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Nove artistas mato-grossenses participam do 14º Salão do Artesanato em Brasília

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Nove artesãos mato-grossenses vão participar do 14º Salão de Artesanato – Raízes Brasileiras, que ocorre de 27 a 31 de outubro, na arena de eventos do Pátio Brasil Shopping, em Brasília (DF). Eles serão acompanhados pela equipe do programa de Artesanato Mato Grosso, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT).

O grupo levará até a Capital Federal peças com referências culturais do Estado. Dentre as mais conhecidas estão móveis entalhados em madeira e artigos produzidos por comunidades indígenas.

Os artesãos do Estado vão se juntar aos cerca de 500 artesãos de todas as unidades da federação que participarão de um dos maiores eventos do setor, no País.

O estande de artesanato mato-grossense vai contar com a presença de um artista indígena. Além de artesãos de Cuiabá (1), Várzea Grande (4), São José do Rio Claro(2), Barra do Bugres(1) e Canarana (1). Entretanto, os trabalhos apresentados durante o evento são de artesãos de 12 municípios diferentes.

Neste ano, a novidade do evento é o espaço “Saber Fazer”, no qual três mestres artesãos de Mato Grosso vão produzir peças durante o horário de realização do Salão. O artista Alexandre Paes de Oliveira vai esculpir violas de cocho e as tecedeiras, Lucineide Antônia Pereira e Joilsen Pereira Oliveira, vão confeccionar, no tear, as famosas redes da comunidade de Limpo Grande.

Esta é a primeira vez que o Salão terá rodada de negócios presencial e virtual, com lojistas nacionais e internacionais.

A edição de 2021 tem um significado importante para os artesãos brasileiros porque marca a retomada das atividades comerciais pós-pandemia. Já que esses profissionais deixaram de expor e comercializar suas peças em feiras, desde março de 2019, devido às restrições decorrentes da pandemia da covid-19.

O 14º Salão do Artesanato funcionará de quarta-feira a domingo, das 10h às 22h. A entrada é franca.

Fonte: GOV MT

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Livro Geoparque Chapada dos Guimarães fomenta desenvolvimento sustentável e turismo

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O livro Geoparque Chapada dos Guimarães – uma viagem pela história do planeta, lançado esta semana, relata os processos geológicos que formaram as rochas que são vistas nas belas paisagens, compondo os paredões e cachoeiras da região e permanecem preservadas há milhões de anos. A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) é apoiadora do projeto.

A obra, dividida em 10 capítulos, divulga estudos realizados por pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), e de outras instituições com a história geológica do Parque Nacional a partir da exploração de registros paleontológicos do período Paleozoico e Mesozoico.

O projeto surgiu como uma iniciativa de popularizar o conhecimento produzido por geólogos, geógrafos, turismólogos, entre outros profissionais, levando informação de forma sistematizada para comunidades locais, estudantes, pesquisadores e profissionais para desta forma fomentar o desenvolvimento sustentável por meio do geoturismo e ações pedagógicas.

Geossítios

Um convenio firmado entre Sema, UFMT e Fundação Uniselva deu início ao Projeto Geoparque Chapada dos Guimarães, que consistiu no inventário dos geossítios e especificação da conservação da geodiversidade em locais de alta relevância. Esse projeto está sendo desenvolvido pela Faculdade de Engenharia da UFMT, campus Várzea Grande.

O inventário demonstrou que a área possui geossítios com relevância científica, com elevado potencial para uso turístico ou educacional. “Porém, alguns dos geossítios necessitam de medidas de gestão que possam garantir a sua integridade, uma vez que apresentam risco de degradação. Os critérios relacionados ao potencial de uso educacional e turístico foram mais homogêneos, em geral, com uma nota elevada”, explicou a secretaria adjunta de Licenciamento Ambiental e Recursos Hídricos, Lilian Ferreira.

“O livro é um passeio pelas riquezas da região demonstrando toda a geodiversidade, abordando temáticas geológicas, arqueológicas, flora, fauna, história, gastronomia, pontua Lilian. “servirá como base para o levantamento das potencialidades turísticas da região, e para criação de políticas públicas na área do turismo, unindo conservação e valorização do patrimônio natural da região”.

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O professor Caiubi Kuhn, um dos organizadores do livro, destacou que o projeto foi desenvolvido por instituições muito importantes para o Estado. “Esse trabalho conjunto entre professores, pesquisadores e estudantes tornou possível o projeto Geoparque”.

A publicação do conteúdo foi viabilizada por meio do apoio da Federação Brasileira de Geólogos (Febrageo), da Associação Profissional dos Geólogos do Estado de Mato Grosso (Agemat) e da Associação de Geólogos de Cuiabá (Geoclube), com patrocínio do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-MT).

Workshop Geoparque Chapada dos Guimarães

O lançamento do livro, que ocorreu na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, fez parte do III Workshop Geoparque Chapada dos Guimarães, realizado pela UFMT com objetivo de divulgar a riqueza histórica e ambiental do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães, e o potencial turístico da localidade.

Entre os temas abordados nos cursos, minicursos e palestras, estão turismo e natureza, dinossauros no Brasil, geodiversidade e geoturismo no Centro-Oeste e no Parque de Chapada dos Guimarães. Os painéis mostram o potencial da localidade de se tornar um Geoparque Global da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), de importância internacional.

Fonte: GOV MT

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