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Novo resort de luxo do Beach Park traz aconchego de casa de praia

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Hotel terá 218 apartamentos e ligação com o parque aquático
Reprodução/Ohana Beach Park 22.06.2022

Hotel terá 218 apartamentos e ligação com o parque aquático

Próximo empreendimento a compor a família de resorts do Beach Park, o Ohana pretende trazer o aconchego de uma casa de praia cearense para as famílias que visitarão o hotel e querem relaxar à beira-mar. Com investimento de R$ 150 milhões, o novo resort chega com a promessa de sofisticação, acomodação de luxo e valorização da cultura cearense no projeto.

O empreendimento fica ao lado do Suítes Beach Park Resort, em Aquiraz, região metropolitana de Fortaleza. Durante evento de lançamento nesta quarta-feira (22), Murilo Pascoal, CEO do Beach Park, mostrou detalhes do empreendimento e relatou a grande expectativa do grupo com a nova aposta no setor hoteleiro.

Murilo trouxe a própria experiência como viajante para a criação do Ohana, que conta com academia, piscinas, spa e sistema de coworking. “Até escuto o termo ‘office anywhere’, com escritório em qualquer lugar. Falando da minha experiência viajando com minha família, sempre tem uma coisa para fazer, uma reunião, tudo se mistura. Para não fazer a reunião no quarto, criamos um espaço especial para isso”, explica. 

A estrutura do Ohana é semelhante ao do resort Suites, mas com algumas diferenças. “No novo, você entra pelo primeiro piso e desce para a piscina. Mas a diferença é que há a varanda que dá direto na piscina”, afirma o CEO. Além da piscina principal de 400 m², há uma área com piscina infantil cercada para maior segurança aos pequenos. 

No evento, foi possível visitar uma versão do apartamento decorado junior, que compõe 90% do resort. Nele, há decoração com cores claras e terrosas, elementos da cultura cearense e traz a sensação de aconchego e conforto. A cama e o sofá-cama parecem confortáveis.

A ideia do Beach Park com os apartamentos menores é que as crianças fiquem no sofá-cama e os pais na cama, com uma divisão que dá maior privacidade ao casal. No decorado, foi possível ver que o apartamento também tem uma varanda, o que dá valor a mais para a hospedagem. 

Os apartamentos têm decoração inspirada no Ceará
Reprodução/Ohana Beach Park 22.06.2022

Os apartamentos têm decoração inspirada no Ceará

O resort será dividido em 218 apartamentos, com diferentes modelos de acomodação e todos são de frente para o mar. 198 deles serão junior, com varanda, capacidade para quatro pessoas — as demais têm capacidade para oito pessoas, divididos em oito suítes master, oito luxo e quatro Ohanas. As quatro, térreas, contam com piscina, jacuzzi e jardim privados, que vão de 84 até 371 m² de área.

Inovação e foco na família

Murilo Pascoal pretende atingir famílias com maior poder aquisitivo
Reprodução/Luiza Lemos 22.06.2022

Murilo Pascoal pretende atingir famílias com maior poder aquisitivo


Em entrevista ao iG Turismo, Murilo Pascoal afirmou que pretende trazer conforto sofisticado, mas sempre com foco em famílias com crianças. “Você sempre vê uma família pelo Beach Park, é difícil ver casais, por isso sempre trabalhamos com esse público, mas com as variáveis econômicas de cada família”, explica. 

O CEO também indica que não pretende investir em casais futuramente. “Nunca pensamos nisso, o alvo é família, nem está em nossos horizontes”, diz. Ele conta que recebeu convites para levar o Beach Park para outros estados e cidades, mas preferiu concentrar os esforços no Ceará. “Preferimos construir um destino cada vez melhor, do que expandir os negócios”, comenta. 

Ele também espera vencer a concorrência dos resorts internacionais, como os do México e das Bahamas. Para Murilo, é preciso entender o que chama a atenção das famílias, sejam brasileiras, sejam estrangeiras. “Sempre procuramos bater de frente e inovar, nosso concorrente é todo mundo que tire dinheiro e tempo da família que quer viajar de férias. Estamos nessa disputa sempre, por isso é importante a inovação”, afirma.

Apesar da retomada após a pandemia de Covid-19 e da crise econômica no país, Murilo espera que o Ohana seja um sucesso. Em números, o Beach Park teve crescimento na ocupação de hotéis, comparado aos números de 2019, antes da pandemia. 

Em dados cedidos ao iG, a ocupação dos hotéis no primeiro semestre teve crescimento. Em 2019, foram 52,30%, já em 2022, 59%. Murilo justifica o crescimento com a mudança de hábito do público.

“Viajar virou um hábito mais forte, antigamente era um luxo, hoje muita gente viaja e muito. Nessa lógica e nesse crescimento de mercado, acreditamos que o Ohana será um sucesso”, comenta. 

