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Nu Invest passa a aceitar subscrição de ações; veja como usar

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Nesta quarta-feira (20), o Nu Invest, plataforma de investimentos que pertencente ao Nubank, anunciou uma nova experiência no processo de subscrição de ações para investidores, que integrará todos os clientes até novembro.

O intuito da novidade é dar preferência aos investidores, que mesmo elevando seu capital social, podem manter o mesmo nível de participação no negócio. A propósito, este direito já está disponível aos clientes que operam com fundos imobiliários.

“Com este novo modelo, o processo de subscrição do Nubank já é um dos mais completos do mercado. As alterações vêm para melhorar a experiência do cliente, deixando mais com a nossa cara: prático, sem burocracias e letras miúdas”, destaca Fernando Miranda, líder de investimentos do Nubank.

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O que é subscrição de ações?

Em suma, a subscrição de ações representa o ato de dar preferência às compras de novas ações aos acionistas da empresa. Logo, isso ocorre quando uma companhia expande seu capital social, emitindo novos papéis. Isto é, realiza uma oferta subsequente.

Sendo assim, a subscrição visa conceder aos investidores atuais a chance de seguir com a mesma porcentagem de participação no negócio. Assim, eles garantirão seus ganhos.

Vale destacar que não é obrigatório o acionista adquirir os novos papéis, mas sim apenas receber essa regalia. Portanto, se ele não comprar as ações, poderá vender o seu direito de compra com outros.

Confira a reportagem completa aqui

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BC condena Caixa por cobranças indevidas e pede R$ 200 mil em indenização

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Caixa deverá pagar R$ 200 mil em indenização, segundo decisão do Banco Central
Reprodução: iG Minas Gerais

Caixa deverá pagar R$ 200 mil em indenização, segundo decisão do Banco Central

O Banco Central multou, nesta segunda-feira (6) a Caixa Econômica Federal devido às cobranças de tarifas irregulares aos clientes da instituição. O banco deverá desembolsar cerca de R$ 200 mil como reparação.

Segundo o BC, a Caixa cobrava tarifas para cadastro de clientes já relacionados à instituição. As taxas foram cobradas entre 2008 e 2017, conforma apontou as investigações do órgão. Essas tarifas, de acordo com especialistas, são consideradas abusivas.

A Caixa também costumava a cobrar, entre 2014 e 2016, a Tarifa de Avaliação Emergencial de Crédito (TAEC) para clientes que pedissem reajuste no limite de compras no cartão de crédito.

No processo, a Caixa negou as irregularidades e informou que as cobranças estão previstas em regulamentos do Banco Central. O banco ressaltou ter as tarifas previstas em sua normatização interna.

O banco ainda poderá recorrer ao Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional (CRSFN).

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