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Nike critica trabalho escravo na China e rompe contrato com atores e cantores

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Nike criticou trabalho forçado na província de Xinjiang
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Nike criticou trabalho forçado na província de Xinjiang

Os chineses estão revoltados com a Nike e lotam as redes sociais com críticas, após a empresa divulgar um comunicado dizendo estar “preocupada com relatos de trabalho forçado “, na província chinesa de Xinjiang . Na publicação, a fabricante de produtos esportivos afirma que passaria a não comprar mais têxteis da região, segundo reportagem publicada pelo jornal britânico The Guardian.

“Estamos preocupados com os relatos de trabalho forçado na Região Autônoma Uigur de Xinjiang (XUAR) e conectado a ela”, disse no comunicado. A Nike não se pronunciou sobre as críticas nas redes sociais chinesas .

A reação foi imediata, envolvendo inclusive personalidades públicas, e virou um dos principais tópicos de tendência na mídia social chinesa Weibo, semelhante ao Twitter, nesta quinta-feira. Até o ator e cantor chinês Wang Yibo, 23, muito popular no país, anunciou no Weibo que rescindiu seu contrato como representante da Nike, em resposta ao comunicado.

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Wang, que obteve reconhecimento internacional depois de protagonizar a série “The Untamed”, tem 38 milhões de seguidores no Weibo, e disse que se opõe a “qualquer ato de difamar a China”. Outro ator chinês, Tan Songyun, seguido por 23 milhões de fãs no Weibo, também anunciou que estava rescindindo seu contrato com a Nike.

H&M também atingida

A crise vivida agora pela Nike se repete um ano depois que a gigante sueca de roupas H&M tambem fez críticas ao país, declarando que não iria mais comprar algodão de Xinjiang. Os produtos empresa simplesmente desapareceram do site de e-commerce Taobao e da Alibaba.

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Ministro diz que privatização da Petrobras ampliaria investimentos

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, falou hoje (25), durante evento com o presidente Jair Bolsonaro, recursos da venda da Petrobras podem ser usados para ampliar os investimentos públicos e em tecnologia e bancar gastos sociais.

“E se daqui a 20 anos o mundo todo migrar para a energia elétrica, hidrogênio, nêutron, energia nuclear e o fóssil for abandonado? A Petrobras vai valer zero daqui a 30 anos. E o que nós fizemos?”, questionou o ministro, durante o lançamento do Plano de Crescimento Verde, no Palácio do Planalto.

“Deixamos o petróleo lá em baixo com um monopólio, uma placa de monopólio estatal em cima. O objetivo é tirar esse petróleo o mais rápido possível e transformar em educação, investimento, treinamento, tecnologia”, acrescentou Guedes.

Para o ministro, a alta de mais de 6% nas ações da Petrobras nesta segunda-feira é resultado da entrevista em que o presidente Jair Bolsonaro disse estudar um projeto de lei que permitiria a venda de ações da estatal nas mãos da União, até ela deixar de ser a controladora majoritária da empresa.

“Bastou o presidente falar ‘vamos estudar’, e o negócio [a ação da Petrobras] sai subindo e aparece R$ 100 bilhões. Não dá pra dar R$ 30 bilhões para os mais frágeis num momento terrível como esse, se basta uma frase do presidente para aparecer R$ 100 bilhões, brotar no chão de repente. Por que nós não podemos pensar ousadamente a respeito disso?”, comentou Guedes.

Caged

O ministro da Economia adiantou dados econômicos que serão divulgados amanhã (26). Segundo ele, a arrecadação de setembro, apurada pela Receita Federal, deverá trazer novos recordes. Além disso, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que mede o saldo de empregos formais, deve vir com mais de 300 mil postos de trabalho criados no país no mês passado.

“A economia está voltando com muita força. Conversava há pouco com o grupo da arrecadação da Receita Federal, novos recordes. Amanhã, possivelmente vão soltar também o Caged; mais de 300 mil empregos todo mês estamos criando”, declarou.

O ministro agradeceu ao presidente Jair Bolsonaro a confiança em mantê-lo no cargo. “Eu queria agradecer pela confiança do presidente. É sempre assim, eu estou morrendo afogado, ele aparece, renova a confiança e nós continuamos nessa aliança de liberais e conservadores por um futuro melhor do nosso país”, disse.

Edição: Maria Claudia

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