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Número de mortos em protestos na Colômbia aumenta

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A Organização das Nações Unidas e a União Europeia pediram calma nesta terça-feira (4) e alertaram sobre o uso de força excessiva em meio a novos protestos contra o governo do presidente colombiano, Iván Duque, enquanto autoridades locais de Cali, epicentro dos atos, informaram sobre mais 5 mortos e 33 feridos.

Os protestos – originalmente convocados em oposição a uma reforma tributária agora cancelada – se tornaram um amplo grito por ação contra a pobreza, e o que os manifestantes e alguns grupos de defesa dizem ser violência policial.

Há quase uma semana, a cidade de Cali, no oeste do país, foco dos protestos, é o local onde ocorreram 11 das 19 mortes confirmadas por Carlos Camargo, ombudsman de Direitos Humanos do país andino na segunda-feira.

A polícia nacional disse que investigará mais de duas dezenas de acusações de brutalidade, enquanto o ministro da Defesa alegou que grupos armados ilegais estão se infiltrando nos protestos para causar violência.

“Preliminarmente, o que sabemos é que cinco pessoas morreram (e …) 33 ficaram feridas”, disse a jornalistas, nesta terça-feira, o secretário de Segurança de Cali, Carlos Rojas, referindo-se à noite anterior.

De acordo com o ombudsman dos Direitos Humanos, cerca de 87 pessoas foram declaradas desaparecidas em todo o país desde o início dos protestos.

O Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos pediu calma e alertou sobre tiroteios policiais.

“Estamos profundamente alarmados com os acontecimentos durante a noite na cidade de Cali, na Colômbia, onde a polícia abriu fogo contra manifestantes que protestavam contra as reformas tributárias”, disse hoje, em comunicado, a porta-voz Marta Hurtado.

A União Europeia também apelou às forças de segurança para evitar uma resposta pesada.

Os protestos causaram, até agora, a retirada da reforma original e a renúncia do ministro das Finanças, Alberto Carrasquilla.

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Netanyahu diz que ataque contra prédio sede de TV foi legítimo

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Netanyahu diz que ataque contra prédio sede de TV foi legítimo
Ansa

Netanyahu diz que ataque contra prédio sede de TV foi legítimo

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou neste domingo (16) que o ataque contra o prédio que abrigava as agências de imprensa Associated Press e Al Jazeera  foi legítimo.

De acordo com o premiê israelense, o edifício também estava sendo usado pela agência de inteligência do grupo palestino Hamas.

“[Havia] um escritório pertencente a uma organização terrorista palestina alojado naquele prédio, que planeja e organiza ataques terroristas contra civis israelenses, então é um alvo perfeitamente legítimo”, disse Netanyahu ao canal americano CBS.

A declaração foi dada no dia em que o Exército israelense informou ter destruído a residência do principal líder do Hamas na Faixa de Gaza, Yahiyen Sinwar, durante uma ofensiva contra a cidade de Khan Younis.

Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, os ataques deflagrados durante os últimos sete dias deixaram, até agora, 192 palestinos mortos, incluindo 58 crianças e 34 mulheres, e 1235 feridos.

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A autoridade local ainda acrescenta que sob os escombros dos edifícios bombardeados por Israel ainda há mortos e feridos.

Alguns meios de comunicação afirmaram que 42 palestinos foram mortos nas últimas 24 horas, o que é, portanto, o dia mais sangrento desde o início das hostilidades.

O lançamento de foguetes de Gaza para todo o sul de Israel continua. Não apenas nas comunidades israelenses ao redor da Faixa, mas também em Beer Sheva, no início do Negev. Um dos foguetes atingiu um veículo em Ashkelon e causou danos a edifícios próximos.

“A operação em Gaza ainda vai demorar”, disse Netanyahu, acrescentando que Israel “tem o apoio dos Estados Unidos”. “Continuaremos pelo tempo necessário para restaurar a calma”.

O premiê ainda descartou que haja qualquer pressão. “Isso não é verdade. Agradeço a Biden e aos outros líderes que nos apoiam”, disse ele.

Fonte: IG Mundo

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