Além de focar nas famílias, Murilo conta que o Beach Park inova de acordo com o público majoritário dos resorts: os paulistas, que frequentam o parque na alta temporada. Segundo o CEO, 40% dos visitantes são de São Paulo, com grande presença de pessoas do interior do estado. Na lista, os paulistas são seguidos por turistas de Brasília, do Rio de Janeiro e da região nordeste em geral. 

No parque e em outras estruturas, Murilo comenta que os produtos do Beach Park passam por rigorosos processos para serem liberados ao grande público, seja atrações, seja resorts em geral. “Recebemos os melhores certificados de segurança aquática no ano passado e vamos continuar melhorando no setor de segurança para os visitantes do parque e do resort”, afirma. 

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Fonte: IG Turismo

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Museu subaquático em Cannes une arte e preservação da vida marinha

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Cannes Underwater Eco-Museum (Ecomuseu Subaquático de Cannes, em português)
Fotos de @jasondecairestaylor

Cannes Underwater Eco-Museum (Ecomuseu Subaquático de Cannes, em português)

O Cannes Underwater Eco-Museum (Ecomuseu Subaquático de Cannes, em português) , foi inaugurado em Cannes, França, em fevereiro de 2021. Financiado pela Mairie de Cannes e encomendado pelo prefeito, David Lisnard, o projeto levou mais de quatro anos para ser finalizado. 

Jason deCaires Taylor é o artista à frente das peças que ficam submersas no mar. O Ecomuseu Subaquático se torna o primeiro lugar que as suas obras são instaladas no Mar Mediterrâneo, apresentando uma série de seis retratos monumentais , cada um com mais de 2 m de altura e 10 toneladas de peso.

As estátuas ficam localizadas perto da ilha de Sainte-Marguerite , uma das ilhas Lérins, ao largo da costa de Cannes. As obras são colocadas a uma profundidade entre 2 e 3 metros, e descansam em áreas de areia branca, entre os prados de gramíneas marinhas posidonias oscilantes na parte sul protegida da ilha, atmosfera característica dos mares.

A pouca profundidade e a proximidade com a costa tornam o local facilmente acessível , e as águas cristalinas proporcionam condições ideais para a prática de Esnórquel (prática de mergulho em águas rasas com o objetivo de recreação, relaxamento e lazer).

Inaugurado em um contexto de pandemia, este é o único museu que você pode acessar de forma socialmente distante, usando uma máscara de mergulho sobre os olhos em vez de uma máscara sobre a boca.

Os seis trabalhos colocados na água são baseados em retratos de membros locais da comunidade , abrangendo uma gama de idades e profissões, por exemplo, Maurice, um pescador local de 80 anos e Anouk, um aluno de nove anos da escola primária.

Cada rosto foi significativamente aumentado e secionado em duas partes, a parte externa se assemelha a uma máscara. O tema das máscaras se conecta com a história da Île Sainte Marguerite, bem conhecido como o local onde o Homem com a Máscara de Ferro foi aprisionado pelo rei Luís 14 no século 17.

“A máscara também é uma metáfora para o oceano: de um lado, ela mostra força e resiliência; do outro, fragilidade e decadência. Da terra, observamos a superfície, calma e serena, ou poderosa e majestosa, no entanto, abaixo da superfície está um ecossistema frágil e perfeitamente equilibrado, um que tem sido continuamente degradado e poluído ao longo dos anos pela atividade humana”, argumenta o artista em seu site.

Antes das peças serem colocadas no mar, a localização das esculturas era em uma área de infraestrutura marítima em desuso.

Além disso, o projeto realizou uma limpeza significativa do local, removendo destroços marinhos como motores antigos e tubulações para criar um espaço para a instalação das obras de arte que foram especificamente projetadas, usando materiais de Ph neutro e aço inoxidável 316 , para atrair a fauna e flora marinhas, ajudando a área a rejuvenescer e florescer. A cada temporada, o museu vai ganhando novas formas e texturas, de acordo com a evolução de algas e outros seres marinhos no local. 

O local agora foi isolado de barcos, tornando-o seguro para mergulhadores e evitando danos por âncoras aos prados de ervas marinhas, área de habitat vital referida como os pulmões do oceano para a vasta quantidade de oxigênio que produz.

Como todos os seus projetos, Jason pretende chamar a atenção para o mar como uma biosfera frágil em urgente necessidade de proteção. Isso porque o artista tem outros museus subaquáticos de sua autoria espalhados pelo mundo, como o Museu de Arte Subaquática (Musa) , no México; Parque de Esculturas Submarinas de Molinere , em Granada; Museu Atlântico , na Espanha; Museu de Escultura Subaquática Ayia Napa (Musan) , no Chipre e o Museu de Arte Subaquática (Moua) , na Austrália. Além de outras instalações solos relacionadas ao ambiente aquático.

Para visitar o museu, é preciso de uma máscara de esnórquel, caso contrário não verá muito. Mas se não tiver, pode encontrá-los nos supermercados ou nas lojas próximas da região.

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Fonte: IG Turismo

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