POLÍTICA NACIONAL

“Nunca houve tanta violação de direitos”, afirma Damares Alves em reunião

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Anderson Riedel/PR

Ministra Damares Alves, da Família, Mulher e Direitos Humanos, afirmou que governadores e prefeitos estão violando direitos do povo.

No vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril que foi divulgado no final da tarde desta sexta-feira (22), a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves afirmou que “nunca houve tanta violação de direitos no Brasil”. A ministra se referia às ações de governadores e prefeitos durante a pandemia de Covid-19.

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Damares afirmou que estão sendo construídos “mais de cinco mil procedimentos e ações” contra prefeitos e governadores que estariam violando “direitos fundamentais” da população. 

“Idosos estão sendo algemados e jogado dentro de camburões no Brasil. Mulheres sendo jogadas no chão e sendo algemadas por não terem feito nada. Nós estamos vendo padres sendo multados em noventa mil reais porque estavam dentro da igreja com dois fiéis.”, afirmou Damares, que completou dizendo “A maior violação de direitos humanos da história do Brasil nos últimos trinta anos está acontecendo neste momento”. 

Ao comentar os procedimentos que a pasta está adotando, a ministra disse que “a pandemia vai passar, mas governadores e prefeitos responderão processos e nós vamos pedir inclusive a prisão de governadores e prefeitos”. Damares também afirmou que o ministério irá “começar a pegar pesado” contra os governantes que violarem direitos.

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Em protesto por declarações de Bolsonaro contra vacina, senadores deixam sessão da CPI

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Em depoimento à CPI da Pandemia, os médicos Ricardo Zimerman e Francisco Cardoso rebateram críticas à falta de comprovação da eficácia do chamado “tratamento precoce”. Eles defenderam o uso desses medicamentos, com prescrição médica, no início da doença, para evitar o agravamento de casos. Os dois se disseram favoráveis à vacinação. Em protesto contra declarações do presidente Bolsonaro, o relator, Renan Calheiros (MDB-AL), e outros senadores se retiraram da sessão. Marcos Rogério (DEM-RO) considera que ausência compromete o relatório final. 

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