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Mulher de 29 anos morre em Mato Grosso após ser picada por jararaca dentro de casa

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Franciele Bergamin, de 29 anos, morreu após ser picada por uma cobra
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Franciele Bergamin, de 29 anos, morreu após ser picada por uma cobra

Uma mulher de 29 anos morreu na última sexta-feira, 30, depois de ser  picada por uma cobra jararaca dentro da própria casa, em Vila Rica (MT). Franciele Bergamin foi picada no braço na quarta-feira, 28. Após o ataque, ela foi socorrida para o Hospital Municipal de Vila Rica, onde recebeu soro antiofídico [para veneno de cobra]. Ainda assim, o quadro de saúde dela piorou e ela foi transferida para o Hospital Regional de Água Boa, onde foi internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). De acordo com o boletim médico, Franciele teve edema, choque tóxico, hipotensão, hipotermia e insuficiência renal aguda. A mulher deixa dois filhos, entre eles uma bebê de 3 meses, e o marido.

As jararacas são venenosas e uma das principais responsáveis por acidentes com picadas no Brasil. A coloração da serpente, que a camufla em meio às folhas secas, dificulta a visualização, o que contribui para o aumento de registros de acidentes com a espécie.

Jararaca
Reprodução

Jararaca

Diante de picadas de cobras, o Corpo de Bombeiros orienta que a vítima procure o serviço médico mais próximo para receber o soro antiofídico. A medicação pode ser polivalente, para os casos em que a vítima não sabe informar a espécie da cobra, ou específico, quando há identificação do tipo do animal. Caso a vítima da picada não possa reconhecer o animal, é importante leva-lo dentro de um recipiente seguro, para facilitar a identificação, para a administração do soro. O local da picada deve ser lavado apenas com água e sabão. Nenhum outro medicamento deve ser utilizado antes de uma avaliação médica.

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Fachin: ‘Diluir o processo eleitoral está criando um novo tipo de desertor’

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Ministro do STF Edson Fachin
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Ministro do STF Edson Fachin

BRASÍLIA — O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), manifestou preocupação com movimentos que buscam deslegitimar o processo eleitoral brasileiro. As declarações do ministro foram feitas em um evento organizado pela Associação dos Juízes Federais (Ajufe), na noite desta quinta-feira.

— Eleições periódicas não constituem por si só o remédio para a bula democrática, mas são imprescindíveis. E, portanto, diluir o processo eleitoral, diluir o sistema eleitoral está criando um novo tipo de desertor no Brasil, que são os desertores da democracia —, disse Fachin, ao se referir a”recursos discursivos e práticas autoritárias no Brasil do presente”, mas sem citar nomes.

Para o ministro, esse tipo de desertor se acha “acima da Constituição” e “contra Constituição e atuam fora da Constituição. Essa deserção precisa ser apontada e deve merecer a reação de todas as instituições, quer seja dentro do Estado quer estejam na sociedade civil”.

— Eu estou entre aqueles que manifestam uma grande preocupação por aquilo que se avizinha no horizonte. Não é hora de silenciar. Calar agora é cumplicidade. E como magistrado não vou cruzar os braços diante da violência contra a Constituição —, destacou Fachin, que presidirá o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a partir de fevereiro de 2022.

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Nesta quinta-feira, em sua live semanal, o presidente Jair Bolsonaro voltou a afirmar que, sem a adoção do voto impresso nas eleições do ano que vem, o Brasil poderá ter “um problema seríssimo”, uma “convulsão”.

Bolsonaro, que defende o “voto auditável impresso”, também disse mais uma vez, sem provas, que houve fraude nas eleições de 2014, vencida por Dilma Rousseff (PT) sobre Aécio Neves (PSDB), e de 2018, quando o próprio Bolsonaro derrotou Fernando Haddad (PT) no segundo turno.

— Mais que desconfio, eu tenho convicção [de] que realmente tem fraude. As informações que nós tivemos aqui é que, em 2014, o Aécio ganhou as eleições, em 2018, eu ganhei em primeiro turno —, declarou.

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