AGRO & NEGÓCIO

Nota de pesar pelo falecimento do pesquisador Robério Nobre

Publicados

em


Nesta quinta-feira, 8/4, haverá homenagem póstuma no estacionamento da Embrapa.

O pesquisador da Embrapa Amapá, Robério Aleixo Anselmo Nobre, faleceu em Macapá (AP), na tarde desta quarta-feira, 07 de abril, aos 62 anos de idade, em decorrência da Covid-19. Atualmente Robério Nobre estava cedido ao Governo do Amapá, exercendo o cargo de Secretário Estadual de Meio Ambiente. Sua partida prematura deixa a todos da Embrapa Amapá em grande tristeza e comoção, e também envoltos em gratidão e reconhecimento a sua contribuição ao desenvolvimento agropecuário do estado do Amapá. 

Um grupo de empregados da Embrapa prestará homenagem a Robério Nobre no estacionamento do centro de pesquisa, na Rodovia JK, em Macapá, a partir das 9 horas da quinta-feira, 8/4, como parte do cortejo que seguirá para o sepultamento na cidade de Santana. A Chefia Geral orientou que, mesmo durante a homenagem, todos mantenham o protocolo de prevenção à Covid-19, como distanciamento social, uso de máscaras e álcool em gel.

Robério Nobre ingressou na Embrapa em setembro de 1989. Era graduado em Meteorologia pela Universidade Federal do Pará, e em 2011 tornou-se Bacharel em Direito pela Faculdade Estácio do Amapá (FAMAP) com o Trabalho de Conclusão de Curso intitulado “O termo de ajustamento de conduta ambiental: uma solução alternativa de conflito ambiental”. Por vários períodos, Robério exerceu cargos de gestão no Governo do Amapá: presidente da Agencia de Desenvolvimento,  Presidente da Companhia de Gás do Amapá, Secretário de Ciência e Tecnologia, Secretário de Desenvolvimento Rural, Secretário de Meio Ambiente (duas vezes).

Na Embrapa, Robério Nobre produziu trabalhos técnico-científicos na área de Geociências, com ênfase em Climatologia, atuando principalmente nos seguintes temas: clima e meio ambiente, tecnologia agrícola, produção de energia, desenvolvimento regional amazônico, desenvolvimento sustentável modelo e planejamento, climatologia agrícola e mudanças climáticas, Direito Ambiental, impacto e conservação ambiental. Atuou como Supervisor do Setor de Implementação da Programação de Transferência de Tecnologia (SIPT), vinculado à Chefia Adjunta de Transferência de Tecnologias da Embapa Amapá. 

Rogamos a Deus que ampare seus familiares e amigos, com sua infinita misericórdia, dando o conforto, força e coragem neste momento. Ao Robério, o descanso eterno na Glória de Deus. Deixa muita saudade. A Embrapa Amapá decreta luto oficial de três dias a partir desta data.  

Com profundos sentimentos,

Chefias da Embrapa Amapá e demais empregados.

Fonte: Embrapa

Comentários Facebook
Propaganda

AGRO & NEGÓCIO

Série de vídeos aborda as boas práticas para a produção da pimenta-do-reino

Publicados

em


A pimenta-do-reino (Piper nigrum L.) é a especiaria mais consumida no mundo e um importante produto do agronegócio brasileiro. A pesquisa da Embrapa desenvolveu tecnologias e boas práticas que fazem da produção brasileira de pimenta uma das mais sustentáveis do mundo. Parte deste material está reunido em uma série de vídeos produzidos pela Embrapa Amazônia Oriental, que são apresentados a partir desta segunda (19/04) no canal da instituição no Youtube.

A série, disponível na playlist “Cultivo da pimenta-do-reino”, é baseada nos principais desafios do pipericultor brasileiro e apresenta tecnologias que aumentam a produção, a longevidade e a sustentabilidade dos pimentais, além de melhorarem a qualidade do produto final, tornando a atividade mais rentável e competitiva no mercado internacional.

O primeiro vídeo aborda a manutenção e manejo dos plantios de pimenteira-do-reino e a produção de mudas. O pesquisador Oriel Lemos, da Embrapa Amazônia Oriental, explica que um bom plantio depende de podas e manejo adequado, e com a pimenteira-do-reino não é diferente.

Acesse aqui o primeiro vídeo da série:

As podas devem ser feitas a um metro de altura do solo para facilitar e promover a emissão de novos ramos principais. “As estacas cortadas podem ser aproveitadas para produzir novas mudas, mas é importante colocar esses ramos imediatamente na água para manter a umidade”, ressalta o especialista.

O pesquisador faz um alerta ao agricultor que deseja produzir suas mudas: “é importante escolher plantas sadias e vigorosas”. Já para quem prefere comprar as mudas, é fundamental recorrer a viveiristas credenciados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Produção nacional

O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de pimenta-do-reino, com uma produção aproximada de 110 mil toneladas, em 2019 (IBGE). Os estados do Espírito Santo, na região Sudeste, e Pará, na região Norte, são destaques na produção nacional, com 62 mil toneladas e 35 mil toneladas em 2019 (IBGE), respectivamente.

Em 2019 a produção brasileira de pimenta-do-reino movimentou em torno de 680 milhões de reais, segundo o IBGE. A maior parte da produção é direcionada à exportação como matéria-prima para condimentos e temperos industrializados.

O próximo vídeo da playlist “Cultivo da pimenta-do-reino” vai abordar a escolha da área para o plantio, a análise e o preparo do solo. O material vai ser publicado na quinta-feira (22), no canal da Embrapa no Youtube.

Fonte: Embrapa

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana