POLÍCIA FEDERAL

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Brasília/DF – Com relação a matéria veiculada pelo O Globo, intitulada “Atual gestão da PF exonerou um delegado por mês de postos-chave”, a Polícia Federal esclarece que não é verdade que a PF tenha exonerado um delegado por mês em razão de “desagrado ao governo”, tampouco por perseguição ou punição por atos contrários à visão da atual administração.

De fato, alguns delegados foram exonerados de cargos em comissão pela atual gestão, em número até mesmo um pouco superior ao mencionado na manchete, como ocorre em toda troca de direção na Polícia Federal. As substituições de cargos de chefias são medidas naturais e, em alguns casos, necessárias para a renovação do quadro dirigente, motivo pelo qual a instituição possui um corpo de servidores com formação profissional homogênea. Assim, todos os delegados indicados para cargos de chefia estão devidamente habilitados para o exercício das novas funções.

Ao pinçar de forma aleatória algumas mudanças como se tivessem ocorrido por motivação política, com base em ilações elaboradas por fontes anônimas, as quais não se fundamentam na realidade, referida matéria serve apenas para alimentar a produção de Fake News, como no caso da delegada movimentada da unidade da Interpol de Brasília, que, comprovadamente, não atuou no caso envolvendo a inclusão de pedido de difusão vermelha determinada pelo Supremo Tribunal Federal.

A movimentação de servidores é regular e faz parte dos instrumentos de gestão administrativa. Não há outras razões que não as de ordem técnica para tais mudanças. Por exemplo, as movimentações de dois dos delegados citados na matéria de hoje já tinham sido abordadas na nota de esclarecimento da Polícia Federal publicada pelo próprio O Globo no dia 23/11/2021, com a apresentação de informações concretas e elementos factuais que não foram utilizados nesta nova matéria.

Do mesmo modo, todas as demais alterações de chefia citadas na matéria possuem sua própria dinâmica e fundamentos subjacentes, sendo certo que a Polícia Federal tem como princípio básico fundamental assegurar que os delegados e demais policiais possam conduzir investigações criminais de forma autônoma, mesmo que não estejam ocupando cargos comissionados. A matéria também cita como exemplos de exonerações realizadas na atual gestão da Polícia Federal uma alteração ocorrida em uma outra administração, bem como a mudança no comando do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), órgão vinculado ao Ministério da Justiça e não à Polícia Federal. Tais fatos demostram a imprecisão da manchete, ao afirmar que a “Atual gestão da PF exonerou um delegado por mês de postos- chave”, pois nesses casos que ilustram a publicação, as exonerações não ocorreram na atual gestão da PF ou em um posto-chave do órgão.

A imprensa séria e responsável não pode transformar toda e qualquer movimentação de policiais em ato político deletério, tendo em vista que manchetes como a de hoje passam a circular no formato de “memes políticos” nas redes sociais de partidos, pré-candidatos ou eleitores, alimentando esquemas de difusão de desinformação eleitoral.

Por fim, a Polícia Federal reafirma sua função de conduzir suas atribuições de forma legalista, técnica e impessoal.

Direção-Geral da Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

Polícia Federal apura desaparecimento de procedimentos administrativos da Agência Nacional de Mineração – ANM

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Campo Grande/MS – A Polícia Federal cumpriu hoje (18/1) três mandados de busca e apreensão, no âmbito da Operação Sumiço, que investiga o desaparecimento de dois processos administrativos de cobrança de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais das dependências da Gerência Regional da Agência Nacional de Mineração – ANM, em Campo Grande/MS.

Durante as investigações, iniciadas em maio/2020, foram colhidos diversos elementos probatórios, dentre eles depoimentos, declarações, além de entrevistas de funcionários e terceirizados da Agência Nacional de Mineração – ANM. Também foram objeto de análise mais de 500 horas de gravações de imagens das câmeras de segurança da referida agência.

As buscas têm por objeto localizar os dois procedimentos administrativos de cobrança de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais, assim como obter outros elementos de prova em face dos investigados.

Os envolvidos responderão pela prática do crime de extravio, sonegação ou inutilização de livro ou documento. A pena, para o caso, pode ser de 1 a 4 anos de reclusão. Também podem responder por “supressão de documento”, se cometido por particular. A pena seria de reclusão e varia de 2 a 6 anos.

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso do Sul

Contato: (67) 3368-1105

[email protected] / www.pf.gov.br

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