização de pesquisa clínica no Brasil para a vacina em questão.

A Anvisa informou que nesta quinta-feira (29) chegou à agência apenas um e-mail do laboratório União Química, comunicando sobre a apresentação de documentos prévios. Os documentos foram enviados com um pedido para que a agência faça uma análise prévia, antes da apresentação formal do pedido de pesquisa.

Em seu comunicado, o laboratório esclareceu que os detalhes para a pesquisa clínica de fase 3 da Sputnik V ainda serão apresentados em data que depende da União Química. “As informações enviadas não são um pedido formal de autorização para a pesquisa e não são suficientes para a autorização da Anvisa. Na prática, a pesquisa não está autorizada e esse pedido ainda não foi feito pelo laboratório”, explicou a Anvisa, por meio de nota.

A agência acrescentou que a documentação para solicitar a autorização de pesquisa clínica chama-se Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamento, que  ainda não foi apresentado para a vacina. O laboratório também manifestou interesse em realizar uma reunião de caráter técnico com a Anvisa antes de pedir formalmente a autorização da pesquisa clínica para a Sputnik V.

“A Anvisa tem mantido canal aberto com todas as instituições envolvidas no desenvolvimento de vacinas e medicamentos contra a covid-19. A documentação recebida nesta quinta é parte desta estratégia, mas ainda são documentos prévios e não se trata de pedido de autorização para realizar os estudos em fase 3 (com testes em humanos) ou o pedido de registro”, ressaltou a agência.

Estudos clínicos

A Anvisa lembrou que estudos clínicos são realizados com seres humanos depois de obtidos dados e informações significativos nas etapas anteriores. O protocolo dessa fase precisa ser avaliado e aprovado pela Agência de Vigilância Sanitária antes da sua execução.

Registro

A fase seguinte à de estudos clínicos, é a de registro. Para essa análise, profissionais especializados da Anvisa revisam todos os documentos técnicos e regulatórios e verificam os dados de segurança e eficácia, bem como a qualidade da vacina. O registro, concedido pela Anvisa, é o sinal verde para que a vacina seja comercializada e disponibilizada no país.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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