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Novo auxílio terá valor padrão de R$250; mães receberão mais

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Reprodução: iG Minas Gerais

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O Governo Federal planejou uma nova organização do Auxílio Emergencial . O novo valor será de R$ 250, mas mulheres com mais de um filho terão direito a R$ 375. Pessoas que moram sozinhas receberão R$ 150.

O benefício será pago em quatro parcelas a apenas um membro da família e não poderá ser acumulado. A estratégia do governo é atingir o maior número de pessoas, num toal superior a 40 milhões de brasileiros. 

O gasto  está previsto entre R$ 36 e R$ 38 bilhões. 

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Os critérios de renda para acessar o auxílio serão os mesmos da edição de 2020, de meio salário mínimo por pessoa da família (R$ 550) e até três salários mínimos (R$ 3,3 mil). Desta vez, porém, os dois requisitos serão aplicados de forma conjunta. Isto quer dizer que uma família de apenas três pessoas com renda de até três pisos não poderá ser beneficiada.

Pessoas que já recebem algum tipo de auxílio ou benefício do governo também serão excluídas, como aposentados, pensionistas, beneficiários de prestação continuada (BPC) ou de seguro desemprego, trabalhadores com carteira assinada, servidores públicos e militares.


Quando?


Os detalhes estarão na medida provisória (MP) que será editada nos próximos dias a fim de iniciar os pagamentos ainda em março. O Ministério da Cidadania, João Roma, irá definir o cronograma a ser cumprido pela Caixa Econômica Federal.

Para liberar os pagamentos, a pasta vai utilizar o banco de dados criados em 2020.

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Brasil é o 2º país com maior mal-estar socioeconômico, aponta estudo

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Brasil é o 2º país com pior mal-estar econômico, segundo levantamento de pesquisador do Ibre-FGV
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Brasil é o 2º país com pior mal-estar econômico, segundo levantamento de pesquisador do Ibre-FGV

Entre os 38 países-membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) , em que o Brasil é uma nação convidada, o país ocupa a 2ª posição no índice de mal-estar socioeconômico. Isto porque o desemprego recorde e a inflação alta impulsionaram esta colocação. O levantamneto foi feito pelo professor Daniel Duque , do Ibre-FGV (Instituto Brasileiro de Ecomia da Fundação Getúlio Vargas) , e foi publicado pelo O Globo

Segundo o estudo do pesquisador, no primeiro trimestre de 2021, a taxa de desconforto no Brasil chegou a 19,83%, ficando atrás da Turquia apenas, que registrou 26,27% no fim do quatro trimestre de 2020. Outros países vêm em seguida, como Espanha (16,09%), Colômbia (15,63%), Grécia (14,08%) e Chile (13,42%).

Este índice de mal-estar socioeconômico leva em conta duas situações: o mercado de trabalho e o nível de preços. O Brasil registrou uma taxa de desemprego de 14,7%, o que corresponde a 14,8 milhões de pessoas sem trabalho no último trimestre deste ano. Por outro lado, o Produto Interno Bruto (PIB) do país apresentou uma melhora, ficando em 1,2%.

“A economia está em situação aparente de melhora, mas a população está em mal-estar. A recuperação tem sido puxada por agropecuária e indústria, que empregam menos”, disse Duque ao jornal. 

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