POLÍTICA NACIONAL

‘Não aceitarei ser ameaçado ou perseguido’, diz Alcolumbre após ser alvo de críticas por parte de Bolsonaro

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Presidente da CCJ, Davi Alcolumbre
Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

Presidente da CCJ, Davi Alcolumbre

Após ser  alvo de críticas por parte do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) reagiu com uma nota. No texto divulgado à imprensa nesta quarta-feira (13), o parlamentar diz que tem sofrido diversas agressões por postergar a sabatina do ex-advogado-geral da União, André Mendonça, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

Alcolumbre é presidente da CCJ e, portanto, tem o poder de decidir quando colocar a sabatina em pauta. Três meses após a indicação de Bolsonaro, no entanto, ele não o fez nem indicou qualquer previsão de quando fará.

“Agridem minha religião, acusam-me de intolerância religiosa, atacam minha família, acusam-me de interesses pessoais fantasiosos. Querem transformar a legítima autonomia do presidente da CCJ em ato político e guerra religiosa. Reafirmo que não aceitarei ser ameaçado, intimidado, perseguido ou chantageado com o aval ou a participação de quem quer que seja”, ressaltou no texto publicado na íntegra pela Veja.

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De acordo com ele, seu trabalho sempre foi pautado pela defesa da democracia, da independência e da harmonia entre as instituições e o colocou por diversas vezes “contra aqueles que buscavam a ruptura democrática, desrespeitando os poderes constituídos, a liberdade de imprensa e a própria democracia para criar crises políticas que impediriam a governabilidade do país”.

Ele não cita Bolsonaro, que o acusou de agir “fora das quatro linhas da Constituição”. Mas fala de maneira explícita sobre o caso de Mendonça ao argumentar que a nomeação de um ministro do STF não é um ato “unilateral e impositivo do Chefe do Executivo”, mas sim “um ato complexo, com a participação efetiva e necessária do Senado”.

Em meio a isso, o imbróglio em torno da indicação de Mendonça não se resolve. Mais cedo,  o vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB), também reforçou as críticas de Bolsonaro à postura de Alcolumbre.

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POLÍTICA NACIONAL

Potássio: Geller reúne embaixadas do Irã e da Rússia para discutir custo da produção

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A alta de preços das commodities agrícolas e insumos, a variação cambial e o impacto da pandemia de Covid-19 têm influenciado os custos de toda a cadeia produtiva da indústria alimentícia. 

O deputado federal Neri Geller (PP/MT), que já foi ministro de Agricultura, cumpriu agenda nesta quarta-feira (20.10) com o embaixador da Rússia, Alexey Labetskiy, para discutir a alta nas importações de fertilizantes.

De acordo com Geller, o potássio subiu de U$S 340 para U$S 920, além da alta do próprio dólar. “Já estive com a embaixada do Irã, discutindo sobre nitrogenado (ureia), e agora, na pauta com a Rússia, vamos tratar do potássio já que o Brasil depende da importação desse produto. Mais de 90% do nutriente é importado”, disse o parlamentar.

Geller antecipou que uma agenda com o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, a Aprosoja e Ampa será marcada para os próximos dias. “Precisamos estreitar relações comerciais com esses países que exportam insumos e criar condições para que nossos produtores possam negociar melhor na importação de fertilizantes”, expôs.

Neri explica que a redução para os insumos do setor contribuiria para diminuir o impacto sobre os custos de produção de alimentos, aliviando, consequentemente, o impacto nos preços pagos pela população brasileira, uma vez que o câmbio e demanda são duas variáveis que o Governo não pode controlar.

 

 

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