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Mulheres driblam machismo e ganham espaço na CPI da Covid

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Senadora Simone Tebet (MDB-RS)
Pedro França/Agência Senado

Senadora Simone Tebet (MDB-RS)

Sem vaga na CPI da Covid e em minoria no Senado, as mulheres driblam o machismo e buscam formas de ganhar algum espaço no colegiado. Inicialmente, elas garantiram prioridade de fala para uma representante da bancada feminina no início das sessões. Agora, algumas delas também passaram a participar de encontros semanais da cúpula da comissão para definir a sequência dos trabalhos.

“Claro que há um fator limitante, porque quem não está entre os titulares e suplentes tem que ir lá para o final da fila, mas isso não tem sido um impeditivo, em toda reunião há duas mulheres na lista, que falam por todas nós. Nesse aspecto foi fundamental, porque a gente não tem vez, mas tem voz”, afirmou a senadora Simone Tebet (MDB-MS), líder da bancada feminina, criada no início deste ano.

Por não ocuparem nenhuma das 18 cadeiras de titulares e suplentes, as senadoras não podem apresentar requerimentos — para convocação de autoridades, solicitações de documentos e quebras de sigilo —, participar das votações, nem apreciar ou propor um relatório paralelo ao final da CPI.

Para se organizar, possuem um grupo de WhatsApp para discutir temas do Senado e, durante a CPI, organizar quem vai usar o tempo prioritário para falar em cada sessão.

Recentemente, embora não ocupe vaga na CPI, a líder do Cidadania, Eliziane Gama (MA), passou a frequentar as reuniões semanais que ocorrem na casa do presidente do colegiado, Omar Aziz (PSD-AM), com integrantes do chamado G7, grupo de oposicionistas e independentes. São nesses encontros que costumam ser definidas as pautas da comissão.

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Além de se destacar nas inquirições de testemunhas, Eliziane também protagonizou embates no colegiado. Na primeira sessão, ela discutiu com o filho do presidente Jair Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), que fez provocações sobre a ausência das mulheres.

Ao GLOBO, Simone Tebet afirmou que os senadores têm dificuldade de entender o pleito das mulheres porque simplesmente não as escutaram:

“Nós não queríamos uma vaga na CPI depois, já estava certo que não tínhamos sido indicadas, queríamos o direito a uma fala”.

Fonte: IG Mulher

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10 mitos e verdades sobre micropigmentação de sobrancelhas

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Micropigmentação das sobrancelhas
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Micropigmentação das sobrancelhas

Quando o assunto é o procedimento de micropigmentação nas sobrancelhas não faltam dúvidas na cabeça da maior parte das mulheres. Algumas delas são bem frequentes, como a exposição ao sol, tempo de retoque, alergias, etc. Para esclarecer esses e outros pontos sobre micropigmentação de sobrancelhas, a especialista em microblanding (tipo de maquiagem semipermanente), Priscilla Kajihara explica a seguir o que é mito e o que é verdades sobre o procedimento. Confira!

O procedimento pode ser feito em qualquer pessoa.

Mito. Há algumas restrições sim. É necessário, por exemplo, que a pessoa seja maior de idade para fazer micropigmentação. Há restrição também para gestantes e lactantes. Pessoas que estão fazendo tratamento quimioterápico necessitam autorização médica.

O procedimento pode dar alergia.

Mito. Isso é realmente muito raro. Hoje em dia os pigmentos usados são anti-alérgicos oferecendo muita segurança para utilizá-los.

Os pelos da região caem após o procedimento.

Mito. Acontece ao contrário, a área onde é feita a micropigmentação é estimulada promovendo irrigação sanguínea, o que estimula o crescimento dos fios.

Pessoas que fizeram micropigmentação não devem se expor ao sol.

Verdade. Sim, o sol é o maior inimigo da micropigmentação e pode comprometer negativamente no resultado do procedimento enquanto estiver em processo de cicatrização, por isso ele deve ser evitado ao máximo.

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O procedimento é muito dolorido.

Mito. A dor é bem suportável e varia muito de pessoa para pessoa. Mas no geral é aplicado um anestésico tópico que ajuda muito na dor fazendo com que o procedimento seja bem tranquilo.

As pessoas que sofrem de alopecia podem fazer sem restrição.

Verdade. Sim, podem fazer sem restrição. Já fiz muitos procedimentos de sobrancelhas com alopecia em homens e mulheres com resultados muito bons.

Micropigmentação é para sempre e não exige retoque.

Mito. O retoque é necessário para a finalização do procedimento e é feito entre 30 a 90 dias. Após este período não é considerado retoque, seria manutenção que é feita entre seis a oito meses ou até mesmo refazer toda a sobrancelha a partir de um ano.

O procedimento é muito demorado.

Mito. Cada procedimento leva em média 2 horas, mas dependendo da técnica usada esse tempo pode aumentar.

Os pelos naturais devem ser retirados para o procedimento.

Mito. Os pelos da cliente não serão todos arrancados. Somente os pelinhos que estiverem fora do desenho após feita a simetria do rosto é que serão retirados. Quanto mais pelos naturais forem usados, melhor e mais natural será o resultado.

É possível fazer micropigmentação em outras regiões, como a boca.

Verdade. Hoje no mercado há técnicas para tudo, sobrancelhas, olhos, boca a scalp, cicatrizes, estrias e mamilos. Técnicas de fios, sombreados, degradês e pontilhados estão sendo usadas para realçar a beleza sem perder a naturalidade.

Fonte: IG Mulher

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