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Nove quilos de drogas são apreendidos e seis pessoas presas em flagrante

Os policia foram informados que um casal estaria comandando o tráfico de drogas em Peixoto de Azevedo e cidades vizinhas. Junto com eles outros suspeitos fariam parte de uma organização criminosa atuando em toda região.

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Droga apreendida Peixoto de azevedo Matupa

Nove quilos de drogas são apreendidos e seis pessoas presas em flagrante

Militares do 15º CR de Peixoto de Azevedo e Matupá prenderam, neste sábado (04.05), seis pessoas envolvidas no tráfico de drogas nas duas cidades. Foram apreendidos dois quilos e meio de pasta base pura, 244 pinos de cocaína, pronto para venda, cinco quilos e meio de maconha divididos em tabletes e porções e quase 800 gramas de pasta base de cocaína.

 

Os militares ainda encontraram três balanças, uma espingarda calibre 22, pinos para embalar o entorpecente e produtos eletroeletrônicos sem procedência. Foram presos M.R.C.R., (22), L.R.S., (20), I.C.F., (20), T.S.L., (18), C. P. N., (18) e T.R.G., (19).Os policia foram informados que um casal estaria comandando o tráfico de drogas em Peixoto de Azevedo e cidades vizinhas. Junto com eles outros suspeitos fariam parte de uma organização criminosa atuando em toda região.

 

A denúncia descrevia que um casal que reside no bairro Cidade de Deus, em Peixoto de Azevedo, armazenava a droga em uma chácara no setor Industriário, em Matupá. Os policiais intensificaram rondas e observaram quando um dos suspeitos fazia a entrega de entorpecente a outra pessoa. Na abordagem, foi encontrada uma porção grande de maconha e na conversa o rapaz disse ser usuário e que estaria comprando a droga.

 

Na abordagem ao casal, ambos confirmaram que haveria mais droga na chácara em Matupá. Foram realizadas buscas nas duas residências onde foram encontradas as drogas e outros suspeitos. Durante a prisão o celular de um deles não parava de tocar, prefixo 27. Segundo o rapaz a ligação seria de um homem que cumpre pena em regime fechado e seria o dono do entorpecente. Diante dos fatos, todos foram encaminhados à delegacia para as devidas providências.

 

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Cuiabá

Ministério Publico requer fechamento de Fort Atacadista inaugurado nesta sexta

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso ingressou com ação civil pública, com pedido liminar, requerendo o fechamento e a paralisação imediata das atividades exercidas pelo Fort Atacadista inaugurado nesta sexta-feira (27.11), na Rodovia Emanuel Pinheiro, saída para Chapada dos Guimarães.

O MPMT ressalta que o empreendimento não possui Alvará de Ocupação (Habite-se do prédio) e nem Licença Ambiental de Instalação e Operação. Além disso, parte do empreendimento foi edificado em Área de Preservação Permanente.

A 17ª Promotoria de Justiça Cível, que atua na defesa da Ordem Urbanística e do Patrimônio Cultural, enfatiza que para viabilizar a obra, foi realizada a tubulação de um córrego localizado na área sem qualquer autorização, colocando em risco a integridade física da população e degradando o meio ambiente.

Consta na ação que durante o trâmite do inquérito civil houve tentativas de resolução consensual e a empresa foi notificada por diversas vezes para que submetesse à aprovação do órgão municipal o projeto arquitetônico do prédio e a retirada de toda e qualquer edificação/construção/impermeabilização da Área de Preservação Permanente.

Segundo o MPMT, a inexistência de Habite-se (Alvará de Ocupação) apresenta risco iminente à população cuiabana, posto que somente o documento expedido pela Prefeitura Municipal certifica a adequação da edificação aos parâmetros técnicos de segurança.

CONFIRMAÇÃO

Em audiência realizada com o Ministério Público Estadual nesta quinta-feira (25), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano Sustentável demonstrou que a empresa SDB Comércio de Alimentos Ltda não cumpriu os requisitos para a expedição do Habite-se, da Licença de Instalação e da Licença de Operação, não protocolou o Plano de Recuperação de Área Degradada e não possui projeto aprovado.

Atuando na defesa da coletividade, o pedido do MPMT é para que o empreendimento somente volte a funcionar após a regularização da edificação por meio da apresentação do Habite-se do prédio e licenças ambientais. A ação foi proposta na quinta-feira (25).

Fonte: MP MT
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