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Mortes por Covid-19 da população entre 40 e 49 anos aumentaram 57% sem vacinação

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Reprodução: BBC News Brasil

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A população entre 40 e 49 anos registrou o maior percentual de aumento de mortes em relação à média desde o início da pandemia do novo coronavírus.

De acordo com os dados do Portal da Transparência do Registro Civil, que atualiza em tempo real nascimentos, casamentos e óbitos registrados pelos Cartórios de Registro Civil do País, o crescimento nessa faixa etária chegou a 57% no número de óbitos em abril na comparação com a média mensal registrada entre março de 2020 a março de 2021.

Os dados apontam ainda que os óbitos de pessoas mais jovens e que ainda não receberam imunização foram as únicas faixas etárias que registraram crescimento absoluto e percentual superior a 50%.

Os números absolutos de falecimentos da faixa etária de 40 a 49 anos também aumentaram em abril, passando de 7047 em março para 7611 no último mês, mesmo com a diminuição no total de mortes em relação a março de 2021.

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Na sequência, a faixa etária que vai dos 30 aos 39 anos viu o aumento do número de óbitos crescer 56% em relação à média. O crescimento também se deu nos números absolutos em relação a março, passando de 3.353 para 3.620. Outra faixa etária que registrou crescimento foi a de pessoas entre 50 e 59 anos, com óbitos aumentando 54% em relação à média desde o começo da pandemia, e passando de 12.070 em março para 13.409 em abril.

Ainda em crescimento, mas em patamares inferiores, a população entre 60 e 69 anos registrou aumento de 22%, e um aumento de falecimentos menor em relação às demais idades, passando de 18.755 em março para 19.876 em abril.

Nas demais faixas etárias, já vacinadas, o número de óbitos caiu, reduzindo 8% na faixa entre 70 e 79 anos, 52% entre 80 e 89 anos, e 65% na população entre 90 e 99 anos.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Anvisa autoriza estudo sobre dose de reforço da Pfizer

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta sexta-feira (18) o estudo clínico para testar uma possível dose de reforço da vacina Cominaryt, da Pfizer. 

Será um estudo clínico para que o laboratório possa avaliar a segurança, a capacidade de dar uma resposta imune e a eficácia de várias estratégias de reforço da vacina em diferentes populações de participantes, como por exemplo, grupos etários, que receberam previamente 2 doses da vacina no estudo inicial.

O estudo pretende recrutar 443 participantes no centro clínico do Hospital Santo Antônio da Associação Obras Sociais Irmã Dulce, em Salvador (BA) e 442 participantes no CEPIC – Centro Paulista de Investigação Clínica e Serviços Médicos, em São Paulo (SP).

Serão incluídos participantes a partir dos 16 anos de idade que tomaram as duas doses da vacina da Pfizer (BNT162b2) há pelo menos 6 meses, no estudo inicial do imunizante.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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