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Morre o arquiteto e urbanista Paulo Mendes da Rocha

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O arquiteto e urbanista Paulo Mendes da Rocha morreu hoje (23) na capital paulista aos 92 anos de idade. A morte foi confirmado pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR).

Nascido em 25 de outubro de 1928, Paulo Mendes da Rocha foi um dos expoentes da chamada escola paulista, grupo de modernistas liderado por Vilanova Artigas e que produzia uma arquitetura marcada pela ênfase na técnica construtiva, pela adoção do concreto armado aparente e valorização da estrutura.

São de sua autoria projetos como o Museu Brasileiro da Escultura (MuBE), a reforma da Pinacoteca do Estado (em parceria com Eduardo Colonelli), o Sesc 24 de Maio, e o Museu da Língua Portuguesa, todos na capital paulista. Fora de São Paulo, projetou o novo Museu dos Coches, em Lisboa, e o Cais das Artes, ainda em construção, em Vitória, sua cidade natal.

Entre outras condecorações, Paulo Mendes da Rocha recebeu o Prêmio Mies van der Rohe de Arquitetura Latino-americana em 2000; o Prêmio Pritzker em 2006; o Leão de Ouro da Bienal de Veneza de 2016; o Imperiale Praemium no Japão, também em 2016; e a Medalha de Ouro Real de 2017 do Royal Institute of British Architects (RIBA).

A obra de Paulo Mendes da Rocha pode ser conhecida na internet, em material produzido pelo CAU/BR.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Geral

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Pará terá Forças Armadas no combate a crimes ambientais

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O presidente Jair Bolsonaro autorizou a ampliação da utilização das Forças Armadas, no contexto da Garantia da Lei e da Ordem (GLO), para combater delitos ambientais no estado do Pará.

No dia 28 de junho, ele havia editado um decreto autorizando o emprego das Forças Armadas até 31 de agosto de 2021 no combate a esse tipo de delito na Amazônia, em municípios específicos com situação mais problemática. No decreto anunciado hoje pelo Planalto, ele amplia esse combate ao estado do Pará.

Pelo primeiro decreto da GLO editado, a atuação dos militares ocorre exclusivamente em áreas de propriedade ou posse da União, como terras indígenas, áreas federais de preservação, imóveis da União, entre outros. A ação em outras áreas somente poderá ser realizada se houver pedido do respectivo governador do estado ao presidente da República, o que já foi feito no caso de Rondônia.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Geral

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