Saúde

Óbitos crescem no Rio e Brasil ultrapassa 137 mil mortes por Covid-19

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Coveiro com roupa impermeável em cemitério Nossa Senhora Aparecida%2C em Manaus
Foto: Alex Pazuello/Prefeitura de Manaus

Coveiro com roupa impermeável em cemitério Nossa Senhora Aparecida, em Manaus

Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou mais  377 mortes causadas pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), fazendo o total subir para 137.272. Já o número de casos confirmados de contaminações chegou próximo de 5 milhões, com 4.558.068. Desse total, 13.439 casos só de ontem para hoje.

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 33.984 óbitos causados pela Covid-19. O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 17.727 mortes, seguido por Ceará (8.834), Pernambuco (8.016) e Minas Gerais (6.727).

Os estados que registram maior número de casos são: São Paulo (937.332), Bahia (295.996), Minas Gerais (271.194), Rio de Janeiro (252.046) e o Ceará (234.120).

Desde o início de junho, o Conass divulga os números da  pandemia da Covid-19 por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde. As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes.

Desde o início da pandemia, mais de 31 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo. Do total de doentes, mais de 960 mil morreram, segundo a Universidade Johns Hopkins. O Brasil segue como o terceiro país do mundo em número de casos de Covid-19 e o segundo em mortes, atrás apenas dos Estados Unidos.

Fonte: IG SAÚDE

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Em SP, 67% discordam de Bolsonaro sobre vacina chinesa, diz Ibope

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Bolsonaro afirmou que vacina CoronaVac não será comprada pelo Ministério da Saúde ainda que haja autorização da Anvisa

Uma pesquisa divulgada pelo jornal O estado de S. Paulo neste sábado (31), revelou que a maioria dos eleitores da capital paulista discorda do posicionado do presidente Jair Bolsonaro sobre não comprar a vacina CoronaVac, desenvolvida na China pela Sinovac e que será produzida no Brasil pelo Instituto Butantan.

Em entrevistas anteriores, o presidente chegou a afirmar que, ainda que aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a vacina não será adquirida pelo Ministério da Saúde. O principal motivo, de acordo com Bolsonaro, seria sua origem chinesa, que causaria “descrédito” da vacina diante da população.

Entre os habitantes da cidade de São Paulo entrevistados pelo insituto de pesquisa, porém, 54% discordam totalmente do presidente. Outros 13% discordam em parte. Além disso, 2% responderam a opção “não concordo, nem discordo” e outros 3% afirmou não saber ou preferiu não responder à entrevista.

A compra de 46 milhões de doses da vacina, que passa agora pela fase 3 dos testes clínicos em humanos, chegou a ser anunciada pelo Ministério da Saúde em acordo com o governo de São Paulo. No dia seguinte ao anúncio, porém, o presidente desautorizou o ministro Eduardo Pazuello e chegou a alegar “traição” por parte do Ministério.

Fonte: IG SAÚDE

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