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Musk será o 1º trilionário do mundo ainda em 2024, diz pesquisa

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Elon Musk
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O magnata do petróleo John D. Rockefeller fez história em 1916, quando se tornou o primeiro bilionário do mundo. De lá para cá, outros nomes passaram a constar na lista dos maiores ricaços da Terra, com fortunas avaliadas em centenas de bilhões de dólares. A disputa para se tornar o primeiro trilionário, no entanto, ainda está acirrada e Elon Musk desponta como a aposta mais provável.

Para descobrir quais serão os primeiros trilionários do mundo, a empresa Tipalti Approve comparou os patrimônios anuais das trinta pessoas mais ricas do globo sobre as quais havia dados disponíveis dos últimos cinco anos, pelo menos.

Ao calcular a taxa média de crescimento das fortunas, a empresa chegou a uma previsão plausível dos resultados dos próximos anos.

O cabeça da lista é o empresário Elon Musk, dono da Tesla, que tem um patrimônio líquido estimado em US$ 262 bilhões, de acordo com a revista americana Forbes. Tendo como base o ano de 2017, a fortuna dele cresceu 129% ao ano, percentual suficiente para que Musk inaugure o clube dos trilionários ainda em 2024, aos 52 anos, com uma fortuna de US$1,38 trilhão.

A principal fonte de renda de Musk é a SpaceX, empresa fabricante de sistemas aeroespaciais, mas ele também detém 23% das ações da Tesla, que produz e vende carros elétricos. Essas duas empresas combinadas fizeram a fortuna de Musk subir de US$25 bilhões em 2020 para US$263 bilhões em 2022.

O número dois da lista é o magnata indiano do setor de energia Gautam Adani, que deve chegar ao primeiro trilhão em 2025, aos 62 anos. Ele é presidente da Adani Group, negócio voltado para o comércio de commodities, cuja maior fonte de renda provém de seis empresas diferentes. Elas adicionaram cerca de US$79 bilhões à sua fortuna apenas no ano passado.

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Aneel mantém bandeira tarifária verde para julho

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Hoje, há 212 localidades isoladas do SIN, com consumo energético abaixo de 1%
Agência Brasil

Hoje, há 212 localidades isoladas do SIN, com consumo energético abaixo de 1%

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu acionar a bandeira verde no mês de junho para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). De acordo com a agência, dessa forma, não haverá cobrança extra na conta de luz no próximo mês.

É o segundo anúncio de bandeira verde realizado pela Aneel desde o fim da Bandeira Escassez Hídrica , que durou de setembro de 2021 até meados de abril deste ano. Em maio, a agência já havia acionado a bandeira verde . Segundo a Aneel, na ocasião, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia.

Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, significa que a conta não sofre qualquer acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre um acréscimos, que variam de R$ 1,874 por 100 quilowatt-hora (kWh) consumido a 9,492 por 100 kWh.

O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima.

Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.

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