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Netanyahu diz que ataque contra prédio sede de TV foi legítimo

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Netanyahu diz que ataque contra prédio sede de TV foi legítimo
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Netanyahu diz que ataque contra prédio sede de TV foi legítimo

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou neste domingo (16) que o ataque contra o prédio que abrigava as agências de imprensa Associated Press e Al Jazeera  foi legítimo.

De acordo com o premiê israelense, o edifício também estava sendo usado pela agência de inteligência do grupo palestino Hamas.

“[Havia] um escritório pertencente a uma organização terrorista palestina alojado naquele prédio, que planeja e organiza ataques terroristas contra civis israelenses, então é um alvo perfeitamente legítimo”, disse Netanyahu ao canal americano CBS.

A declaração foi dada no dia em que o Exército israelense informou ter destruído a residência do principal líder do Hamas na Faixa de Gaza, Yahiyen Sinwar, durante uma ofensiva contra a cidade de Khan Younis.

Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, os ataques deflagrados durante os últimos sete dias deixaram, até agora, 192 palestinos mortos, incluindo 58 crianças e 34 mulheres, e 1235 feridos.

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A autoridade local ainda acrescenta que sob os escombros dos edifícios bombardeados por Israel ainda há mortos e feridos.

Alguns meios de comunicação afirmaram que 42 palestinos foram mortos nas últimas 24 horas, o que é, portanto, o dia mais sangrento desde o início das hostilidades.

O lançamento de foguetes de Gaza para todo o sul de Israel continua. Não apenas nas comunidades israelenses ao redor da Faixa, mas também em Beer Sheva, no início do Negev. Um dos foguetes atingiu um veículo em Ashkelon e causou danos a edifícios próximos.

“A operação em Gaza ainda vai demorar”, disse Netanyahu, acrescentando que Israel “tem o apoio dos Estados Unidos”. “Continuaremos pelo tempo necessário para restaurar a calma”.

O premiê ainda descartou que haja qualquer pressão. “Isso não é verdade. Agradeço a Biden e aos outros líderes que nos apoiam”, disse ele.

Fonte: IG Mundo

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G7 exige ação da Rússia contra crimes cibernéticos e “atividades malignas”

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 G7 exigiu da Rússia atitudes contra crimes cibernéticos
Reprodução/Flickr

G7 exigiu da Rússia atitudes contra crimes cibernéticos

O G7 , grupo dos sete países mais industrializados do mundo, exigiu neste domingo (13) que a Rússia tome medidas contra os que fazem ataques cibernéticos e usando ransomware a partir do país. O ransomeware é um ataque que restringe o acesso ao sistema infectado com uma espécie de bloqueio e cobra um resgate em criptomoedas para que o acesso possa ser restabelecido.

A reprimenda veio em um comunicado emitido após uma cúpula de três dias entre líderes do G7 no Reino Unido, que também pediu que Moscou “pare com seu comportamento desestabilizante e atividades malignas” e conduza uma investigação sobre o uso de armas químicas em território russo.

O comunicado diz que a Rússia precisa “responsabilizar aqueles que, dentro de suas fronteiras, conduzem ataques ransomeware, abusam de moedas virtuais para lavar dinheiro e outros crimes cibernéticos”. 

A questão está sob os holofotes após um ataque virtual ao Colonial Pipeline, maior tubulação de combustíveis dos Estados Unidos, e outro que interrompeu as operações norte-americanas e australianas do frigorífico JBS. 

A nota do G7 pede ações mais amplas contra ataques cibernéticos. “Pedimos que os estados identifiquem e interrompam redes criminosas de ransomware que operem de dentro de suas fronteiras e responsabilizem essas redes por suas ações”, diz o documento. 


O pedido por investigação sobre uso de armas químicas vem após o crítico do Kremlin Alexei Navalny ser atendido na Alemanha, com médicos alemães informando que foi um envenenamento com um agente nervoso de uso militar. Navalny acusa Putin de ordenar o envenenamento, mas o Kremlin nega as acusações. 

Fonte: IG Mundo

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