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Mulher furta loja antes de entrevista de emprego no local e é presa em BH

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Mulher participou de entrevista de emprego horas depois de ter furtado loja
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Mulher participou de entrevista de emprego horas depois de ter furtado loja

Uma mulher de 32 anos foi presa na última quarta-feira (24) após furtar vestidos de uma loja onde horas depois participaria de uma entrevista de emprego como vendedora no local. O caso ocorreu no centro de Belo Horizonte.

Na manhã de quarta (24), a mulher, que não teve identidade revelada, foi até uma loja dizendo que gostaria de trocar uma peça de roupa. Amanda Mikaelly, supervisora do estabelecimento, autorizou a troca e a deixou escolhendo as roupas.

Aproveitando a distração da supervisora, a mulher entrou no provador e guardou dois vestidos na bolsa.

Cerca de 40 minutos depois da cliente ter ido embora,  Amanda fez uma conferência no estoque e notou que estavam faltando dois vestidos, os mais caros da loja, que custam R$ 179,99 e R$ 149,99. Avisado, o dono do estabelecimento passou a verificar as imagens das câmeras de segurança para identificar o suspeito do crime.

O curioso é que a mulher que furtou a loja, havia entregado currículo no local dias antes para um cargo de vendedora.

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“Ela tinha entregado o currículo a uma loja da marca no Barreiro. Pedi às supervisoras de outras unidades que me enviassem os currículos recebidos e gostei muito do dela. A equipe marcou uma entrevista e, às 17h40, ela voltou, com outra roupa. Não reconheci que era a mesma pessoa que tinha visitado a loja mais cedo”, conta a supervisora ao G1.

Ao analisar as imagens, o proprietário reconheceu a mulher como quem furtou, e ao vê-la na loja fazendo a entrevista, de imediato a acusou pelo crime e chamou a polícia .

 “Quando a polícia chegou e disse o que estava acontecendo, eu nem acreditei. Eu estou decepcionada, porque ia contratar uma pessoa que me passou para trás. Eu tinha gostado tanto dela, do currículo e do atendimento, que já ia marcar o exame admissional para hoje (quinta-feira)”, completa a supervisora Amanda.

A mulher, presa em flagrante, confessou o crime. Na delegacia, prestou depoimento, pagou fiança no valor de R$ 734 e foi liberada. A mãe da acusada se dispôs a devolver os vestidos.

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Caso George Floyd: promotores fazem argumentações finais

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Os promotores do caso George Floyd pediram nesta segunda-feira (19) aos jurados para que eles “acreditem em seus olhos” enquanto reproduziram nos argumentos de encerramento do julgamento o vídeo que mostra o ex-policial Derek Chauvin se ajoelhando sobre o pescoço de Floyd.

O principal advogado de Chauvin, Eric Nelson, contra-atacou dizendo que Chauvin se comportou como qualquer “policial razoável” faria, argumentando que o agente seguiu seu treinamento após 19 anos na polícia. 

Por várias vezes o promotor do Estado norte-americano de Minnesota Steve Schleicher repetiu uma frase: “Nove minutos e 29 segundos” – o tempo em que Chauvin foi gravado em vídeo no dia 25 de maio de 2020 com seu joelho pressionando o pescoço de Floyd até a morte. 

Embora o veredicto do júri possa oferecer uma avaliação sobre o uso do policiamento nos Estados Unidos contra a população negra, Schleicher enfatizou em comentários que duraram quase duas horas que o júri estaria avaliando a culpa de um só homem e não de todo um sistema. 

“Aquilo não foi policiamento; foi assassinato”, disse Schleicher aos jurados. Ele citou o lema do Departamento de Polícia de Mineápolis, que demitiu Chauvin e outros três agentes após o assassinato de Floyd: “Proteger com coragem e servir com compaixão”. 

“Enfrentar George Floyd naquele dia não necessitava de coragem, e nada de coragem foi mostrado naquele dia”, disse Schleicher, que falou em tom enfurecido e enojado. “Tudo que foi requisitado foi um pouco de compaixão, e nada de compaixão foi mostrado naquele dia”.

O juiz distrital do condado de Hennepin, Peter Cahill, deu as instruções finais aos jurados antes de eles deixarem o tribunal para iniciar suas deliberações.

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