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Nasa lança sonda para estudar asteróides “troianos” em Júpiter

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A Nasa lançou uma missão inédita neste sábado para estudar os asteroides troianos de Júpiter, dois grandes aglomerados de rochas espaciais que os cientistas acreditam serem remanescentes de material que formou planetas externos do Sistema Solar.

A sonda espacial, apelidada de Lucy e embalada dentro de uma cápsula de carga especial, decolou no horário programado da Estação da Força Aérea dos Estados Unidos em Cabo Canaveral, na Flórida, às 6h34 (horário de Brasília), informou a Nasa. O equipamento foi lançado em um foguete Atlas V da United Launch Alliance (UAL), uma joint venture da Boeing e da Lockheed Martin.

A missão de Lucy é uma expedição de 12 anos para estudar um número recorde de asteroides. Será a primeira a explorar os chamados troianos, milhares de objetos rochosos orbitando o Sol em dois aglomerados – um à frente do caminho de Júpiter e outro atrás dele.

Acredita-se que os maiores asteroides troianos conhecidos, batizados em homenagem aos guerreiros da mitologia grega, meçam até 225 quilômetros de diâmetro.

Os cientistas esperam que o sobrevoo de Lucy por sete rochas troianas forneça novas pistas sobre como os planetas do Sistema Solar se formaram há cerca de 4,5 bilhões de anos e o que moldou sua configuração atual.

Lucy também fará um voo rasante sobre um asteroide no cinturão principal do Sistema Solar, chamado DonaldJohanson, em homenagem ao principal descobridor do ancestral humano fossilizado conhecido como Lucy. O fóssil de Lucy, descoberto na Etiópia em 1974, inspirou por sua vez a música Lucy in the Sky with Diamonds, dos Beatles.

A sonda usará foguetes para manobrar no espaço e dois painéis solares arredondados, cada um da largura de um ônibus escolar, que recarregarão as baterias que alimentam os instrumentos contidos no corpo de Lucy.

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Homem indiano mantém braço direito levantado há 45 anos

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Amar Bharati
reprodução: Twitter

Amar Bharati

Amar Bharati mantém o braço direito levantado há mais de 45 anos e não planeja baixá-lo tão cedo.

Quem já ficou com um braço levantado por certo tempo sabe a dificuldade que é. Porém, para o sadhu, o ato acompanha incrível naturalidade.

Bharati está em outro patamar. Um dia, ele decidiu dar uma virada completa na sua vida levantando o braço, e nunca mais tocou sua cintura desde então. O braço está atrofiado.

Em 1973, Bharati trabalhava em um banco indiano. Ele era casado, tinha três filhos e levava uma vida modesta. Até que de repente decidiu abandonar tudo para dedicar toda a sua vida a Shiva, uma divindade hindu.

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Para servir verdadeiramente às suas crenças religiosas, ele teve uma ideia: ele levantaria o braço e o manteria assim enquanto vivesse. (outros sadhus permanecem anos com um das pernas dobradas).

“Eu não peço muito. Por que lutamos entre nós, por que existe tanto ódio e inimizade entre nós? Eu quero que todos os indianos vivam em paz. Quero que o mundo inteiro viva em paz”, disse ele de acordo com o site “Unilad”.

No início, foi bastante doloroso. Depois de cerca de dois anos, a agonia começou a diminuir e logo ele perdeu qualquer sensação no braço direito, que se atrofiou. Mesmo que quisesse abaixar o braço, provavelmente não conseguiria sem uma preparação extensa, devido ao dano permanente ao nervo e à perda de circulação.

Sadhus são considerados homens sagrados pelo hindus e capazes e suportar terríveis provações. São geralmente ascetas, praticantes de ioga e andarilhos em busca da “perfeição”.

Fonte: IG Mundo

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