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O semeador

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Por Francisney Liberato

Jesus falou muitas coisas por parábolas, dizendo: “O semeador saiu a semear.” Mateus 13:3

Jesus ministrava os seus ensinamentos via parábolas, pois era a forma de chegar mais próximo do coração dos seus ouvintes. A parábola do semeador é muito conhecida no mundo cristão, e ainda tem aplicações profundas em nosso cotidiano.

A mesma parábola está escrita em vários livros da Bíblia: Mateus 13:1-9; Marcos 4:1-20; Lucas 8:4-15. Cada autor pincelou a parábola de acordo com a sua própria característica e conhecimento.

Quem é o semeador da parábola? Jesus Cristo é o semeador. Ele é aquEle que pretende implantar um novo ensinamento em nossa mente. Ele é aquEle que deseja plantar mensagens frutíferas para nossa vida. Ele é aquEle que tudo pode, que tudo faz para nos ajudar e salvar.

O semeador oferece opções de sementes para que cada ser humano escolha aquilo que mais lhe agrada, mas vale ressaltar que o resultado depende de diversos fatores.

Assim como um agricultor que tem em suas mãos muitas sementes para plantar em um campo imenso, Cristo desceu a este mundo para plantar as sementes nos solos e em todos os rincões da terra.

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Somente Ele possui a melhor semente para sua vida. A Sua semente é perfeita para o solo no qual deseja iniciar a lavoura de sua vida.

No livro “Parábolas de Jesus”, assim se explica a função do semeador: “E Seu ensino por parábolas era a semente, com a qual as mais preciosas verdades de Sua graça foram disseminadas. Por sua simplicidade, a parábola do semeador não tem sido apreciada como devia. Da semente natural que é lançada na terra, Cristo deseja dirigir-nos o espírito para a semente do evangelho, cuja semeadura resulta em reconduzir o homem à lealdade para com Deus. Ele, que deu a parábola da pequena semente, é o Soberano do Céu, e as mesmas leis que regem o semear da semente terrena regem o semear das sementes da verdade”.

Era uma grande multidão que estava ao redor de Cristo para ouvir as suas lindas mensagens, que penetravam a alma de cada ser humano presente. Ele precisou subir num barco para que pudesse melhorar a logística de apresentação de Sua reflexão, e em cima do barco, depois de contemplar uma imagem a qual se tornou inspiração para a parábola, Ele discorreu para aqueles seres humanos ansiosos por uma mensagem fiel e verdadeira.

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E o livro supracitado apresenta este enredo: “Junto ao lago estava a bela planície de Genesaré, além erguiam-se as colinas, e no sopé do monte, como também no planalto, havia semeadores e ceifeiros trabalhando, uns espalhando a semente e os outros ceifando o cereal maduro. Contemplando esta cena, disse Cristo: […]”.

O mesmo semeador ainda fala aos nossos corações hoje. Cristo não veio revolucionar por força o império da época, pelo contrário, Ele veio implantar uma nova visão de mundo; uma nova visão de companheirismo; uma nova visão de salvação. O semeador quer plantar no seu coração aquela semente que lhe proporcionará bênçãos sem medidas e uma vida plena e mais feliz.

Está disposto a receber a semente do Semeador?

Francisney Liberato é Auditor do Tribunal de Contas de Mato Grosso. Escritor. Palestrante e Professor há mais de 25 anos. Coach e Mentor. Mestre em Educação. Doutor Honoris Causa. Graduado em Administração, Ciências Contábeis (CRC-MT), Direito (OAB-MT) e Economia. Membro da Academia Mundial de Letras.

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Brasil institui o Mês Nacional das Olimpíadas Científicas e do Conhecimento

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Por Tiberius Drumond

O Brasil passou a reconhecer oficialmente a importância das olimpíadas científicas com a sanção da Lei nº 15.331, de 7 de janeiro de 2026, que institui o Mês Nacional das Olimpíadas Científicas e do Conhecimento, a ser celebrado anualmente no mês de julho.

A nova legislação consolida, no plano institucional, um movimento educacional que há décadas mobiliza estudantes, professores e escolas em todo o país. A lei foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e entra em vigor na data de sua publicação.

As olimpíadas científicas são competições educacionais que estimulam o aprofundamento do conteúdo escolar, o pensamento crítico e o interesse pela ciência em áreas como Matemática, Física, Química, Astronomia, Biologia, Administração e Inteligência Artificial. Mais do que provas, elas funcionam como experiências formativas que despertam vocações acadêmicas e científicas.

A relevância dessas iniciativas já tinha sido discutida em audiência pública promovida pela Comissão de Educação do Senado. Durante o debate, especialistas e parlamentares definiram as olimpíadas do conhecimento como instrumentos capazes de transformar vidas e contribuir para o futuro do país, ao incentivar jovens a seguirem trajetórias ligadas à ciência, à tecnologia e à inovação. A audiência discutiu a criação do Dia Nacional das Olimpíadas Científicas e do Conhecimento, prevista no PL 3.650/2023, de autoria do senador astronauta Marcos Pontes, que ressaltou o papel dessas competições na formação de novos talentos.

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A criação de um mês nacional dedicado às olimpíadas do conhecimento reforça o papel da ciência e da educação de excelência no desenvolvimento do país. A medida abre espaço para a realização de eventos, ações pedagógicas, projetos educacionais e iniciativas de divulgação científica, além de valorizar estudantes, professores orientadores e instituições de ensino.

A escolha do mês de julho é simbólica, pois coincide com etapas importantes de diversas olimpíadas científicas, períodos de premiação e atividades acadêmicas. Com respaldo legal, escolas, universidades e órgãos públicos passam a ter um incentivo formal para promover ações que fortaleçam a cultura científica.

Ao instituir o Mês Nacional das Olimpíadas Científicas e do Conhecimento, o Brasil reconhece que investir em educação científica é investir no futuro. A lei representa um passo importante para ampliar o alcance dessas iniciativas e consolidá-las como parte estratégica das políticas educacionais do país.

Tiberius Drumond é jornalista, educador e fundador da Comunidade Científica Jr.

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