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Nova fraude? Parto de dez gêmeos na África do Sul divide autoridades

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 Gosiame Thamara Sithole teria dado a luz a 10 gêmeos na última segunda-feira, 07, na África do Sul
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Gosiame Thamara Sithole teria dado a luz a 10 gêmeos na última segunda-feira, 07, na África do Sul

Na noite da última segunda-feira, dia 7 de junho, a sul-africana Gosiame Thamara Sithole, de 37 anos, teria dado à luz 10 gêmeos e, assim, batido o recorde mundial  que era de Malian Halima Cissé, que, em maio de 2021, teve 9 bebês no Marrocos.

Após uma longa controvérsia quanto a veracidade do episódio, Mzwandile Masina, prefeito da cidade de Ekurhuleni, confirmou nesta manhã, no Twitter, ter encontrado a família de Gosiame e afirmou estar prestando apoio a eles.

Segundo a BBC News, um membro do governo teria confirmado o nascimento dos 10 bebês, enquanto outra fonte teria declarado esperar para “ver as crianças”. Apesar de ainda aguardarem para descobrir se a história é real ou não, sul-africanos têm começado a organizar um Chá de Bebê Nacional (National Baby Shower) para prestar apoio à suposta mãe de 10 gêmeos.

Segundo o marido de Gosiame, Teboho Tsotesi, a família e os médicos esperavam apenas oito crianças, mas foram surpreendidos no momento do parto com mais duas.

Ao todo, Gosiame teria tido sete meninos e três meninas. Ela afirmou ao jornal Pretoria News que sua gravidez era natural e que não havia feito nenhum tratamento de fertilização. O casal mora na província de Guateng. “São sete meninos e três meninas. Ela estava grávida de sete meses e sete dias. Estou feliz e emocionado. Não consigo falar muito”, disse Tsotesi, que está desempregado.

O prefeito Masina chegou a sugerir que a reportagem sobre o caso publicado pelo jornal Pretoria News era uma fake news. Porém, ele se retratou, nesta quarta-feira, e publicou nas redes sociais que o trabalho do governo no dia anterior havia sido uma “piada”. Segundo ele, a família da mulher estaria nesse momento recebendo a assistência devida.

Ao longo da tarde de ontem, Phulma Williams, diretora do Departamento de Comunicação do governo sul-africano, afirmou ter entrado em contato com hospitais públicos e privadas da província, mas não conseguiu localizar as supostas 10 crianças. Na manhã desta quarta-feira, o governo sul-africano publicou uma nota pedindo por mais informações sobre o caso.

Mulher diz ter tido 10 filhos na última segunda-feira, 07, na África do Sul
Reprodução/redes sociais

Mulher diz ter tido 10 filhos na última segunda-feira, 07, na África do Sul

No mês passado, Gosiame e Teboho deram uma entrevista ao Pretoria News, quando ainda acreditavam ser os futuros pais de oito gêmeos.

Inicialmente, os médicos teriam detectado apenas seis crianças, mas descobriram outras duas durante um ultrassom. “Eu não consegui acreditar. Me senti como um escolhido de Deus. Fui abençoado de ter tantos filhos quando há tantos por ai que não conseguem tê-los”, disse Teboho.

A gravidez de Gosiame, se real, é considerada de alto risco e um caso raro, geralmente causado por tratamentos de fertilidade. O estado de saúde dos bebês não foi informado, mas, segundo o jornal, elas devem passar os próximos meses sob os cuidados do hospital.

No início de maio, uma mulher do Mali que esperava sete filhos deu à luz nove crianças, cinco meninas e quatro meninos. Malian Halima Cissé, que havia feito tratamento de fertilização, teve que ser transferida de seu país para o Marrocos, onde teria acesso a um atendimento médico adequado ao elevado nível de risco de sua gravidez.

Fonte: IG Mundo

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Auxílio aluguel para moradores de áreas de risco será R$ 600 em São Paulo

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Desabamento em Paraisópolis em outubro de 2021
Divulgação/ Corpo de Bombeiros

Desabamento em Paraisópolis em outubro de 2021


O valor do auxílio aluguel pago pela Prefeitura de São Paulo vai passar de R$ 400 para R$ 600 num período máximo de 18 meses. O benefício será para pessoas que residem em áreas de alto risco em intervenções ou obras realizadas pela própria administração municipal, com o compromisso de atendimento habitacional definitivo.

Essa foi uma das propostas apresentadas aos moradores e lideranças da região do Córrego Antonico, em Paraisópolis, nesta sexta-feira (22). A medida deve atender às 1.500 famílias que residem em cima do córrego .

Na apresentação, estiveram presentes os secretários da Habitação, Orlando Faria, de Assistência Social, Carlos Bezerra, e de Projetos Estratégicos, Alexis Vargas e o coordenador geral da Defesa Civil, Joel Malta de Sá. Cada um destacou as ações planejadas por suas pastas após o desabamento ocorrido na região no último sábado (16).

Em Paraisópolis, 19 famílias que tiveram suas casas interditadas já estão autorizadas a receber o benefício de auxílio aluguel provisório. As formas de atendimento habitacional definitivo serão oferecidas por meio do programa “Pode Entrar”, sancionado em setembro deste ano, com previsão de regulamentação até novembro.

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A iniciativa oferece uma Carta de Crédito aos beneficiários. Ela funciona como um subsídio para a aquisição do imóvel e a conta garantidora, que faz com que a prefeitura garanta crédito para as pessoas que não conseguem comprovar renda ou que não tenham acesso ao sistema bancário. O valor dessa carta vai variar de acordo com a renda do cidadão, com limite de R$ 120 mil, não reembolsável.

Além disso, o secretário Orlando Faria mencionou a possibilidade de a gestão adquirir imóveis privados para fins de habitação de interesse social, garantindo redução dos custos e tempo de entrega. “Já fizemos uma pesquisa na região e já mapeamos 6 mil unidades de interesse social que a Prefeitura pode comprar”, adiantou.

A administração municipal frisa que o plantão social, tanto da habitação como da Assistência Social permanece na região. “Porém nenhuma família aceitou a oferta de ser abrigada pelos serviços municipais, inclusive em hotéis”, explicou o secretário, Carlos Bezerra.

Interdição

Segundo o comandante da Defesa Civil, foram vistoriados e selados 32 imóveis, sendo sete deles comerciais, no local do desabamento. A prefeitura ressalta que, para o avanço das obras no local, é fundamental que as famílias aceitem alguns dos benefícios ofertados, deixando suas casas que se encontram em área de risco hidrológico. Após a desocupação de toda a área, as intervenções de engenharia poderão ser iniciadas.

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