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Músicas de Elza Soares tocam 600% a mais na morte da cantora

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Elza Soares morreu aos 91 anos
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Elza Soares morreu aos 91 anos

Uma das maiores cantoras da história do Brasil, Elza Soares morreu nesta última quinta-feira, aos 91 anos, e deixou o público cheio de saudades.

Uma prova disso é que as reproduções de suas canções na plataforma de streaming Spotify cresceram mais de 600% no dia da sua morte, indo de cerca de 60 mil na quarta-feira a mais 400 mil.

No número de ouvintes, o perfil de artista da cantora teve pouco mais de o dobro dos 80 mil do dia anterior. Elza morreu de causas naturais e seu corpo foi velado na manhã desta sexta-feira no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

O último disco lançado pela cantor foi “Planeta fome”, em 2019. Nos anos anteriores, ela ainda lançou “Deus é mulher”, em 2018, e “A mulher do fim do mundo”, em 2015.

Veja abaixo os gráficos de crescimento do trabalho da cantora.

Músicas cresceram 600% no Spotify
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Músicas cresceram 600% no Spotify
Fonte: IG GENTE

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“Não cedo à censura”, diz atriz expulsa de debate por blusa pró-Lula

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Karine Telles, Lara Tremouroux e Du Moscovis na exibição do longa Ela e Eu, no Festival de Cinema de Vassouras
Gabriel Perline

Karine Telles, Lara Tremouroux e Du Moscovis na exibição do longa Ela e Eu, no Festival de Cinema de Vassouras


Lara Tremouroux passou por uma situação embaraçosa na noite deste sábado (28) durante o painel do filme Ela e Eu, escolhido para encerrar a programação do Festival de Cinema de Vassouras: ela foi impedida de se juntar ao elenco do longa por vestir uma blusa vermelha com a estampa do nome de Lula e acusou a organização de censura. À coluna, ela disse com exclusividade que pensou em ir embora da cidade, mas desistiu por não querer ceder à censura.


“Pensei bastante, seriamente, em ir embora, se eu deveria continuar aqui hoje. Mas depois eu achei que uma maneira possível de resistir seria vir [à exibição do filme] e usar a minha blusa, porque é algo que está dito sem precisar dizer. Se não fizesse isso eu sinto que estaria cedendo à uma pressão psicológica e à censura. Eu não cedo à censura”, disse a atriz.

O bate-papo com o elenco ocorreu no final da tarde no hotel em que o elenco estava hospedado na cidade de Vassouras. Du Moscovis e Karine Telles conversaram com os jornalistas e convidados juntamente com o diretor do longa, Gustavo Rosa de Moura, mas Lara foi barrada.

À coluna, a atriz disse que uma mulher a abordou no saguão do hotel, identificando-se como sendo da produção do festival, e afirmou que ela não poderia entrar no painel porque o evento não era político e que não era permitido nenhum tipo de manifestação política. Além disso, se quisesse participar do bate-papo de seu próprio filme ela precisaria trocar de roupas.

“Eu não sei se ela falou em nome de todos. Embora ela tenha dito isso, mas não quero responsabilizar a todos, porque outras pessoas pensam de uma forma diferente, mas ela foi a pessoa que me passou a mensagem e se identificou como sendo do festival. Eu falei que isso não estava certo, porque além de tudo é um direito constitucional da nossa democracia, para o lado que seja, inclusive. E é um espaço público, um direito pessoal e intransferível, e ela me disse que eu não poderia [entrar]”, comentou.

“Ninguém veio desmenti-la ou dizer que eu poderia. E aí é um erro da organização que não cabe a mim. Mas acredito que dentro desse conjunto de pessoas haja quem pense diferente e que vai votar no Lula. Mas a questão é que alguma falta de organização existe para que essa seja a informação que seja passada para mim de uma forma não delicada”, completou.

A coluna está na cidade de Vassouras a convite da organização do Festival de Cinema, que negou a prática de qualquer tentativa de censura aos artistas ou frequentadores de todas as atividades programadas para o evento:

“O Festival de Cinema de Vassouras destaca que em momento algum houve censura ao uso da vestimenta da atriz Lara Tremoroux. Os responsáveis pelo evento, Bruno Saglia e Jane Saglia, fazem questão, a todo tempo, desde o primeiro dia de Festival, de ressaltar que são a favor da liberdade de expressão de cada um aqui presente.

A intenção do 1º Festival de Cinema de Vassouras é levar — não apenas aos Vassourenses e a todo o Vale do Café — a diversão, a diversidade, o empoderamento feminino, a pluralidade. É tornar o audiovisual acessível, possível. Assim tem sido às mais de 18 mil pessoas já passaram pelo evento, assistindo animações, curtas, documentários, longa-metragens. E, de fato, a mensagem é uma so: amor e respeito. Viva a arte!”

Fonte: IG GENTE

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