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Nike alerta que pode enfrentar atraso na fabricação de tênis por falta de navios

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Economia global enfrenta escassez de contêineres
Divulgação/SPA

Economia global enfrenta escassez de contêineres

A gigante de material esportivo Nike alertou que pode sofrer atraso e até mesmo ficar com modelos de tênis em falto por conta escassez de contêineres que aflige a economia mundial. A oferta de transporte de mercadorias não conseguiu acompanhar o ritmo da retomada econômica. 

Além disso, a Nike está enfrentando problemas para encontrar trabalhadores na Ásia. Segundo o jornal britânico The Mirror, a crise afetará os tênis da Nike até a primavera do ano que vem.

Na semana passada, a Nike reduziu as expectativas de quanto vai vender este ano como resultado.

Em uma chamada pública, o diretor financeiro da Nike, Matthew Friend, disse: “Não somos imunes aos ventos contrários da cadeia de suprimentos global que estão desafiando a [fabricação] e a movimentação de produtos em todo o mundo. Esperamos que todos os locais sejam impactados por esses fatores.”

As fábricas da Nike na Indonésia e no Vietnã produzem 75% de todos os seus calçados. No entanto, a fábrica do Vietnã perdeu 10 semanas de produção este ano devido ao bloqueio do coronavírus.

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Governo quer propor alternativa para reduzir preço de combustíveis

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Frentista abastecendo carro em posto de combustíveis
Reprodução: ACidade ON

Frentista abastecendo carro em posto de combustíveis

O presidente Jair Bolsonaro discute com parlamentares medidas para reduzir o preço de combustíveis e de energie elétrica, dois fatores que se tornaram dor de cabeça para o Palácio do Planalto em ano de eleição e que pressionam a inflação.

A medida que está em discussão seria feita por meio de uma proposta de emenda à Constituição (PEC). Até agora, o que se avalia possível fazer é reduzir ou até mesmo zerar impostos federais sobre a gasolina, o diesel e a energia elétrica em momentos de crise ou de turbulência.

Outra alternativa em debate é a criação de um fundo para aliviar a pressão gerada pela alta de preços.

A questão dos combustíveis virou uma bandeira política do presidente Jair Bolsonaro. Em fevereiro, o produto já deve sofrer o impacto da decisão dos governadores, que decidiram descongelar o valor do ICMS que incide sobre o produto.

Além disso, nesta semana o barril do petróleo alcançou o maior patamar desde 2014 e já há expectativa no mercado financeiro de que alcance os US$ 100.

Auxiliares de Bolsonaro que trabalham no assunto afirmam que o objetivo é que a proposta comece a tramitar a partir do início de fevereiro, na volta do recesso parlamentar.

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